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quinta-feira, 12 de abril de 2018
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Esteja sempre um passo à frente do seu filho
As famílias estão cada vez mais tecnológicas. A tendência assim o dita e há um conjunto de tecnologia que é comum existir em todas as casas: são televisões modernas, computadores, consolas de jogos, tablets, smartphones, etc.
Esse conjunto de tecnologia é de extrema utilidade para os adultos, quer para trabalho ou lazer, mas são também bastante apetecíveis pelos mais pequenos. Eles começam a perceber o que podem fazer nesses dispositivos, essencialmente nos equipamentos móveis, começam a integrar-se com extrema facilidade até que chegam ao ponto de os usar autonomamente e por vezes fora do alcance visual dos pais! E isso será bom?!
É claro que é bom, desde que seja de forma controlada, quer a nível de conteúdos utilizados quer na duração de utilização.
Há regras que são praticamente do senso comum, desde sempre:
Fazer os trabalhos de casa antes de qualquer brincadeira;
Ter mecanismos de controlo parental no computador;
Definir um máximo de tempo (3~4 horas semanais) para os videojogos.
Ficam sempre regras por acrescentar, dependendo dos hábitos e disponibilidade de equipamentos em cada lar mas, desde que os dispositivos móveis se massificaram, já não é possível controlar as crianças da mesma forma!Verdade?
A transição para o “mundo móvel” ocorreu de forma tão rápida que quase não houve consciência do seu impacto nos hábitos das crianças lá em casa, onde agora passam, bastante mais frequentemente, a utilizar os dispositivos móveis de forma desmedida, mesmo que a actividade seja educativa.
O controlo parental nos dispositivos móveis é mais deficiente. O iOS (para iPhone e iPad) e o Windows Phone prevêem nativamente a possibilidade de activar algumas restrições de utilização de aplicações ou serviços. Já no Android, o sistema operativo móvel que equipa a maioria dos dispositivos, apenas o é possível fazer com recurso a aplicações de terceiros, que também são bastante boas mas exigem que sejam instaladas e configuradas (brevemente falarei disto em pormenor).
Como evitar este tipo de comportamento?
A receita é antiga: educar, ensinar a forma correcta de agir e as boas decisões a tomar.
Na verdade, é mais fácil escrever estas palavras do que as fazer valer, as crianças de hoje em dia não “vergam” de qualquer maneira, mas tudo depende se o método adoptado é ou não o correcto.
O caminho passa por adoptar algumas das seguintes práticas:
Todos estes conselhos são interessantes mas… servirão também para adultos?! Eu diria que, em parte, sim. Mas que tem um adulto a ver com estes conselhos??
Simples: na educação de uma criança, o exemplo parte sempre dos pais e se estiver constantemente agarrado ao smartphone ou tablets, então pode estar a incutir implicitamente a vontade da criança para utilizar tais dispositivos.
Esse conjunto de tecnologia é de extrema utilidade para os adultos, quer para trabalho ou lazer, mas são também bastante apetecíveis pelos mais pequenos. Eles começam a perceber o que podem fazer nesses dispositivos, essencialmente nos equipamentos móveis, começam a integrar-se com extrema facilidade até que chegam ao ponto de os usar autonomamente e por vezes fora do alcance visual dos pais! E isso será bom?!
É claro que é bom, desde que seja de forma controlada, quer a nível de conteúdos utilizados quer na duração de utilização.
Há regras que são praticamente do senso comum, desde sempre:
Fazer os trabalhos de casa antes de qualquer brincadeira;
Ter mecanismos de controlo parental no computador;
Definir um máximo de tempo (3~4 horas semanais) para os videojogos.
Ficam sempre regras por acrescentar, dependendo dos hábitos e disponibilidade de equipamentos em cada lar mas, desde que os dispositivos móveis se massificaram, já não é possível controlar as crianças da mesma forma!Verdade?
A transição para o “mundo móvel” ocorreu de forma tão rápida que quase não houve consciência do seu impacto nos hábitos das crianças lá em casa, onde agora passam, bastante mais frequentemente, a utilizar os dispositivos móveis de forma desmedida, mesmo que a actividade seja educativa.
O controlo parental nos dispositivos móveis é mais deficiente. O iOS (para iPhone e iPad) e o Windows Phone prevêem nativamente a possibilidade de activar algumas restrições de utilização de aplicações ou serviços. Já no Android, o sistema operativo móvel que equipa a maioria dos dispositivos, apenas o é possível fazer com recurso a aplicações de terceiros, que também são bastante boas mas exigem que sejam instaladas e configuradas (brevemente falarei disto em pormenor).
Como evitar este tipo de comportamento?
A receita é antiga: educar, ensinar a forma correcta de agir e as boas decisões a tomar.
Na verdade, é mais fácil escrever estas palavras do que as fazer valer, as crianças de hoje em dia não “vergam” de qualquer maneira, mas tudo depende se o método adoptado é ou não o correcto.
O caminho passa por adoptar algumas das seguintes práticas:
- As crianças são expostas, cada vez mais novas, ao mesmo tipo de tecnologia dos adultos e há que preparar os dispositivos para isso. “Não há tempo para deixar para amanhã” e é sempre o momento certo de preparar as aplicações didácticas e os conteúdos de entretenimento infantil, minuciosamente, para cada estágio de desenvolvimento da criança;
- Seja qual for a idade, configure devidamente os filtros de protecção e controlo parental de todos os dispositivos a que a criança possa ter acesso;
- Sempre que a criança tiver acesso a um dispositivo tecnológico, faça-a entender que tal dispositivo não pertence a ela mas sim a si (ou a outra pessoa, se for o caso). Dê-lhe a entender que custou dinheiro e tem de ser preservado;
- Restrinja a utilização do computador e dispositivos móveis a uma área comum da casa, tipicamente a sala. Assim poderá saber quando e como estão a ser utilizados.
- Demonstre que, no início da “negociação”, confia plenamente na criança e dê-lhe a entender que essa confiança irá baixar caso sejam quebradas as regras definidas. Explique-lhe ainda que, se tal acontecer, será necessário muito tempo para que possa voltar a confiar nela como antes;
- Se a criança já tiver mais de 13 anos e insistir para criar uma conta no Facebook, faça-o mas utilize um email seu (se for necessário, crie um só para isso e reencaminhe tudo para o seu). Dessa forma conseguirá estabelecer as regras em relação aos conteúdos a que acede e às amizades que cria;
- Se notar alguma alteração no comportamento da criança, não espere e descubra o que se passa. Lembre-se que são os pais quem melhor conhece os seus filhos;
- Facilite-lhe, de forma razoável, o acesso à tecnologia para que seja mantida a relação com os amigos (é essa a tendência) e para ajudar nos trabalhos de casa;
- Deixe que a criança partilhe consigo os seus interesses, os jogos favoritos e colabore nas dificuldades. Seja paciente para a ouvir.
Todos estes conselhos são interessantes mas… servirão também para adultos?! Eu diria que, em parte, sim. Mas que tem um adulto a ver com estes conselhos??
Simples: na educação de uma criança, o exemplo parte sempre dos pais e se estiver constantemente agarrado ao smartphone ou tablets, então pode estar a incutir implicitamente a vontade da criança para utilizar tais dispositivos.
Fonte: Pplware Kids
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Deverão os pais colocar fotos dos filhos no Facebook?
O Facebook é hoje a maior rede social na Internet. Há utilizadores que usam esta rede social para divulgação de trabalhos/projetos/empresas, outros usam-na para encontrar amigos e com eles partilhar as mais diversas informações (ex. fotografias,vídeos, etc) outros usam-na para serem aquilo que não conseguem ser na vida real…etc, etc…
No campo afectivo, são muitos os pais que começam a partilhar as fotografias dos seus filhos desde o momento em que este nasceu (muitos até as ecografias partilham)...
No campo afectivo, são muitos os pais que começam a partilhar as fotografias dos seus filhos desde o momento em que este nasceu (muitos até as ecografias partilham)...
Mas…será correcto e consciente os pais colocarem as fotos dos filhos no Facebook?
É hoje comum dizer-se que …”Quem não tem Facebook…não existe !!!”. Esta moda das redes sociais pegou forte pois conseguiu chegar a todas as faixas etárias e é hoje difícil encontrar alguém que não possua um perfil no Facebook. No entanto, considero que continua a existir falta de formação na utilização das redes sociais e outros serviços online, pois muitos dos utilizadores partilham demasiada informação que pode ser usada, por outros, para os mais diversos fins (ex. Vamos de férias, tiramos umas fotos e dizemos que estamos no Algarve…não estaremos a dar informações aos ladrões que não temos ninguém na nossa casa???…além disso, o ladrão até já sabe por onde entrar porque também partilhamos umas fotos da nossa casa o que facilita o “esquema” de assalto)…nunca se esqueçam, que tal como na vida real, a rede social também tem pessoas boas (e com boas intenções) e pessoas más!
Bem, mas hoje a questão é outra: Deverão os pais colocar fotos dos filhos no Facebook?
Recentemente apareceu no facebook uma onda de pedidos para votar nos filhos de amigos que tenho no facebook. Pelo que analisei, trata-se de um concurso levado a cabo por uma empresa da área da nutrição para bebés onde os utilizadores colocam as fotografias dos seus filhos e vão partilhando, entre os amigos, em busca de votos. Mas terão as crianças (poucos meses/anos de idade) pedido aos pais para participar em tal concurso? Será que os pais pediram aos filhos para usar as fotografias deles?
A exposição/exibição de fotografias de menores (desde crianças recém-nascidas a crianças já com alguma idade) sempre levantou algumas questões que se prendem com a responsabilidade que os pais têm nestas acções, isto porque:
Não poderão essas fotografias chegar facilmente a redes de pedofilia? (Depois de estarem online.. qualquer um as pode obter e usar)
Não poderão essas fotografias ser publicadas noutros sites?
Não poderão as fotografias do seu filho ser alvo de montagens? (Já pensou se a fotografia do seu filho passou a fazer parte de uma “corrente” da Internet)
Partilhando as fotografias do seu filho e indicando onde está (nesse momento), não será fácil encontrá-lo?
É importante ter a foto do seu filho na rede Social? Qual o objetivo?
Fica a grande interrogação:
Deverão os pais colocar fotos dos filhos no Facebook?
É hoje comum dizer-se que …”Quem não tem Facebook…não existe !!!”. Esta moda das redes sociais pegou forte pois conseguiu chegar a todas as faixas etárias e é hoje difícil encontrar alguém que não possua um perfil no Facebook. No entanto, considero que continua a existir falta de formação na utilização das redes sociais e outros serviços online, pois muitos dos utilizadores partilham demasiada informação que pode ser usada, por outros, para os mais diversos fins (ex. Vamos de férias, tiramos umas fotos e dizemos que estamos no Algarve…não estaremos a dar informações aos ladrões que não temos ninguém na nossa casa???…além disso, o ladrão até já sabe por onde entrar porque também partilhamos umas fotos da nossa casa o que facilita o “esquema” de assalto)…nunca se esqueçam, que tal como na vida real, a rede social também tem pessoas boas (e com boas intenções) e pessoas más!
Bem, mas hoje a questão é outra: Deverão os pais colocar fotos dos filhos no Facebook?
Recentemente apareceu no facebook uma onda de pedidos para votar nos filhos de amigos que tenho no facebook. Pelo que analisei, trata-se de um concurso levado a cabo por uma empresa da área da nutrição para bebés onde os utilizadores colocam as fotografias dos seus filhos e vão partilhando, entre os amigos, em busca de votos. Mas terão as crianças (poucos meses/anos de idade) pedido aos pais para participar em tal concurso? Será que os pais pediram aos filhos para usar as fotografias deles?
A exposição/exibição de fotografias de menores (desde crianças recém-nascidas a crianças já com alguma idade) sempre levantou algumas questões que se prendem com a responsabilidade que os pais têm nestas acções, isto porque:
Não poderão essas fotografias chegar facilmente a redes de pedofilia? (Depois de estarem online.. qualquer um as pode obter e usar)
Não poderão essas fotografias ser publicadas noutros sites?
Não poderão as fotografias do seu filho ser alvo de montagens? (Já pensou se a fotografia do seu filho passou a fazer parte de uma “corrente” da Internet)
Partilhando as fotografias do seu filho e indicando onde está (nesse momento), não será fácil encontrá-lo?
É importante ter a foto do seu filho na rede Social? Qual o objetivo?
Fica a grande interrogação:
Deverão os pais colocar fotos dos filhos no Facebook?
Fonte: Pplware
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