Mostrar mensagens com a etiqueta Paulo Portas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Paulo Portas. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

O guião!...

O guião para “um Estado melhor” que o vice-presidente tem andado a preparar há uma data de tempo é, formalmente, uma bosta.

A forma do documento, da sua estrutura e redacção às referências bibliográficas, faz parecer que foi literalmente depositado no papel com o mesmo cuidado com que um ruminante deposita na relva a obra da sua digestão.

E, a julgar pelo conteúdo, a vaca vivia em Fukushima!

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Bilderberg e o futuro governo – Que fazer?



Ao que parece, os senhores do Clube Bilderberg, que seguram os cordéis com que fazem mover muitos dos títeres que, alegadamente, governam vários países do mundo “civilizado”, já estão a decidir o futuro próximo de Portugal.
Como facilmente se pode confirmar, estes senhores têm quase sempre apostado nos cavalos que acabam por ganhar as corridas para ficar à frente dos governos. Ora, tantos “acertos” só se conseguem com jogo viciado.
Como, pelos vistos, no “rating” do Bilderberg, o governo de Passos Coelho já passou a “lixo”, há que convidar os senhores que se seguem.
Claro que, a menos que algo de surpreendentemente corajoso aconteça no Partido Socialista, o senhor que se segue à frente de um governo será António José Seguro... o Bilderberg quere-o lá, para começar a mostrar-lhe os cantos da casa.
Acautelando a hipótese de Seguro não ter maioria absoluta, o Bilderberg também já decidiu com quem ele deverá fazer uma coligação: Paulo Portas.
E lá vão, os dois, brunir com a suas línguas os carpins dos senhores do Bilderberg... gastas que já estão as botas, à força de tanta lambidela.
Portanto, resumindo, a menos que algo de surpreendentemente corajoso aconteça no nosso país... teremos, dentro de algum tempo, um governo em que o primeiro-ministro será António José Seguro... e o número 1 do governo será Paulo Portas.

Que fazer?

Fonte: Cantigueiro

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Os reveses das concordâncias


Nem tudo o que brilha é ouro,
nem tudo o que parece é,
e por aí fora...


A discordância entre Pedro Passos Coelho e Paulo Portas... Hum...
Esta divergência que agitou as águas, e os lamaçais, entre os activos políticos e a ávida comunicação social pode ser a evidência de agitadas correntes profundas, como poderá ser um mero ondular superficial após umas pedritas atiradas ao charco.
Não sei, digo eu...
Não é só o Prof. Marcelo que gosta de construir, ou constituir, factos políticos.

Não percebo bem aquelas caras de "G'anda bronca" com que abriram os telejornais, mas é natural, há tanta coisa que eu não percebo bem, sobretudo nos telejornais.
Pois. Mas eu gosto de uma agitaçãozinha, gosto de uma discordância saudável...
E também gosto, depois, de ver os chicos--espertos a engolirem os sapinhos todos.

A discordância é boa, trás luz e ideias, anima as hostes, afirma pluralidade e aguça o engenho.
Às vezes a discordância nem o é, trata-se apenas de um mero exercício técnico ou tático.
Um governo, mesmo que, de coligação não tem de ser um espelho da irmandade "Dupond et Dupont" das histórias do Tintin. Essa versão pode até tornar-se bastante ridícula e inverosímil, como adiante demonstrarei.

Esperemos para ver... Não vale a pena pintar já a manta!


Viva a discórdia!

Fonte: Real Gana



Partilha