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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Não há dinheiro (título seguido de interrogação, exclamação ou ponto final)

Via Aventar:

government-money



No princípio não era o verbo mas sim a gordura, as gorduras, para ser mais exacto. Era preciso cortá-las, apesar de derretê-las fazer mais sentido, fisicamente falando. Quando chegou a hora de as cortar, indo ao dinheiro dos partidos, como o das fundações, dos trabalhos adicionais e dos pedidos a escritórios de advogados, a montanha pariu um fica-tudo-na-mesma e o arco do poder deixou de falar no assunto.

Tudo na mesma é uma hipérbole, já que o bolso de muitos ficou bem mais leve e não foi por se dar o caso do peso das despesas deixar de se fazer sentir. Não há dinheiro para rendas, rotundas e demais ribaldarias? A tese do estado gordo rapidamente passou a anoréctico e a precisar de urgente suplemento vindo dos rendimentos dos habituais que não têm como fugir à peste.

Não há dinheiro!
Mas houve dinheiro, 1.1 milhões de euros, para o PSD-Madeira fazer a sua festa!
Devia ser a isto que Machete se referia ao falar da podridão dos hábitos políticos.

Mais uma vez se comprovando que a verdade não é absoluta, há a concluir que não há dinheiro para uns para que ainda haja para outros.

Ponto final da história!

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