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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Hoje na História

Marx publica o seu manifesto
21 de Fevereiro 1848


O manifesto comunista, escrito por Karl Marx com a colaboração de Friedrich Engels, é publicado em Londres, a 21 de Fevereiro de 1848. Karl Marx nasceu na Prússia, em 1818, filho de um advogado judio convertido ao Luteranismo.
Depois de se mudar para Paris em 1843 iniciou a sua carreira como líder intelectual do movimento comunista. Expulso de França instalou-se em Bruxelas, onde escreveu O manifesto comunista.
O tratado inicia-se com umas palavras dramáticas: "Um espectro sobrevoa a Europa: o espectro do comunismo", e termina declarando: "Os proletários não têm nada que perder excepto as correntes. Têm um mundo por ganhar. Trabalhadores do mundo, uni-vos!" Expulso assim mesmo da Bélgica, instalou-se em Londres, onde ele e a sua família viveram na pobreza enquanto continuava a publicar.
Elaborou a sua maior obra, O capital, que profetizava a inevitável autodestruição do sistema capitalista e converteu-se na base fundacional do comunismo internacional. Morreu pobre, mas as suas ideias reverberaram ao longo de todo o século XX.


Malcolm X assassinado
21 de fevereiro de 1965


No dia 21 de fevereiro de 1965, o orador e ativista dos direitos humanos norte-americano, Malcolm X, foi alvejado mortalmente. O trágico acontecimento ocorreu durante um discurso no Audubon Ballroom de Manhattan, em Nova Iorque.
Membros da segurança detiveram três suspeitos muçulmanos: Thomas Hagan, Norman 3X Butler e Thomas 15X Johnson. Durante o julgamento, Hagan confessou que disparou contra Malcolm, atingindo-o no peito, e ilibou os outros dois suspeitos, mas o tribunal decidiu condená-los a todos.
Compatriotas ativistas, como Martin Luther King, expressaram a sua profunda tristeza pelo surpreendente e trágico assassinato. Personalidades de meio mundo aliaram-se às condolências.


Começa a Batalha de Verdún
21 de fevereiro de 1916


A 21 de fevereiro de 1916 começou a batalha de Verdún, a mais longa da Primeira Guerra Mundial e a segunda mais sangrenta, depois da batalha de Somme.
O setor francês de Verdún estava muito mal defendido em 1916, pelo que as tropas alemãs avançaram confiantes, pondo em prática o princípio regente do Alto Comando alemão: "a artilharia destrói, a infantaria ocupa". Porém, os Alemães foram surpreendidos pelos inesperados sobreviventes franceses, comandados por Philippe Pétain, que ofereceram resistência ao ponto de estragar todos os planos alemães.
A estratégia desta batalha consistiu em resistir aos ataques e desgastar os seus adversários. A 19 de dezembro de 1916, a batalha chegou ao fim com um total de 371.000 baixas francesas, entre falecidos, desaparecidos e feridos. O total de baixas alemãs em Verdún atingiu os 337.000 homens.

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