Mostrar mensagens com a etiqueta Redes Sociais. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Redes Sociais. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Navegar na internet sem que os americanos nos apanhem

As notícias sobre a existência do programa PRISM – que permite ao governo americano aceder a todos os nossos dados e comunicações electrónicas – chamou a atenção para uma questão cada vez mais importante: a privacidade na internet. Saber que alguém, sentado num computador, a milhares de quilómetros de distância tem a capacidade de aceder ao conteúdo dos nossos emails, sms, pesquisas, dados pessoais, etc, é, numa palavra, assustador.
No entanto, desligar a ficha do computador ou cancelar o fornecimento de internet não é a solução.
A alternativa passa por tomar medidas simples. Navegar na internet sem deixar rasto? Fácil. Motores de busca que não guardam os nossos elementos? Tranquilo. Usar emails encriptados? Canja. Codificar arquivos no computador? Mais complicado, mas acessível. Comunicar em chats que se auto-destroem? Feito.
Como? Basta lerem e seguirem as instruções que se seguem!
(atenção que o texto está escrito em Português do Brasil)

Imagine que estranho seria encontrar alguém contando fatos pessoais, como os lugares que frequenta, a que horas sai de casa ou o número de telefone, a qualquer um na rua? É isso o que a maioria dos usuários da internet já fizeram e continuam fazendo todos os dias. A quantidade de informações que colocamos à disposição de pessoas que não conhecemos – estejam elas trabalhando para empresas privadas ou governos – é imensa.

Aplicativos, sites navegadores, serviços de e-mail, lojas virtuais, todos eles sabem mais sobre nosso “rastro” virtual do que nós mesmos e, se a política de privacidade permitir, esses dados podem ser vendidos a terceiros.

Desde a década de 90, muitos hackers e militantes da liberdade na internet já pensavam em maneiras de assegurar no mundo virtual a mesma privacidade que temos no real. A saída, concluíram, era popularizar a criptografia, sistema matemático que garante segurança de comunicações através do uso de uma senha, ou “chave”, que “tranca” o conteúdo no envio e o “destranca” no recebimento. Isso pode ser particularmente útil para quem trabalha com informações sensíveis, como jornalistas, ativistas, membros de movimentos sociais e advogados.

Navegação anônima, redes virtuais privadas, programas de encriptação, e-mails protegidos, moedas virtuais e sistema de mensagens instantâneas seguras. Tudo isso existe e está acessível ao grande publico. Depois do lançamento do livro de Julian Assange no Brasil, Cypherpunks, que é, segundo o próprio autor, “um chamado à luta criptográfica” contra a vigilância na rede, a Agência Pública traz um guia fácil para se proteger no mundo virtual:

NAVEGAÇÃO ANÔNIMA

TOR

O que é?

O Tor é um programa desenvolvido pela Marinha americana na década de 1970 e que hoje é sustentado pela ONG Tor Project, apoiada por entidades como a Electronic Frontier Foundation (EFF) e Human Rights Watch, e por empresas como o Google.

Por que usar?

Quando navegamos pela internet, todo o conteúdo que vemos – por exemplo em um site de notícias – está armazenado num servidor localizado em algum lugar do mundo. Para acessá-lo, o seu computador, identificado por um endereço de IP, navega através da rede até o servidor onde está localizado o conteúdo. Ele solicita a página que então volta pela rede até o seu computador.

O que o Tor faz é mascarar o seu endereço IP, levando a sua solicitação por uma rede “amigável” e criptografada. Assim, ele garante o anonimato do seu computador e do servidor de onde partirão os dados com os quais se quer interagir. Se o objetivo é proteger aquilo que você está fazendo – como transmitir dados secretos ou sensíveis – o Tor é a sua melhor ferramenta.

Como usar?

Pelo Tor, também se tem acesso a uma série de páginas que os buscadores tradicionais não encontram (simplesmente porque elas não querem ser achadas). Isso faz do Tor um grande oceano de páginas e conteúdos secretos, privados e até ilegais. Por isso, a melhor forma de se usar o Tor é garantir que o seu antivírus e firewall estejam atualizados, e navegar por redes seguras, protegidas pelo protocolo HTTPS (leia abaixo).

Para baixá-lo, clique aqui. Vale lembrar que a navegação por Tor é mais lenta do que a navegação normal, por conta dessa “capa” de proteção.



Após instalar, execute o “Tor for Browser”


O Vidalia, o iniciador do Tor, vai carregar as configurações e tentar se conectar à rede


Após concluído, o Firefox com Tor abre uma página que informa o estado de conexão com o Tor

Há outras alternativas?

Sim, há outras ferramentas que também são bem fáceis de usar. São elas: Cocoon, ChrisPC Anonymous Proxy, UltraSurf, HideMyAss. Este último tem, assim como o Tor, um software para download que garante o anonimato, mas além disso, usando apenas o site é possível ter acesso a uma série de serviços úteis como o Web Proxy – um acesso alternativo e anônimo a sites – e o Anonymous E-mail.
NAVEGAÇÃO SEGURA

HTTPS Everywhere

A Electronic Frontier Foundation (EFF) é uma ONG que defende os direitos dos usuários e preza pela liberdade e privacidade na rede. Além do Tor, ela aconselha o uso de um simples plugin para o navegador chamado HTTPS Everywhere, que faz com que o seu navegador ande somente por páginas protegidas por criptografia. Basta baixar o plugin, que ele já começa a funcionar.

Para ajudar a explicar, a EFF fez um infográfico que mostra o caminho entre o usuário e o servidor, com todos os possíveis agentes intermediários – desde operadoras de internet até serviços de seguranças e espionagem –, demonstrando como o uso do HTTPS Everywhere junto com o Tor aumenta a sua privacidade. Confira aqui.

Modo “anônimo” ou privativo

Os navegadores mais comuns – Chrome, Firefox e Internet Explorer – oferecem a opção para o usuário de navegar no modo “anônimo” (Chrome), “privativo” (Firefox) ou “InPrivate” (Explorer). É preciso cuidado. Isso não significa, em nenhum dos casos, que o usuário está anônimo. Mas significa que os navegadores não vão registrar o seu histórico, buscas, downloads, cookies (arquivos gravados em seu computador que registram dados de navegação) e arquivos temporários.

Para ativar esse estilo de navegação: no Chrome, você deve teclar Ctrl + Shift + N; no Firefox e no Internet Explorer, aperte Ctrl + Shift + P. Essas são teclas de atalho, é possível encontrar o modo “anônimo” pelo Menu de cada navegador.
EMAIL

Existem algumas formas bem fáceis de enviar e-mail de forma protegida.

1) Crie o seu e-mail em um serviço que garanta a sua privacidade. Sugerimos o Hushmail, Lavabit, Vmail ou o TorMail – cujo acesso só pode ser feito via Tor. Como num email normal, basta criar a conta normalmente. O importante é que há a opção de criptografar as mensagens. A “chave” privada é muitas vezes uma pergunta que apenas o destinatário sabe responder.


TorMail é um serviço de e-mail independente gerenciado na rede Tor


Com o Hushmail, é possível gerar uma chave privada e encriptar o e-mail, tornando-o mais seguro


O destinatário recebe um link que o direciona à página na qual lerá o e-mail
A tela com a pergunta aparece (a resposta é chave)


Só após responder à pergunta, inserindo a chave, o acesso ao conteúdo é liberado

2) Crie contas de e-mail “descartáveis”. Tratam-se de endereços de e-mail gerados temporariamente. Depois de 60 minutos ou 24 horas eles deixam de existir e todos os e-mails enviados para aquele endereço vão com ele. Há muitos serviços assim por aí, mas dois bem populares são o Mailinator e o IncognitoMail.

ARQUIVOS E MENSAGENS

PGP

Você também pode criptografar os arquivos do seu computador para que possam ser enviados pela internet, protegidos pelo “código” ou “chave”, ou mesmo ser carregados no seu computador ou em um pendrive. Nos Estados Unidos, por exemplo, os agentes da alfândega podem revisar o conteúdo de qualquer computador que atravessar a fronteira; se o seu conteúdo estiver criptografado, dificilmente ele sera desvendado.

Um bom programa é o PGP (Pretty Good Privacy), que criptografa qualquer arquivo do seu computador. Você pode fazer o download e a assinatura da versão proprietária aqui ou baixar o software livre similar, o GnuPGP (disponível para Mac OS, Windows e derivados do Linux, ).

O GnuPG criptografa arquivos e mensagens usando a técnica de criptografia de chaves assimétricas. Uma analogia é a de caixas de correios com duas fechaduras, sendo que uma se refere à caixa onde as mensagens serão depositadas e a outra à caixa por onde o dono as receberá e, assim, terá acesso ao seu conteúdo. A primeira chave da sua caixa é pública, todos podem e devem ter acesso a elas para que você possa receber mensagens. A segunda, que permite acesso ao conteúdo das mensagens, é privada.

Esse sistema possibilita que duas pessoas troquem mensagens entre si (basta saberem a chave pública do outro) sem correrem o risco de ter sua comunicação interceptada (já que o acesso só é permitido para quem souber a chave privada). Clique aqui para começar.

Truecrypt


O Truecrypt é outro programa que criptografa de maneira segura qualquer arquivo no seu computador. Para fazer isso, ele cria um “diretório” secreto, criptografado, onde podem ser inseridos os arquivos.

Você pode baixar aqui o programa e executá-lo no seu computador. Depois, pode “criar um volume”, ou container criptografado, em um diretório não utilizado do seu computador (por exemplo, N: ou R:). Crie em local pouco comum e não o nomeie com algo que possa chamar a atenção, como “arquivos importantes”, por exemplo.

Depois, você terás que criar um tamanho para esse “volume” – como, por exemplo, 1 Mb – onde todos os seus arquivos possam ser “guardados” de maneira segura. Então sera a vez de criar uma senha segura à qual apenas você terá acesso. O container criptografado pode ser aberto em qualquer computador que possua o Truecrypt. Com o container “montado”, ou “aberto”, é possível copiar arquivos e também apagá-los, como num arquivo comum. Clique aqui para ver o passo a passo.
BUSCADORES ALTERNATIVOS

Buscadores são serviços que procuram conteúdos desejados a partir de palavras-chave em inúmeros servidores. O mais usado no mundo é bom e velho Google. O problema é que, por saberem de tudo sobre o que você deseja mais informações, eles são donos de boa parte do seu comportamento na web, dos seus anseios e das suas áreas de interesse, por exemplo, que podem ser vendidas a anunciantes interessados em direcionar publicidade para você – ou enviar um alerta caso você esteja investigando algo sensível.

Para quem gosta de privacidade, isso é péssimo.

A saída é usar buscadores que o mantenham anônimo, não registrem nada sobre o seu uso e sejam tão eficientes quanto o Google.

Como usar?


Os dois buscadores mais recomendáveis são o DuckDuckGo e o StartPage. O primeiro foi criado no fim de 2008 e não guarda seus dados de navegação, usando um misto de busca do Yahoo, Wikipedia e Wolfram Alpha. O StartPage usa o motor de buscas do Google, mas garante a privacidade do usuário, não registrando seu IP e não permitindo cookies.
=> CHATS

Há muitas maneiras de se comunicar com amigos via chat de forma segura. Uma delas é bem simples porque é feita através de serviços de mensagens que se autodestroem; a outra é a utilizada por Jacob Appelbaum, colaborador do WikiLeaks e o hacker apontado como “o homem mais perigoso do ciberespaço”.

Como usar?

Há na internet muitos serviços online gratuitos de envio de mensagens encriptadas, que exigem uma chave privada para se ter acesso, e que se autodestroem em um tempo determinado pelo autor do conteúdo.

Alguns são bens fáceis de usar e trazem aplicativos para Android e iOS, como o Burnote, Privnote e o Wickr. É simples: faça uma conta, crie uma mensagem, estabeleça uma senha que os participantes da conversa saberão, defina o tempo para autodestruição e envie o link (por e-mail, no caso do Burnote, ou diretamente para o contato, caso do Wickr).


Gera-se a mensagem, coloca-se senha, tempo para autodestruição e o e-mail do destinatário.


Após clicar no link da mensagem e colocar a senha, quem a receber terá a determinada quantidade de tempo para ler o conteúdo escondido (com uma espécie de lanterna virtual) e responder.

Jabber


Crie sua conta no Jabber, baixe o software para chat chamado Pidgin, indicado pelo Jacob, e baixe este plugin para o Pidgin, que garantirá criptografas todas as mensagens trocadas (o chamador OTR, sigla para off-the-record messaging). Instale o Pidgin e o plugin.Execute o Pidgin e adicione a sua conta do Jabber.Em “Protocolo”, selecione “XMPP” (nome atual do Jabber), em “Nome de usuário” coloque o nome da sua conta do Jabber; em “Domínio”, coloque “jabber.org” e a senha. Defina um apelido e clique em “Adicionar”.

Criada a conta, vamos ativar o plugin OTR. Vá em “Ferramentas” e “Plugins” (ou tecle Ctrl + U). Procure por “Off the Record Messaging” e clique em “Configurar Plug-in”. Selecione sua conta do Jabber e libere as opções “Enable private messaging”, “Automatically enable private messaging” e “Don’t log OTR conversations”. Isso fará com que o Pidgin detecte quando o seu contato usa OTR e gerará uma conversa privada, com uso de senha, para os dois; e também não arquivará o histórico da conversa. Clique em “Generate” para gerar a sua “impressão digital”, é ela que vai mostrar para o seu amigo que você é você.

Pronto, feche e adicione seus contatos (Ctrl + B) e inicie seus chats de forma segura.

Vale lembrar que de nada adianta usar todos esses recursos, que te permitem uma navegação segura e anónima, se você disponibilizar seus dados em sites como Facebook, Google +, Youtube, ou outros. Ter cuidado com o seu “rasto” digital depende apenas de você.

Fonte: Pública

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Esteja sempre um passo à frente do seu filho

As famílias estão cada vez mais tecnológicas. A tendência assim o dita e há um conjunto de tecnologia que é comum existir em todas as casas: são televisões modernas, computadores, consolas de jogos, tablets, smartphones, etc.

Esse conjunto de tecnologia é de extrema utilidade para os adultos, quer para trabalho ou lazer, mas são também bastante apetecíveis pelos mais pequenos. Eles começam a perceber o que podem fazer nesses dispositivos, essencialmente nos equipamentos móveis, começam a integrar-se com extrema facilidade até que chegam ao ponto de os usar autonomamente e por vezes fora do alcance visual dos pais! E isso será bom?!


É claro que é bom, desde que seja de forma controlada, quer a nível de conteúdos utilizados quer na duração de utilização.

Há regras que são praticamente do senso comum, desde sempre:
Fazer os trabalhos de casa antes de qualquer brincadeira;
Ter mecanismos de controlo parental no computador;
Definir um máximo de tempo (3~4 horas semanais) para os videojogos.

Ficam sempre regras por acrescentar, dependendo dos hábitos e disponibilidade de equipamentos em cada lar mas, desde que os dispositivos móveis se massificaram, já não é possível controlar as crianças da mesma forma!Verdade?

A transição para o “mundo móvel” ocorreu de forma tão rápida que quase não houve consciência do seu impacto nos hábitos das crianças lá em casa, onde agora passam, bastante mais frequentemente, a utilizar os dispositivos móveis de forma desmedida, mesmo que a actividade seja educativa.

O controlo parental nos dispositivos móveis é mais deficiente. O iOS (para iPhone e iPad) e o Windows Phone prevêem nativamente a possibilidade de activar algumas restrições de utilização de aplicações ou serviços. Já no Android, o sistema operativo móvel que equipa a maioria dos dispositivos, apenas o é possível fazer com recurso a aplicações de terceiros, que também são bastante boas mas exigem que sejam instaladas e configuradas (brevemente falarei disto em pormenor).

Como evitar este tipo de comportamento?

A receita é antiga: educar, ensinar a forma correcta de agir e as boas decisões a tomar.

Na verdade, é mais fácil escrever estas palavras do que as fazer valer, as crianças de hoje em dia não “vergam” de qualquer maneira, mas tudo depende se o método adoptado é ou não o correcto.


O caminho passa por adoptar algumas das seguintes práticas:
  • As crianças são expostas, cada vez mais novas, ao mesmo tipo de tecnologia dos adultos e há que preparar os dispositivos para isso. “Não há tempo para deixar para amanhã” e é sempre o momento certo de preparar as aplicações didácticas e os conteúdos de entretenimento infantil, minuciosamente, para cada estágio de desenvolvimento da criança;
  • Seja qual for a idade, configure devidamente os filtros de protecção e controlo parental de todos os dispositivos a que a criança possa ter acesso;
  • Sempre que a criança tiver acesso a um dispositivo tecnológico, faça-a entender que tal dispositivo não pertence a ela mas sim a si (ou a outra pessoa, se for o caso). Dê-lhe a entender que custou dinheiro e tem de ser preservado;
  • Restrinja a utilização do computador e dispositivos móveis a uma área comum da casa, tipicamente a sala. Assim poderá saber quando e como estão a ser utilizados.
  • Demonstre que, no início da “negociação”, confia plenamente na criança e dê-lhe a entender que essa confiança irá baixar caso sejam quebradas as regras definidas. Explique-lhe ainda que, se tal acontecer, será necessário muito tempo para que possa voltar a confiar nela como antes;
  • Se a criança já tiver mais de 13 anos e insistir para criar uma conta no Facebook, faça-o mas utilize um email seu (se for necessário, crie um só para isso e reencaminhe tudo para o seu). Dessa forma conseguirá estabelecer as regras em relação aos conteúdos a que acede e às amizades que cria;
  • Se notar alguma alteração no comportamento da criança, não espere e descubra o que se passa. Lembre-se que são os pais quem melhor conhece os seus filhos;
  • Facilite-lhe, de forma razoável, o acesso à tecnologia para que seja mantida a relação com os amigos (é essa a tendência) e para ajudar nos trabalhos de casa;
  • Deixe que a criança partilhe consigo os seus interesses, os jogos favoritos e colabore nas dificuldades. Seja paciente para a ouvir.

Todos estes conselhos são interessantes mas… servirão também para adultos?! Eu diria que, em parte, sim. Mas que tem um adulto a ver com estes conselhos??

Simples: na educação de uma criança, o exemplo parte sempre dos pais e se estiver constantemente agarrado ao smartphone ou tablets, então pode estar a incutir implicitamente a vontade da criança para utilizar tais dispositivos.

Fonte: Pplware Kids

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Conhecer a fundo o perfil do Facebook


Os portugueses gastam em média 88 minutos por dia nas redes sociais, colocando e vendo posts e fotografias, notícias e comentários de amigos e colegas. Mas a análise desta atividade permitida pelo Facebook é escassa.

O site Wolfram Alpha tem-se especializado em analisar informação e o Facebook é um dos alvos de estudo, face ao volume de dados existentes na rede social.

Depois de ter lançado uma primeira beta de um sistema de análise a perfis pessoais foi agora divulgado o primeiro upgrade para o Personal Analytics, onde se alarga o tipo de informação e a forma como ela é tratada para dar mais perspetivas multidimensionais ao utilizador.

Vale muito a pena fazer uma visita ao seu perfil do Facebook através da lente do Personal Analytics, mas já sabe que tem de dar acesso à sua conta e à sua password...

Fonte: Sapo Tek

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Ebook gratuito sobre segurança na Internet


Assinala-se hoje o Dia Europeu da Internet Segura, que tem como objectivo informar e sensibilizar para a utilização segura das redes de informação como forma de beneficiar em segurança das grandes oportunidades oferecidas pela Internet.

Para comemorar a efeméride divulgamos aqui hoje a versão digital do booklet Internet e Redes Sociais – Tudo o que vem à rede é peixe, da autoria de Sara Pereira, Luís Pereira, Manuel Pinto, com design e ilustração de Pedro Mota Teixeira, uma edição da EduMediaem formato pdf.

O objectivo desta publicação é fornecer aos pais, e outros educadores, informação acerca da relação dos mais novos com os meios de comunicação, no sentido de promover uma relação e um uso mais crítico e criterioso.




Fonte: Ler eBooks

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Facebook: Graph Search

Após muito se especular sobre o que iria o Facebook apresentar no evento desta terça-feita, eis que a rede social mais popular do mundo anuncia algo completamente diferente ao esperado pela maioria.

Não foi apresentado nenhum Facebook Phone, mas sim o Graph Search, uma fucnionalidade que irá permitir ao utilizador pesquisar sobre diversas coisas acerca dos seus amigos, locais, fotos e interesses.


Numa constante tentativa de colocar o mundo mais ligado, o Facebook apresentou o Graph Search, uma ferramenta que lhe indica várias informações acerca dos seus amigos, tais como os seus interesses, locais onde foram, restaurantes, fotografias, etc… Pode ainda relacionar todos estes filtros.

De momento o Facebook tem mais de mil milhões de utilizadores, mais de 240 mil milhões de fotos e mais de um bilhão de ligações.

Mas então o que é o Graph Search?

Comecemos pelo logo, tipicamente de cor azul, tem três círculos, cada um com uma linha, que se ligam e formal um triângulo, simbolizando as ligações no Facebook.


O Graph Search está disponível a partir de hoje, mas apenas para alguns utilizadres dos Estados Unidos, pois ainda se encontra numa fase Beta.

Pode entretanto testar este serviço no site do Graph Search e reservar já o seu lugar de espera, registando-se.

Veja neste vídeo, uma demostração do que é o Graph Search:



Com esta nova ferramenta, poderá pesquisar tudo que esteja relacionado com os seus amigos, assim como amigos destes.

O Graph Search apresenta-lhe uma favorável barra de pesquisa no topo de cada página, sendo que de cada vez que pesquise algo, o Facebook dar-lhe-á sugestões do que poderá pesquisar, por exemplo, basta escrever “Amigos” que o motor lhe indica várias sugestões como “…que gostam de passear; …que gosta de ouvir música”, entre outros.

Após clicar em Pesquisar, aquilo pelo qual pesquisou será o título dessa mesma página.


Durante o evento, Zuckerberg explicou ainda qual a diferença entre a Web Search e este Graph Serach.

A Web Search está preparada para pesquiser acerca de determinadas palavras-chave fornecidas pelo utilizador, como ‘tecnologia’. Por sua vez, o Graph Search pesquisa acerca de frases ou combinação de frases, como “Amigos meus que vivem em Nova Iorque e gostam de Queen”.

Esta pesquisa dará acesso a pessoas, fotografias, interesses etc.. que tenha sido partilhado no Facebook.

Praticamente é um browser do Facebook!


Outra diferença é que os dados contidos no Graph Seach provêm do Facebook, e foram partilhados com determinadas pessoas, sendo que muitos conteúdos não são públicos, mas somente visíveis para amigos.

Aqui já muitos devem estar a pôr em questão a privacidade…

Bem, mas durante o evento, e todas as explicações que se deram, tudo indica que a privacidade está assegurada, sendo que esta é uma das principais prioridades de Zuckerberg e restante equipa neste projecto.

Assim sendo, por muita informação que esteja contida no Google Search, o utilizador apenas poderá visualizar a que os restantes colocaram como sendo pública. As informações e conteúdos partilhados somente com amigos, serão apenas visualizadas, no Graph Search, por esses mesmos amigos.


Hoje ficou disponível a versão Beta, mas somente para para alguns utilizados do EUA, ainda assim algumas funcionalidades não está ainda disponíveis, mas ficarão nos próximos meses.

O que pode pesquisar no Graph Search? Alguns exemplos:
Pessoas: “amigos que vivam na minha cidade”; “pessoas da minha localidade que gostem de rock”.
Fotografias: “Fotografias que gosto”; “Fotografias dos meus amigos, anteriores a 1999”; “fotografias em nova iorque”.
Locais: “Restaurantes em Viseu”; “Cidades visitadas pela minha família”.
Interesses: “Música que os meus amigos gostam”; “Filmes que as pessoas gostaram e que eu também goste”; “Línguas que os meus amigos falam”.


Para utilizar na totalidade, teremos que aguardar alguns dias, mas registe-se na lista de espera no site do Graph Search.

Fonte: Pplware

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Facebook: Como Criar uma Página

Promova a sua organização no Facebook!

Se tem uma empresa, pertence a uma organização, um produto, serviços, entre outros, decerto que lhe interessa ter uma Página no Facebook!


Criar uma página é um processo extremamemte fácil.
Antes de mais, basta que tenha uma conta no Facebook.
Uma vez estando no seu perfil, dirija-se à Página Inicial e, no lado esquerdo, aceda ao separador Páginas.


Depois irá surgir-lhe a lista de páginas das quais é administrador (caso seja de alguma), e a opção para criar uma página. Clique, então em Criar uma Página.


Escolha a Categoria
Chegou a altura de escolher em que categoria deseja inserir a sua página. O Facebook disponibiliza seis categorias para que depois tenha uma gestão e funcionalidades mais adequadas ao seu produtos e serviços.
Aqui estão as categorias que pode escolher:


Para este exemplo, escolhemos a categoria Empresa, organização ou instituição pois pensámos ser onde a maioria das escolha recai.
Para qualquer uma das catagorias, o utilizador deverá depois escolher a (sub)categoria, como agricultura, escola, igreja, internet, beleza, saúde, telecomunicações, transportes, lazer, etc.


É aqui também que se deve colocar o Nome da Empresa. Leia por fim os Termos das Páginas do Facebook, e clique em Começar!

Personalize a sua página!

Imagem de Perfil

Agora que criou, oficialmente a sua página, é hora de a personalizar! O primeiro passo é um dos mais importantes: a fotografia de Perfil. Tal como no perfil pessoal, a imagem é quase sempre o que mais cativa nas redes sociais, portanto escolha uma que chame à atenção, desperte interesse, para que depois tenha seguidores!


Pode carregar a sua fotografia a partir do seu computador, ou carregá-la directamente do seu site. Assim que estiver completado o upload, clique em Seguinte.
Fale um pouco sobre a sua Empresa
No ponto seguinte, ser-lhe-á pedido que fale um pouco sobre a sua empresa, que a defina e a dê a conhecer aos outros, para que assim saibam de que se trata. Coloque uma pequena descrição, e indique também outros locais onde os seguidores podem saber mais sobre os seus serviços, como site, blog, outras redes sociais, etc.


Promova a sua página

Neste passo é-lhe dada a opção de promover a sua página através da activação de anúncios. No entanto este serviço necessita de uma fonte de financiamento para activar a sua possibilidade e tem plano de preços. Segerimos que, antes de optar por esta escolha, verifique os Termos de Pagamentos.


Caso entenda que não necessita deste serviço, ou pensa adquiri-lo mas mais tarde, clique na opção Ignorar.

Página do Facebook!

Painel de Gestão/Administração


Após concluídos os passos precedentes, irá ser direccionado automaticamente para a sua nova página profissional. Nesta fase, o Facebook irá guiando-o com pequenas dicas para saber o que saber e como fazer.
A página é semelhante à página pessoal, no entanto possui, na parte superior, um Painel de Administração, com todas as ferramentas para gerir a sua página.
Mas vamos saber mais um pouco sobre a funcionalidade e gestão da página da sua empresa.


1. Aqui pode editar a sua página e aceder a várias definições como: Actualizar Informação, Gerir Permissões, Administradores, Notificações, Registo de Actividade, Utilizadores Banidos e Mudar de Perfil.

2. Aqui pode partilhar e promover a sua página. Envie por e-mail, convide amigos, ou crie um anúncio.

3. Tenha acesso a toda a ajuda necessária caso surjam dúvidas. Pode também enviar a sua opinião.

4. Clique aqui para ocultar este painel de administração, e para que lhe surja apenas o perfil da sua página profissional.

5. Aqui pode ver com que perfil está a fazer as suas publicações. Pode alterar para o perfil da sua página, ou para o seu perfil pessoal.

6. Neste espaço recebe todas as notificações. Todas as mensagens, comentários, likes, novos seguidores, etc, são apresentados aqui.

7. As mensagens que os seus seguidores enviam para a sua página.

8. Todos os novos seguidores irão surgir aqui. Aqi também poderá convidar os seus amigos e os seus contactos a gostar da sua página, ou partilhá-la no seu perfil pessoal.

9. Este é um espaço muito importante na gestão de uma página. Aqui poderá ver as estatísticas, como publicações mais populares, dias e hora mais afluentes, etc. Pode daqui tirar várias conclusões para tirar o máximo de proveito da sua página.

10. Os amigos da sua rede pessoal surgem neste espaço para que os convide para a sua página.
Página de perfil profissional

Depois de ocultar o Painel de Administração acima apresentado, vai verificar que as funcionalidades são muito semelhantes às de um perfil pessoal. Como está no inicio de criação, é natural que muitas funcionalidades e funções ainda não apareçam, mas com o surgimento de likes/seguidores, irá verificar algumas alterações às quais facilmente se irá adaptar.

Vamos ver o básico que necessita saber:



1. Tal como num perfil pessoal, também na sua página pode colocar uma foto de capa. Tenha atenção para colocar algo cativante pois uma imagem vale mais que mil palavras.

2. A sua imagem de perfil.

3. Clique em Gosto, seja o primeiro a gostar da sua página, e assim que tiver mais seguidores, poderá ver a quantidade num pequeno quadrado em baixo.

4. Aqui poderá aceder a diversas opções:


5. Aqui poderá visualizar e aceder a vários conteúdos como imagens, vídeos, seguidores, etc.

6. Informação acerca da sua Empresa. Pode alterá-la sempre que quiser.

7. Tal como numa página pessoal, este é o espaço dedicado às publicações.

8. Aqui poderá ver toda a actividade da sua página. Assim que tiver likes, poderá ver aqui as publicações que, os seus seguidores partilham na sua página.

9. Clique aqui para Mostrar o Painel de Administração.

E pronto… assim fica finalizado o processo de criação de uma página no Facebook.

Fonte: Pplware

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

10 dicas para uma boa utilização do Facebook

A crescente utilização das redes sociais coloca cada vez mais em causa a privacidade dos seus utilizadores, por descuido dos mesmos ou por desconhecimento dos verdadeiros perigos que essas redes acarretam. O número de utilizadores do Facebook ascende aos mil milhões e todo o cuidado é pouco, principalmente quando envolve privacidade e interferência com a vida real.

Para o elucidar dos principais cuidados a ter, compilámos um top de 10 dicas que o ajudarão a ter mais cuidado e a controlar melhor a sua “vida virtual”.


Uma recente pesquisa do Pew Research Center Internet & American Life Project revela que a maioria dos utilizadores do Facebook actualiza os seus estados apenas algumas vezes por mês e nem todos os meses, sendo que um em cada seis utilizadores do Facebook nunca postou uma actualização no seu estado. No entanto, de acordo com a mesma pesquisa, dos utilizadores que actualizam o seu estado, as mulheres são quem mais o faz, com uma média de 21 actualizações por mês; já os homens fazem cerca de 6 actualizações.

Os perigos das redes sociais aumentam quando são partilhados detalhes da vida pessoal a estranhos, mas cabe a cada um dos utilizadores e respectivos amigos minimizar as consequências negativas das redes sociais.

Existem algumas dicas que podem ajudar a que a utilização no Facebook seja livre de problemas. Seguem 10 das práticas que devem ser seguidas:

1. Evite colegas de trabalho nas amizades do Facebook

A vida profissional e a vida pessoal devem manter-se separadas, mas a lista de amigos do Facebook muitas vezes junta os dois mundos. A criação de grupos, separando os amigos de trabalho dos outros, e a criação de permissões entre diferentes grupos, não garantem que uma publicação, que possa comprometer a conduta profissional, não venha a circular no local de trabalho, tornando a posição do utilizador/trabalhador constrangedora ou mesmo duvidosa.

O ideal neste caso é manter a conta do Facebook restrita à vida privada, sendo que a vida profissional pode ficar reservada, por exemplo, à rede social LinkedIn.

2. Não caia em esquemas ou fraudes

Diariamente surgem novas imagens ou métodos virais que são partilhados por milhares de pessoas, que prometem coisas como sorteios de smartphones, prémios de euromilhões ou até mensagens partilhadas que alegam a reserva de direitos de autor pelas publicações no Facebook.


Antes de partilhar, gostar ou comentar qualquer post duvidoso no Facebook deverá procurar a veracidade do mesmo. A privacidade que é dada a cada perfil pode levar alguns utilizadores a “confiarem” nas publicações dos amigos e serem levados a seguir este tipo de fraudes. Na dúvida, o melhor é ignorar.

3. Não partilhe informações pessoais em excesso

As discussões em páginas públicas do Facebook são frequentes e muitas vezes incluem insultos graves entre utilizadores. Essas discussões podem despoletar ameaças reais e a identidade e segurança dos utilizadores pode ficar comprometida quando o seu perfil é inundado de informações a seu respeito. A morada, local de trabalho, imagens do carro e da casa, tudo isso ao dispor de todos.

O próprio Facebook ajuda a ajustar as configurações de privacidade de modo a restringir a informação publicada. Pode fazê-lo a partir das Definições de privacidade.

4. Não tenha amigos estranhos

Será que todas as pessoas que conhecemos, com quem falámos uma vez, merecem a nossa confiança para ter acesso à informação que disponibilizamos no Facebook? E aquelas com quem nunca sequer falámos?


Apesar da maioria dos utilizadores ser consciente e prudente nesta questão, estima-se que cerca de 18% dos homens já aceitou um pedido de amizade de uma mulher desconhecida e 7% das mulheres aceitou o pedido de um homem desconhecido. Além disso, 5% de todos os utilizadores (no mundo das redes socias) aceitam qualquer pedido de amizade.

5. Não faça publicidade gratuita

Quando se activa alguma aplicação associada a uma marca é habitual que, cada vez que se interage com ela, seja publicado no perfil do utilizador e no feed de notícias dos seus amigos publicidade inerente à aplicação. Além disso, o seu perfil ainda pode surgir como utilizador da aplicação na própria página da marca. Mas pode limitar esta publicação. Basta aceder às definições de privacidade e editar as definições de Anúncios, aplicações e sites > Aplicações que utilizas, seleccionar a aplicação pretendida e no parâmetro Pública em teu nomeseleccionar a opção Apenas eu.


6. Não seja irónico ou sarcástico

Fazer publicações ou comentários a posts em tom irónico ou sarcástico, mesmo que a intenção seja a de “brincar” com a situação, pode ser mal interpretado e causar constrangimentos desnecessários. Segundo consta, esse tipo de desentendimentos já causou muitos divórcios.

7. Não permitir que os amigos o identifiquem em fotos ou comentários embaraçosos

Antigamente dizia-se “o que se passa na noite, fica na noite”, mas actualmente é frequente que o que se passa (seja de noite ou de dia) segundos depois aparece no Facebook, e nem sempre são coisas que se queiram partilhar na cronologia.

Há já algum tempo que o Facebook tem nas definições de privacidade a opção de “revisão de identificações” que possibilita a permissão da identificação e publicação de fotos na cronologia do utilizador feitas por um amigo.


É também possível eliminar qualquer publicação indesejável na própria cronologia ou através da publicação do amigo, como demonstra a imagem abaixo.


8. Não publique assuntos privados na cronologia

Frequentemente vêem-se os mais íntimos desabafos no feed de notícias ou desenvolvimentos de conversas pessoais em comentários a posts. Pode não ser grave, já que cada um divulga o que quer da sua vida, mas quando esses desabafos e conversas envolvem outras pessoas, a situação pode provocar alguns constrangimentos dada a divulgação de privacidade alheia.

9. Não deixe a sua caixa de e-mail entupir com notificações do Facebook

A maioria das notificações do Facebook no e-mail são inúteis,Para as desactivar basta ir a Definições de conta >Notificações > E-mail e defini-las à sua medida, evitando assim perda de tempo com e-mails desnecessários.


10. Não deixe que o Facebook o siga

Há uns meses foi reportada uma falha, uma espécie de abuso de confiança por parte do Facebook, que permitia que o utilizador fosse monitorizado mesmo após o logout. Esse mecanismo estava presente nos cookiesarmazenados pelo browser em utilização e permitiam dar a conhecer, ilicitamente, a forma como um utilizador navega pela Web.

Se utiliza o Facebook com pouca frequência, há ferramentas que pode utilizar para limpar ou inibir esses mecanismos, como é o caso do PrivacyFix falado recentemente no Pplware. A par disso, nos dispositivos móveis, a app Facebook (ou até a partir do browser) pede permissão para conhecer a sua localização, aparentemente para tratar informação adicional relativa ao local de publicação de um post ou para marcar uma foto. Se acha que não quer ser “seguido” a esse nível, então deve repensar a sua posição antes de aceitar as condições de utilização das apps móveis.

Fonte: Pplware

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Guia do Facebook: Como criar uma conta na rede social?

Saiba como criar uma conta no Facebook

Para todos aqueles que gostam de redes sociais e adoram o Facebook, decidimos criar uma nova rubrica, destinada à clarificação de determinadas funcionalidades do Facebook, pequenos tutoriais e dicas que pensamos ser úteis não só para quem já utiliza esta rede social, mas também para quem está a pensar iniciar-se neste pequeno mundo, dito ‘virtual’.

Desta forma, faz todo o sentido que o primeiro post que inicia esta rubrica, se destine a clarificar como é que, no final de contas, se cria uma conta no Facebook.

Pode parecer uma acção inerente ao senso comum, no entanto existem pessoas que não sabem, nomeadamente as que não estão familiarizadas com as tecnologias.

Vamos lá então saber: Como se cria uma conta no Facebook?


Antes de começarmos, vamos aqui deixar uma breve descrição do que é o Facebook:

O Facebook é uma rede social que surgiu no ano de 2004, e teve como fundador Mark Zuckerberg, na altura um estudante de Harvard. A missão do Facebook é a de colocar o mundo aberto e ligado, e as pessoas utilizam-no para manter contacto com amigos e família, para saber o que se passa no mundo, assim como para partilharem e expressarem aquilo que lhes vai na alma. Actualmente são mais de mil milhões os utilizadores activos mensalmente (Outubro, 2012).

Então, para criarmos uma conta no Facebook, temos aceder ao link da rede social: Facebook.

Nessa página irá aparecer-nos algo idêntico ao apresentado na imagem seguinte:


Antes de fazerem o registo, indiquem em que idioma querem que as informações/instruções vos apareçam. Essa indicação surge no final da página (indicado a vermelho na imagem).

Após escolherem, completem os vossos dados no Registo, com nome próprio, sobrenome, e-mail, palavra passe, sexo e data de nascimento.

Após clicar em ‘Regista-te’, receberá um e-mail para que confirme o seu registo.

Para informação, aceda aqui aos Termos e Políticas do Facebook.

Encontrar amigos

Depois de feito o registo, pode facilmente encontrar os seus amigos, ou pedir-lhe que também se registem, através somente do seu endereço de e-mail.


Se, por acaso, já tiver pedidos de amizade ou a rede social reconhecer que tem contactos que pode conhecer, irá sugerir-lhe:


Informação de Perfil

Neste passo, ser-lhe-á pedido que indique informação básica que será exposta no ‘Sobre mim’ do seu perfil. Essa informação prende-se com a escola/universidade que frequentou ou que frequenta, assim como o seu empregador.


Mais uma vez, neste passo, se o Facebook reparar que existem pessoas na rede que têm aspectos em comum consigo, como a mesma escola/mesmo trabalho, vai sugerir que os adiciona como amigos.

Colocar uma foto de perfil

Este é um dos passos mais importantes, uma vez que esta é uma rede social que se baseia muito na imagem, e os utilizadores dão sempre especial importância e atenção às fotografias.


Para colocar uma imagem no seu perfil, basta carregar uma foto do seu computador, ou simplesmente tirá-la com a sua webcam (caso tenha).

Página do Facebook – Feed de Notícias

No final de todos estes passos, irá então surgir-lhe, finalmente, a sua página do Facebook.

Primeiramente, surge-lhe a página do Feed de Notícias, onde recebe todas as actualizações dos seus amigos do Facebook, páginas de que gosta, subscrições, grupos, eventos, etc. Todas as actualizações serão apresentadas aqui.


Mas vamos agora saber qual a funcionalidade deste feed:

1. Aqui é onde recebe todos os pedidos de amizade que lhe são enviados. Pode aceitá, rejeitar, ou ignorar

2. Mensagens que recebe/envia

3. Todas as notificações da sua página, como comentários, likes, partilhas, etc.

4. Acede ao seu perfil

5. Encontre os seus contactos e amigos através de vários filtros como local, escola, trabalho, etc.

6. Aqui será direccionado para o feed de notícias

7. Todas as actualizações surgirão aqui, da mais recente para a mais antiga

8. Acesso rápido aos Favoritos como fotos, eventos e mensagens

9. Pode personalizar os seus amigos como família, relacionamento, amigos chegados, etc.

10. Aqui encontra todas as suas aplicações como jogos e música, que pode instalar e partilhar com os seus amigos

11. Todas as páginas que segue/gosta

12. Aqui pode verificar quais os seus amigos que se encontram disponíveis no chat. Pode colocar-se offline, ocupado, away ou disponível.

13. Pesquise por amigos, páginas, eventos, grupos, etc., que tenham uma conta no Facebook.

14. Aqui encontra todas as informações acerca do Facebook, opções para personalizar o seu perfil quanto a privacidade, bloqueios e funcionalidades, cancelar a sua conta, entre outras opções.

Página do Facebook – O Perfil Pessoal

Por fim, basta então clicar no seu perfil para editar e completar com os restantes dados.


Depois de começar a explorar, vai verificar que é tudo muito simples e rápido. Mas até lá, vamos explicar para que serve o quê:

1. Este é um útil guia para que saiba o que fazer, onde fazer e como fazer aqui no seu perfil.

2. A sua foto de perfil. Basta clicar na imagem, ou no botão ‘+ Adicionar foto de perfil’, para que carregue do seu computador, das suas fotos no Facebook, ou tirar uma com a webcam.

3. Este é a sua imagem de capa. Clique em ‘Adicionar uma capa’ e escolha das suas fotos do Facebook ou carregue do seu computador.

Para os mais criativos, a foto de perfil e imagem de capa são autênticas obras de arte:


4. Aqui pode aceder e actualizar toda a sua informação, desde trabalho, data de nascimento, escolas, estado civil, etc. A imagem abaixo demonstra quais os campos que pode actualizar:


5. Aqui irá surgir-lhe todo o registo da sua actividade no Facebook, como posts, likes, pessoas das quais se tornou amiga, páginas, etc.

6. Neste espaço pode escolher ver o ser perfil como um outro utilizador, de forma a confirmar as suas definições (por exemplo quando quer que determinada informação apenas seja acedida por amigos).

7. Cada quadrado diz respeito a uma categoria como amigos, fotos, subscritores, mapa, etc, e são uma forma rápida de aceder as seus conteúdos.

8. Este é o espaço que vai alimentar a sua página no Facebook. É aqui que vai colocar todas as suas publicações, imagens, textos, eventos de vida, notícias, fotografias, etc.. e que posteriormente serão visualizadas e comentadas pelos seus amigos.

9. Em cada publicação, poderá escolher se a partilha publicamente, só com amigos, apenas para si, ou personalizar a seu gosto.

Vamos partilhar algo com o Mundo inteiro?

Agora que tem uma conta no Facebook com todos os seus dados, e tem alguns amigos que fazem parte da sua lista de contactos, vamos fazer aquilo para o qual o Facebook foi criado: partilha de informação.

Vamos então clicar novamente no Feed de notícias, que agora surge com nova cara, e escrever/colocar qualquer coisa na caixinha que diz ‘Em que estás a pensar?’


Espero que este tutorial tenha sido esclarecedor para quem se quer iniciar agora na criação de uma página no Facebook, mas que também possa ter clarificado algumas dúvidas de alguns utilizadores que já têm conta mas ainda não sabem bem para que serve o quê.

Fonte: Pplware

Partilha