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segunda-feira, 6 de junho de 2011

O imoral...

Quando José Sócrates se dirigiu ao país para comunicar a sua derrota das eleições, verifiquei que pela primeira vez sorria. A arrogância tinha dado lugar à simpatia. Posso portanto concluir, que foi para si um alívio sair do Governo.
Os portugueses fartaram-se de José Sócrates, das suas contínuas promessas por cumprir, do défice monstruoso, dos 700 mil desempregados, da pesada herança que deixa ao sucessor no palácio de São Bento. Estas legislativas, como era de antever, funcionaram como um plebiscito ao homem que encabeçava o Governo desde 2005.
O veredicto das urnas foi claro: o pior resultado do PS dos últimos 20 anos. Deixando sem margem de manobra o homem que ainda há bem pouco tinha recebido uma votação esmagadora no mais inútil e mais patético dos congressos do seu partido.

Agora... vamos ao trabalho!!!!!

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