Hoje, trago aqui uma questão pertinente e atual, as férias escolares, que aliás é um tema comun na sequência de um manifesto, assinado por vários blogues ligados à Educação.
Trago aqui, a opinião do Paulo Guinote sobre o tema e que foi publicado no seu blogue O Meu Quintal:
Como o tema não é para esgotar com um só texto, vou deixar aqui apenas algumas linhas básicas sobre o assunto.
Em primeiro lugar, as férias escolares deve(ria)m ter como critério principal a adequação dos períodos lectivos/não lectivos aos ritmos de trabalho dos alunos, em especial dos mais novos, o que significa que me parecem absolutamente excessivos períodos contínuos superiores a 2 meses (8-9 semanas) para os alunos até ao 2º ciclo e talvez mesmo 3º ciclo. Períodos curtos de férias de uma semana, a intercalar os de trabalho, só trariam vantagens e reduziriam bastante o desgaste dos alunos e o declínio de resultados ao finalizar dos períodos.
Em segundo lugar, parece-me disparatado ignorar a latitude de cada zona e as suas condições climatéricas. Há zonas onde são necessárias pausas de Inverno mais longas e zonas onde o Estio aconselha a que pelo solstício de Verão (hemisfério Norte) já não existam aulas e assim permaneçam as coisas até perto do equinócio do Outono. Se as férias ficam muito longas assim? Podemos discutir formas de minorar esse problema, com “escolas de férias” a funcionar de forma correcta.
Em terceiro lugar, as férias escolares devem obedecer a uma lógica própria e não estarem vulneráveis aos humores e condicionalismos exógenos de uma sociedade organizada de forma desadequada e injusta, nomeadamente ao nível das condições de trabalho dos pais e famílias dos alunos. Uma sociedade justa, que efectivamente se preocupe em proteger as novas gerações, não se organiza na inversa…. submetendo crianças e jovens, desde cedo na vida a lógicas de explicação laboral. Deve organizar-se de forma a permitir que as crianças estejam em ambiente familiar a maior parte do seu dia e da sua vida. Por isso, a chamada escola a tempo inteiro é uma forma de regressão civilizacional e espanta-me muito que seja muita gente “de Esquerda” a defendê-la, rendendo-se às exigências do sistema capitalista de organização do trabalho.
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domingo, 10 de julho de 2016
sábado, 2 de julho de 2016
Doze meses de Escola por ano ou chegam onze?
Parece claro que seria desejável que com maior antecedência e também estabilidade fosse conhecido o calendário escolar que facilite a melhor organização das escolas e também das famílias.
A propósito desta questão que envolve o período de férias um dirigente da Confap, José Gonçalves afirmou que seria importante que as escolas permanecessem abertas com actividades lúdicas pois, cito do Público, "As crianças poderiam ficar na escola, que é o espaço em que os pais mais confiam. Além disso, era uma forma de os alunos verem ali não apenas um sítio de trabalho,mas também de lazer e diversão. Os alunos passam a gostar de estar na escola e, quando isso acontece, acabam por beber os conhecimentos que lhes transmitem."
Antes de algumas notas umas pequenas dúvidas, a saber:
As escolas estariam abertas 12 meses por ano ou seriam suficientes 11 meses conforme o presidente da Confap defendia há um ano?
A escola é “o espaço em que os pais mais confiam”, o espaço em que mais delegam competências, o espaço em que mais depositam os filhos, ou o espaço em que se sentem obrigados a deixar os filhos por falta de alternativas?
A generalidade das pessoas adoraria ter um programa de actividades lúdicas no seu local de trabalho durante as férias e ficaria com uma muito melhor relação com essa instituição pois seria um local de trabalho e um excelente parque de diversões?
Mais a sério e retomando notas antigas
O facto deste tempo tão grande de permanência na escola ser algo de pouco comum na generalidade dos países não me parece relevante como argumento embora mereça atenção.
A ideia de no sistema educativo que temos e no modelo de sociedade em que vivemos proporcionar onze meses (pelo menos) de estadia na escola é insustentável.
É verdade, sentimos todos, que os estilos de vida actuais colocam graves problemas às famílias para assegurarem a guarda das crianças em horários não escolares. A resposta tem sido prolongar a estadia dos miúdos nas instituições escolares radicando no que considero um equívoco, o estabelecimento de uma visão de “Escola a tempo inteiro” em vez de “Educação a tempo inteiro”. A Confap insiste neste caminho.
No actual quadro de organização das escolas os alunos podem estar na escola entre as 8h (ou 7:30 em algumas escolas) e as 19h (19:30 em algumas escolas), é obra!
É preciso o maior dos esforços, espaços, equipamentos e recursos humanos qualificados para que se não transforme a escola numa “overdose” asfixiante para muitos miúdos e um clima pouco positivo de trabalho para todos profissionais que nela trabalham.
É verdade que existem boas práticas neste universo mas também conhecemos situações em que se verifica a dificuldade óbvia e esperada de encontrar recursos humanos com experiência e formação em trabalho não curricular com crianças a partir dos seis anos.
Acresce que muitas escolas, fruto da concentração de alunos e do número de alunos por turma, não possuem espaços ou equipamentos que permitam com facilidade o desenvolvimento de actividades fora do figurino mais habitual de actividades de natureza escolar.
Em muitas situações, apesar do empenho dos profissionais (alguns não o são por falta de qualificação adequada), apesar dos alunos estarem “guardados” o benefício imediato é quase nulo e a consequência a prazo poderá ser a desmotivação, no mínimo.
Neste quadro, manter aos alunos onze meses na escola é de um enorme risco.
Creio que a Confap andaria melhor se promovesse, dentro das suas competências, a discussão sobre a organização do trabalho, os horários e políticas de família, para que as famílias, quando fosse possível evidentemente, pudessem ter alternativas de horários laborais que lhes permitissem mais disponibilidade para os filhos.
Seria também de explorar a possibilidade de recorrer a outros serviços e equipamentos das comunidades, desportivos ou culturais, por exemplo, que respondessem às necessidades de crianças e jovens e não mantê-los na escola, a resposta mais fácil mas com inconvenientes que me parecem claros. Aqui sim, parece-me importante o papel das autarquias.
Na mesma lógica da pretensão expressa pela Confap por que não avançar com a proposta de que as escolas estejam abertas, por exemplo, à sexta à noite de modo a permitir vida cultural ou social dos pais?
Sim, é anedótico e demagógico mas trata-se de sublinhar que, por um lado, a escola não pode ser a solução para todos os problemas das famílias, crianças e jovens e, por outro lado, nem sempre os interesses dos pais coincidem com os interesses dos filhos.
Fonte: Atenta Inquietude
A propósito desta questão que envolve o período de férias um dirigente da Confap, José Gonçalves afirmou que seria importante que as escolas permanecessem abertas com actividades lúdicas pois, cito do Público, "As crianças poderiam ficar na escola, que é o espaço em que os pais mais confiam. Além disso, era uma forma de os alunos verem ali não apenas um sítio de trabalho,mas também de lazer e diversão. Os alunos passam a gostar de estar na escola e, quando isso acontece, acabam por beber os conhecimentos que lhes transmitem."
Antes de algumas notas umas pequenas dúvidas, a saber:
As escolas estariam abertas 12 meses por ano ou seriam suficientes 11 meses conforme o presidente da Confap defendia há um ano?
A escola é “o espaço em que os pais mais confiam”, o espaço em que mais delegam competências, o espaço em que mais depositam os filhos, ou o espaço em que se sentem obrigados a deixar os filhos por falta de alternativas?
A generalidade das pessoas adoraria ter um programa de actividades lúdicas no seu local de trabalho durante as férias e ficaria com uma muito melhor relação com essa instituição pois seria um local de trabalho e um excelente parque de diversões?
Mais a sério e retomando notas antigas
O facto deste tempo tão grande de permanência na escola ser algo de pouco comum na generalidade dos países não me parece relevante como argumento embora mereça atenção.
A ideia de no sistema educativo que temos e no modelo de sociedade em que vivemos proporcionar onze meses (pelo menos) de estadia na escola é insustentável.
É verdade, sentimos todos, que os estilos de vida actuais colocam graves problemas às famílias para assegurarem a guarda das crianças em horários não escolares. A resposta tem sido prolongar a estadia dos miúdos nas instituições escolares radicando no que considero um equívoco, o estabelecimento de uma visão de “Escola a tempo inteiro” em vez de “Educação a tempo inteiro”. A Confap insiste neste caminho.
No actual quadro de organização das escolas os alunos podem estar na escola entre as 8h (ou 7:30 em algumas escolas) e as 19h (19:30 em algumas escolas), é obra!
É preciso o maior dos esforços, espaços, equipamentos e recursos humanos qualificados para que se não transforme a escola numa “overdose” asfixiante para muitos miúdos e um clima pouco positivo de trabalho para todos profissionais que nela trabalham.
É verdade que existem boas práticas neste universo mas também conhecemos situações em que se verifica a dificuldade óbvia e esperada de encontrar recursos humanos com experiência e formação em trabalho não curricular com crianças a partir dos seis anos.
Acresce que muitas escolas, fruto da concentração de alunos e do número de alunos por turma, não possuem espaços ou equipamentos que permitam com facilidade o desenvolvimento de actividades fora do figurino mais habitual de actividades de natureza escolar.
Em muitas situações, apesar do empenho dos profissionais (alguns não o são por falta de qualificação adequada), apesar dos alunos estarem “guardados” o benefício imediato é quase nulo e a consequência a prazo poderá ser a desmotivação, no mínimo.
Neste quadro, manter aos alunos onze meses na escola é de um enorme risco.
Creio que a Confap andaria melhor se promovesse, dentro das suas competências, a discussão sobre a organização do trabalho, os horários e políticas de família, para que as famílias, quando fosse possível evidentemente, pudessem ter alternativas de horários laborais que lhes permitissem mais disponibilidade para os filhos.
Seria também de explorar a possibilidade de recorrer a outros serviços e equipamentos das comunidades, desportivos ou culturais, por exemplo, que respondessem às necessidades de crianças e jovens e não mantê-los na escola, a resposta mais fácil mas com inconvenientes que me parecem claros. Aqui sim, parece-me importante o papel das autarquias.
Na mesma lógica da pretensão expressa pela Confap por que não avançar com a proposta de que as escolas estejam abertas, por exemplo, à sexta à noite de modo a permitir vida cultural ou social dos pais?
Sim, é anedótico e demagógico mas trata-se de sublinhar que, por um lado, a escola não pode ser a solução para todos os problemas das famílias, crianças e jovens e, por outro lado, nem sempre os interesses dos pais coincidem com os interesses dos filhos.
Fonte: Atenta Inquietude
terça-feira, 28 de junho de 2016
Ano letivo de dois semestres em vez de três períodos?
Os directores escolares defendem que o ano lectivo no ensino básico e secundário devia ser dividido em apenas dois semestres, tal como acontece no ensino superior, em vez dos actuais três períodos.
"A ano lectivo devia ter apenas duas épocas de avaliação: em Fevereiro e no final do ano, mantendo-se as pausas que já existem, do Natal, Carnaval e Páscoa", defendeu Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP).
No final de Março, directores das escolas estiveram reunidos com a equipa liderada pelo ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, a quem apresentaram esta proposta, mas a proposta de calendário escolar publicada em Diário da República na sexta-feira voltou a definir mais um ano lectivo dividido em três períodos.
Filinto Lima admite que a proposta foi apresentada "um pouco tarde" para conseguir mudanças imediatas: "Estas medidas exigem discussão e debate, se bem que junto dos directores e professores acolhem todo o interesse."
Os momentos de pausa e avaliação dos alunos do ensino básico e secundário coincidem com o calendário religioso do Natal e da Páscoa, havendo anos em que os períodos apresentam durações muito diferentes, como acontece no próximo ano lectivo.
"Vamos ter um primeiro período com 67 dias de aulas, o segundo terá 54 e o terceiro será de 29 dias, no caso dos alunos do 9.º, 11.º e 12.º ano", sublinhou Filinto Lima.
Os directores acreditam que ter apenas dois momentos de avaliação seria bom para o sucesso educativo e para o combate ao abandono escolar.
"Por exemplo, um aluno que tem negativa nos dois primeiros períodos, fica desmotivado e não acredita que consegue recuperar num período de apenas 29 dias", defendeu o presidente da ANDAEP, sublinhando que "é preciso vontade política para fazer a mudança".
O despacho de calendário escolar prevê ainda que os alunos do 1.º ciclo possam ter mais três semanas de aulas, uma alteração que Filinto Lima não critica, por entender que se trata de "um ciclo estruturante para os alunos".
O presidente da ANDAEP saudou ainda a decisão do ME em escolher de forma rotativa as disciplinas a que os alunos são alvo de avaliação, contrariando a política do executivo anterior que apostava na Matemática e na Língua Portuguesa.
"Achamos bem, para que não pensem que há áreas do saber de primeira e áreas de segunda. Claro que a Matemática e o Português são estruturantes, mas todas as disciplinas são importantes", defendeu.
No próximo ano, as provas de aferição dos estudantes do 2.º ano vão incidir sobre as disciplinas de Português, Matemática, Estudo do Meio e Expressões Artísticas e Físico-Motoras.
Já os alunos do 5.º ano vão ser avaliados sobre os seus conhecimentos a História e Geografia de Portugal e Matemática e Ciências Naturais.
Os estudantes do 8.º realizam provas a Ciências Naturais e Físico-Química e Português.
Apesar de os resultados das provas de aferição não contarem para nota, a sua realização é obrigatória e irá decorrer entre os meses de Maio e Junho. O ano lectivo começa entre os dias 9 e 15 de Setembro.
"A ano lectivo devia ter apenas duas épocas de avaliação: em Fevereiro e no final do ano, mantendo-se as pausas que já existem, do Natal, Carnaval e Páscoa", defendeu Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP).
No final de Março, directores das escolas estiveram reunidos com a equipa liderada pelo ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, a quem apresentaram esta proposta, mas a proposta de calendário escolar publicada em Diário da República na sexta-feira voltou a definir mais um ano lectivo dividido em três períodos.
Filinto Lima admite que a proposta foi apresentada "um pouco tarde" para conseguir mudanças imediatas: "Estas medidas exigem discussão e debate, se bem que junto dos directores e professores acolhem todo o interesse."
Os momentos de pausa e avaliação dos alunos do ensino básico e secundário coincidem com o calendário religioso do Natal e da Páscoa, havendo anos em que os períodos apresentam durações muito diferentes, como acontece no próximo ano lectivo.
"Vamos ter um primeiro período com 67 dias de aulas, o segundo terá 54 e o terceiro será de 29 dias, no caso dos alunos do 9.º, 11.º e 12.º ano", sublinhou Filinto Lima.
Os directores acreditam que ter apenas dois momentos de avaliação seria bom para o sucesso educativo e para o combate ao abandono escolar.
"Por exemplo, um aluno que tem negativa nos dois primeiros períodos, fica desmotivado e não acredita que consegue recuperar num período de apenas 29 dias", defendeu o presidente da ANDAEP, sublinhando que "é preciso vontade política para fazer a mudança".
O despacho de calendário escolar prevê ainda que os alunos do 1.º ciclo possam ter mais três semanas de aulas, uma alteração que Filinto Lima não critica, por entender que se trata de "um ciclo estruturante para os alunos".
O presidente da ANDAEP saudou ainda a decisão do ME em escolher de forma rotativa as disciplinas a que os alunos são alvo de avaliação, contrariando a política do executivo anterior que apostava na Matemática e na Língua Portuguesa.
"Achamos bem, para que não pensem que há áreas do saber de primeira e áreas de segunda. Claro que a Matemática e o Português são estruturantes, mas todas as disciplinas são importantes", defendeu.
No próximo ano, as provas de aferição dos estudantes do 2.º ano vão incidir sobre as disciplinas de Português, Matemática, Estudo do Meio e Expressões Artísticas e Físico-Motoras.
Já os alunos do 5.º ano vão ser avaliados sobre os seus conhecimentos a História e Geografia de Portugal e Matemática e Ciências Naturais.
Os estudantes do 8.º realizam provas a Ciências Naturais e Físico-Química e Português.
Apesar de os resultados das provas de aferição não contarem para nota, a sua realização é obrigatória e irá decorrer entre os meses de Maio e Junho. O ano lectivo começa entre os dias 9 e 15 de Setembro.
Fonte: Público
domingo, 26 de junho de 2016
Calendário Escolar - Ano letivo 2016/2017
ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO
1.º Período
Início Entre 9 e 15 de setembro de 2016
Termo 16 de dezembro de 2016
2.º Período
Início: 3 de janeiro de 2017
Termo: 4 de abril de 2017
3.º Período
Início: 19 de abril de 2017
Termo:
1.º – Férias de Natal: De 19 de dezembro de 2016 a 2 de janeiro de 2017
2.º – Carnaval: De 27 de fevereiro de 2017 a 1 de março de 2017
3.º – Férias da Páscoa: De 5 a 18 de abril de 2017
CALENDÁRIO DAS PROVAS DE AFERIÇÃO 2017
2º, 5º e 8º anos de escolaridade
1º CICLO
1ª fase
Português – 24 de maio – 9h30 (Já não se vai realizar!!!)
Matemática – 26 de maio – 9h30 (Já não se vai realizar!!!)
2ª fase
Português – 13 de julho – 9h30 (Já não se vai realizar!!!)
Matemática – 15 de julho – 9h30 (Já não se vai realizar!!!)
3º CICLO
1ª fase
Português – 17 de junho – 9h30
Matemática – 21 de junho – 9h30
2ª fase
Português – 15 de julho – 9h30
Matemática – 20 de julho – 9h30
1.º Período
Início Entre 9 e 15 de setembro de 2016
Termo 16 de dezembro de 2016
2.º Período
Início: 3 de janeiro de 2017
Termo: 4 de abril de 2017
3.º Período
Início: 19 de abril de 2017
Termo:
- 6 de junho de 2017 – para os alunos dos 9.º, 11.º e 12.º anos ;
- 16 de junho de 2017 – para os alunos do 5.º, 6.º, 7.º, 8.º e 10.º anos;
- 23 de junho de 2017 – para os alunos do 1.º, 2.º, 3.º e 4.º anos.
1.º – Férias de Natal: De 19 de dezembro de 2016 a 2 de janeiro de 2017
2.º – Carnaval: De 27 de fevereiro de 2017 a 1 de março de 2017
3.º – Férias da Páscoa: De 5 a 18 de abril de 2017
CALENDÁRIO DAS PROVAS DE AFERIÇÃO 2017
2º, 5º e 8º anos de escolaridade
1º CICLO
2º ano
Expressões Artísticas e Físico-Motoras – Entre 2 e 9 de maio
Português e Estudo do Meio – 19 de junho – 9h00
Matemática e Estudo do Meio – 21 de junho – 9h00
2º CICLO
5º ano
História e Geografia de Portugal – 8 de junho – 9h00
Matemática e Ciências Naturais – 12 de junho – 11h00
3º CICLO
8º ano
Ciências Naturais e Físico-Químicas – 8 de junho – 11h00
Português – 12 de junho – 9h00
CALENDÁRIO DAS PROVAS FINAIS DO 3º CICLO 2017
9º ano de escolaridade
3º CICLO (9º ano)
1ª Fase
PLNM (93) (94) – 19 de junho – 9h30
Português (91) – 22 de junho – 9h30
Português Língua Segunda (95) – 22 de junho – 9h30
Matemática (92) – 27 de junho – 9h30
Afixação de pautas: 14 de julho
Afixação dos resultados dos processos de reapreciação: 14 de agosto
2ª Fase
PLNM (93) (94) – 20 de julho – 9h30
Português (91) – 21 de julho – 9h30
Português Língua Segunda (95) – 21 de julho – 9h30
Matemática (92) – 24 de julho – 9h30
Afixação de pautas: 4 de agosto
Afixação dos resultados dos processos de reapreciação: 25 de agosto
Calendário das provas finais de ciclo – 2016
1º CICLO
1ª fase
Português – 24 de maio – 14h00 (Já não se vai realizar!!!)
Matemática – 26 de maio – 14h00 (Já não se vai realizar!!!)
2ª fase
Português – 13 de julho – 9h30 (Já não se vai realizar!!!)
Matemática – 15 de julho – 9h30 (Já não se vai realizar!!!)
2º CICLO
Expressões Artísticas e Físico-Motoras – Entre 2 e 9 de maio
Português e Estudo do Meio – 19 de junho – 9h00
Matemática e Estudo do Meio – 21 de junho – 9h00
2º CICLO
5º ano
História e Geografia de Portugal – 8 de junho – 9h00
Matemática e Ciências Naturais – 12 de junho – 11h00
3º CICLO
8º ano
Ciências Naturais e Físico-Químicas – 8 de junho – 11h00
Português – 12 de junho – 9h00
CALENDÁRIO DAS PROVAS FINAIS DO 3º CICLO 2017
9º ano de escolaridade
3º CICLO (9º ano)
1ª Fase
PLNM (93) (94) – 19 de junho – 9h30
Português (91) – 22 de junho – 9h30
Português Língua Segunda (95) – 22 de junho – 9h30
Matemática (92) – 27 de junho – 9h30
Afixação de pautas: 14 de julho
Afixação dos resultados dos processos de reapreciação: 14 de agosto
2ª Fase
PLNM (93) (94) – 20 de julho – 9h30
Português (91) – 21 de julho – 9h30
Português Língua Segunda (95) – 21 de julho – 9h30
Matemática (92) – 24 de julho – 9h30
Afixação de pautas: 4 de agosto
Afixação dos resultados dos processos de reapreciação: 25 de agosto
Calendário das provas finais de ciclo – 2016
1º CICLO
1ª fase
Português – 24 de maio – 14h00 (Já não se vai realizar!!!)
Matemática – 26 de maio – 14h00 (Já não se vai realizar!!!)
2ª fase
Português – 13 de julho – 9h30 (Já não se vai realizar!!!)
Matemática – 15 de julho – 9h30 (Já não se vai realizar!!!)
2º CICLO
1ª fase
Português – 24 de maio – 9h30 (Já não se vai realizar!!!)
Matemática – 26 de maio – 9h30 (Já não se vai realizar!!!)
2ª fase
Português – 13 de julho – 9h30 (Já não se vai realizar!!!)
Matemática – 15 de julho – 9h30 (Já não se vai realizar!!!)
3º CICLO
1ª fase
Português – 17 de junho – 9h30
Matemática – 21 de junho – 9h30
2ª fase
Português – 15 de julho – 9h30
Matemática – 20 de julho – 9h30
terça-feira, 25 de junho de 2013
Calendário Escolar e Calendário de Exames 2013/2014
Foi publicado hoje o Despacho nº 8248/2013, de 25 de Junho, que Estabelece o Calendário Escolar e o Calendário de Exames para o ano letivo 2013-2014.
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