Fonte: Visual.ly
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quarta-feira, 4 de setembro de 2013
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Leituras para Férias... A grande de fome de Mao - Frank Dikotter
Como tudo indica que nunca tenha lido nada sobre as catástrofes produzidas pelos partidos comunistas aqui está uma proposta de leitura para Catarina Martins e outros que por aí debitam aquele discurso da matraca!
Se depois de ler continuar com aquele ar celestial ao mesmo tempo que diz as maiores barbaridades é porque não presta mesmo. Se não ler continua a não prestar. Não há pior do que ser uma iluminada ignorante.
Por cá, juntamente com a Grécia - não por acaso - ainda se vota em partidos cúmplices de genocídios políticos.
Fonte: Banda Larga
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Leituras para Férias... O Jogo do Leão - Nelson DeMille
Sinopse
O voo transcontinental oriundo de Paris está a chegar a Nova Iorque mas ninguém consegue contactar o piloto via rádio. No voo está Asad Khalil, um dissidente líbio que vai ser recebido pela Brigada Federal Antiterrorista. Mas quando o avião aterra, toda a gente a bordo está morta – à exceção de Khalil, que desaparece depois de atacar a sede da Brigada no aeroporto.
O ex-polícia de Nova Iorque John Corey, agora um agente contratado pela Brigada e a sua parceira Kate Mayfield vão seguir um rasto de fumo e de sangue atrás do fugitivo. A presa que perseguem é um inimigo com a astúcia de um homem e a ferocidade de um leão. Para vencer um jogo desesperado e sem regras, terão de forjar uma estratégia que não deixe absolutamente nada ao acaso.
O ex-polícia de Nova Iorque John Corey, agora um agente contratado pela Brigada e a sua parceira Kate Mayfield vão seguir um rasto de fumo e de sangue atrás do fugitivo. A presa que perseguem é um inimigo com a astúcia de um homem e a ferocidade de um leão. Para vencer um jogo desesperado e sem regras, terão de forjar uma estratégia que não deixe absolutamente nada ao acaso.
Fonte: Porta-Livros
sábado, 3 de agosto de 2013
Leituras para Férias...
de Nuno Markl
Humor
Divina Comédia, 2013
Humor
Divina Comédia, 2013
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Há conflito de interesses na actividade de muitos deputados
Jornalista investigou durante oito meses as actividades paralelas dos deputados e os cargos dos ex-políticos nas empresas do PSI20
Quem são os privilegiados em Portugal?
A classe política, os ex-políticos, os ex- -governantes. Não digo que seja só a classe política, mas é uma classe privilegiada. Sobretudo tendo em conta o discurso moralista do actual executivo sobre os portugueses, dizendo que têm vivido acima das suas possibilidades. Através da investigação deste livro pode perguntar -se se não é a classe política que tem vivido acima das possibilidades de Portugal. Não é tanto pelas remunerações ou pelas regalias - de que beneficiam de facto -, mas porque é que são ex-governantes a liderar grandes empresas? Pela sua competência e mérito ou pela sua influência e pelos seus contactos?
No livro opta por não fazer juízos de valor relativamente aos casos que apresenta. Porque fez essa opção?
Dou espaço ao leitor para tirar as suas conclusões. Fiz isso por respeito ao leitor e para o levar a pensar. Tive em conta o paradigma clássico do jornalismo que não é opinar, é mais informar e contextualizar e levar a reflectir sobre os assuntos. Também aconteceu porque foi uma investigação para a qual parti sem ideias pré- -concebidas.
Quanto tempo demorou essa investigação?
Cerca de oito meses. Já tinha abordado alguns destes temas em artigos para a "Sábado" e para a "Exame". O livro permitiu-me fazer uma actualização e um aprofundamento da investigação. Acabei por descobrir que alguns deputados tinham omitido informação super-relevante. Permitiu-me também fazer uma análise, já com algum tempo decorrido da legislatura, e chegar à conclusão de que alguns deputados diziam que não havia conflitos de interesses entre a sua actividade parlamentar e a sua actividade profissional, mas através das suas intervenções na Assembleia da República deparei-me com claros indícios desse conflito. Comprovei que eles existem de facto na actividade parlamentar de muitos deputados, que apresento no livro.
Escreve sobre deputados que fazem parte de determinadas comissões parlamentares e ao mesmo tempo têm participações em empresas nos sectores que essas comissões fiscalizam. O que é que isso diz sobre a comissão de Ética, que deveria fiscalizar a existência destes conflitos de interesses?
A comissão não tem punido nenhum destes casos. Desde logo porque a lei é demasiado permissiva e porque a comissão de Ética é pouco pró-activa. Um dos casos que apresento é o da Construtora do Caramulo. Da primeira vez que falei com o deputado do PSD António Leitão Amaro [actualmente Secretário de Estado da Administração Local], que detém 14% da empresa, fiquei com a impressão que até seria uma empresa ligada às obras públicas. Depois voltei a investigar e descobri que é um nome ilusório porque se desdobra em participações numa rede de empresas ligadas a dirigentes do PSD, nomeadamente o pai do próprio deputado. Havia ligações a empresas de energia eólica ao mesmo tempo que este deputado estava na comissão do Ambiente. A comissão de Ética não investiga, não vai à procura?
Mas a maior parte do que apresenta no livro é tirado de fontes públicas ao dispor de qualquer um?
Falei com o deputado Mendes Bota [presidente da comissão de Ética] e ele disse--me que não são pró-activos na investigação. Talvez investiguem se houver denúncias. Outro problema é que a comissão é constituída por deputados e trata-se de uma situação de autofiscalização. Mesmo que as pessoas tenham independência para o fazer - o deputado Mendes Bota tem tido declarações corajosas, como quando disse que as sociedades de advogados tinham tomado de "assalto" os lugares de topo do parlamento -, é muito difícil fazê-lo dentro do sistema, dentro dos próprios partidos.
Mas encontrou irregularidades face à lei. Espera algum tipo de repercussões?
Há casos em que há indícios de deputados que estão a ferir a lei. Nomeadamente Miguel Freitas (PS), que a partir de determinada altura em que o governo de Sócrates ia cair e estava em gestão - ele acha que não estava em plenitude de funções, mas eu fui ver à lei e os deputados mantêm-se em plenitude de funções até haver novas eleições - e tornou-se sócio gerente de uma empresa, com uma participação superior aos 10% permitidos pela lei, que firmou um contrato com o Governo Regional dos Açores para a concepção de um plano regional de desenvolvimento. Há indícios claros de ilegalidade. Não sei o que poderia acontecer. Perder o mandato? Macário Correia perdeu o mandato actual por ilegalidades cometidas noutra câmara. Há também o caso de Ana Catarina Mendes (PS), que tem uma participação de 9,5% numa empresa de consultoria - e o seu marido, Paulo Pedroso, tem também uma participação que se desconhece - com contratos com o Estado. Os valores nem são os mais graves ou preocupantes, mas a lei está a ser desrespeitada. Encontrei muitos casos de participações entre 8% e 10%. A própria lei está mal feita, porque é diferente ter 10% de uma livraria ou 10% de uma grande empresa.
Encontrou 117 deputados em 230 que mantêm outros trabalhos para além da actividade parlamentar. Do que investigou, acha que é possível compatibilizar a vida profissional com as exigências do trabalho na Assembleia da República?
Fiz entrevistas a deputados estrangeiros (suecos, dinamarqueses e britânicos) e perguntei-lhes se havia uma lei mais restritiva nos seus parlamentos quanto a conflitos de interesses e incompatibilidades face a actividades paralelas. Todos me responderam que nem sequer há lei. Disseram que isso é extremamente invulgar porque não têm disponibilidade para outras actividades. O trabalho parlamentar ocupa-lhes sete dias por semana. A maioria não se lembrava de nenhum caso. Isso levanta a questão da razão por que em Portugal há deputados com três ou quatro actividades paralelas. É estranho. O leitor, relativamente aos dados apresentados no livro, tirará as suas conclusões.
No que diz respeito a outras incompatibilidades, com ex-governantes a assumirem cargos de destaque em empresas do PSI 20 pouco tempo depois de abandonarem o poder político, conseguiu compreender porque é que isto acontece?
Tentei dar duas perspectivas dissonantes. Seria fácil encontrar 30 opiniões que considerassem esses ex-políticos corruptos. Ouvi opiniões diferentes. João César das Neves, professor na Faculdade de Economia da Universidade Católica, levanta a hipótese de que os governantes serem convidados por causa da sua influência política ao mesmo tempo que Maria do Carmo Seabra, professora da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa, fala mais num know-how e numa experiência que ganham e que pode ser útil para as empresas, não numa perspectiva de tráfico de influências. Na pesquisa que fiz sobre as 20 empresas do PSI20, 16 têm ex-governantes em 28 cargos de administração e 32 nos restantes órgãos sociais. E não é uma listagem exaustiva. Levanta a questão de estes ex-governantes serem contratados pelas empresas pela sua experiência e mérito na gestão de empresas ou por causa da sua rede de contactos.
Surpreendeu-o a facilidade com que estes ex-governantes passam de cargos públicos para cargos em empresas e depois dentro dessas empresas transitam entre várias posições?
Não posso dizer que essas transições me surpreenderam. O que me surpreendeu mesmo foi o número. Apenas quatro empresas do PSI20 não têm qualquer ex-governante nos seus órgãos sociais e conselhos de administração.
Encontrou alguns casos em que o período de nojo de três anos entre cargos públicos e cargos privados não foi cumprido?
Não há fiscalização, se bem que os casos mais graves que encontrei e também os mais mediáticos cumpriram de facto o período de nojo. Ferreira do Amaral para a Lusoponte, Jorge Coelho para a Mota-Engil e Pina Moura para a Iberdrola respeitaram o período de nojo. Pina Moura entrou para a Iberdrola dois ou três dias depois de terminar esse período. A questão é se passado esse período de nojo deixa de haver dúvidas entre estas transições do governo para empresas cuja actividade está centrada em contratos celebrados quando estas pessoas eram ministros. Um dos exemplos é a Lusoponte, em que foi Ferreira do Amaral, enquanto ministro das Obras Públicas, que acordou o contrato de exploração das pontes sobre o Tejo e detém direitos sobre a terceira travessia, que ainda nem foi construída. Onde é que há uma linha a separar os negócios das empresas? Porque é que a Mota-Engil vai buscar ex-ministros das Obras Públicas e porque é que os seus ex-secretários de Estado também vão lá parar?
Mas verificou que muitas vezes quem deveria regular certos sectores da economia é também nomeado pelo poder político.
Os próprios reguladores, que deveriam ser independentes e servir de contrapeso a esta promiscuidade, estão pejados de ex-políticos. Na maior parte dos casos das entidades reguladoras, muitos dos ex-políticos - muitas vezes ex-assessores de governantes - não têm a mínima competência para os cargos que foram ocupar. Acabam por ocupar cargos importantíssimos na economia e na actividade das empresas e aqui levanta-se a questão do porquê de irem para lá. A perspectiva que se pode ter é que são tachos e têm grandes salários e nisso são privilegiados, mas a perspectiva que tento dar com o livro é o que é que eles fazem e porque vão para lá? Há depois uma interligação entre estas empresas e os partidos através de trocas de favores. Há uma névoa à volta disto que é extremamente preocupante.
Casos:
Joaquim Ferreira do Amaral, ex-ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações
Formado em Engenharia Mecânica, Ferreira do Amaral começou por ser escolhido para secretário de Estado das Indústrias Extractivas e Transformadoras em 1979.
Filiou-se no PSD em 1981. Foi desempenhando variados cargos em sucessivos governos, chegando a ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações em 1990, num executivo de Cavaco Silva. Foi no seu mandato que a concessão, construção, financiamento e exploração da Ponte Vasco da Gama foi atribuída à Lusoponte. A empresa tem também direitos sobre a terceira travessia do Tejo. Tornou-se presidente do conselho da administração da Lusoponte em 2005.
Jorge Coelho , antigo ministro do Equipamento Social
Jorge Coelho demitiu-se do governo em 2001, logo após a queda da ponte de Entre-os-Rios. Era então ministro do Equipamento Social (equivalente às Obras Públicas), com um largo currículo político quer nas campanhas do PS, quer em cargos governativos, sendo um homem da cúpula do partido. Em 2006 passou a dedicar--se em exclusivo à actividade profissional e passados dois anos foi anunciado como CEO da Mota-Engil, empresa que durante o seu mandato como ministro do Equipamento Social tinha recebido duas concessões de auto-estradas Scut através de concursos internacionais. Coelho saiu do cargo no princípio deste ano.
Joaquim Pina Moura, antigo ministro da Economia e das Finanças
Pina Moura começou a sua carreira política no PCP, mas em 1992 criou a Plataforma de Esquerda, aproximando-se do Partido Socialista. Em 1999 – após já ter sido secretário de Estado Adjunto do primeiro-ministro e responsável pela Economia – foi nomeado ministro das Finanças e da Economia de António Guterres. Nos seus mandatos abriu o capital das empresas de energia do Estado
– REN e EDP – às empresas estrangeiras. Desde 2004 Pina Moura é presidente da Iberdrola Portugal, cargo que chegou a acumular com o de deputado à Assembleia da República. A Iberdrola deteve até ao ano passado 6,79% da EDP.
Fonte: iOnline
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Publicação
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Leituras para Férias... As Cinquenta Sombras Livre - E. L. James

Livro III
E chegamos finalmente ao fim da trilogia mais vendida do mundo. Já vos falei do primeiro As Cinquenta Sombras de Grey, a nova experiência capaz de reproduzir nos leitores sensações novas e dar até a conhecer novas matérias no que ao erotismo diz respeito; do segundo As Cinquenta Sombras Mais Negras onde a repetição é algo maçadora e não traz aquela sensação fresca e nova do primeiro e agora falo-vos deste terceiro título.
Tal como o segundo da trilogia é uma sequela directa do primeiro, este é uma sequela directa do segundo. Começa imediatamente após sentirmos a presença de uma pessoa vingativa que faz de tudo para destruir a vida do nosso casal protagonista: Anastacia Steele e Christian Grey.
Mas após voltas e reviravoltas sem muito nexo nem estimulo ao intelecto do leitor, este nosso casal volta à harmonia e ao erotismo claro e sexual; mas continuo a defender a minha “tese” de que estes livros pouco têm a ver com erotismo, mas sim com pornografia literária da mais explicita e clara que
dificilmente se vê representada em filmes para maiores de 18 anos ou mais.
Pouco me compete a mim falar da estória deste livro porque a escritora deu-se ao luxo de me dar o mesmo tratamento, mas posso dizer que neste ramo terão pela vossa frente uma estrutura muito superficial, simplista, pouco lúcida e... piquinhas também!
"O que é que queres dizer com piquinas?!" Perguntam os 3 leitores que lêm isto...
É simples... O livro é-nos contado na primeira pessoa, na pele da Anastacia, e podem ter a certeza que sempre que esta senhora com m muito pequeno (m de “menina”) se lembrar, ver, ou simplesmente falar com o senhor Grey vocês vão querer vomitar arco-íris pelo nariz de tanta obsessão (onde muitas pessoas chamam de paixão) que esta senhora sente por ele. Eu poderia citar poucos exemplos que nos são apresentados, mas se lerem o livro viverão esses poucos exemplos, mas vezes sem conta de tantas vezes que fazem questão de repetir pelas mais de 600 páginas que lerem.
Mas sim, tenho que dizer que para quem leu os dois primeiros livros (mas os dois e completos... Se lerem só o primeiro já não) este livro tem de ser obrigatório na vossa colecção. Nada de novo traz, vocês vão querer passar páginas porque sabem perfeitamente no que vai dar,
mas as experiências continuam lá e podem sempre dar algumas ideias a quem queira experimentar. Vale também pelos capítulos finais que nos contam alguns episódios em anexo que podem ser interessantes e colaboram com a estória.
Prós:
- O fim de uma estória
Contras:
- Repetido, Óbvio e superficial
- À população em geral do sexo masculino terá pela frente um livro até embaraçoso (lê-lo nos transportes pode não ser confortável)
Fonte: Ler Ver Ouvir
terça-feira, 9 de julho de 2013
Leituras para Férias... As Cinquenta Sombras Mais Negras - E. L. James
Livro II
Não foi há muito que foi lançada a primeira edição portuguesa do livro As Cinquenta Sombras Mais Negras (Fifty Shades Darker, título original) e já foram lançadas várias edições.
Este segundo livro da trilogia As Cinquenta Sombras vê o seu inicio no imediato momento em que o primeiro terminou. Anastacia, a nossa carinhosa protagonista, não teve a melhor experiência com o Christian (o sedutor e multimilionário) e decidiu separar-se do seu relacionamento contratual com este. Apesar de se ter separado, tanto um como o outro têm dificuldades em viver sem a companhia um do outro.
Foi quando menos esperava, Ana recebeu uma mensagem de Grey para combinarem irem à exposição organizada pelo Jose Rodriguez, acontecimento que estava combinado antes da separação do casal. Ana achou o convite estranho, até porque a relação de Grey com o Jose não é a mais saudável, mas o coração de Ana não a deixou dizer que não e assim foi, a caminho de uma possível reconciliação.
E é assim, muito resumidamente, nos contam os primeiros capítulos deste livro. Como disse, os acontecimentos são imediatos ao termino do primeiro, quase como se os dois livros fossem escritos seguidos, mas cortados a meio; o que pode ser bom para quem goste de ler livros do mesmo escritor seguidos, coisa que eu não gosto muito pois corro o risco que, até certo ponto, "enjoar".
Podem contar com mais do mesmo que leram no primeiro, onde pouco muda no enredo e argumento. Damos boas vindas ao conhecermos antigas submissas do Grey, ao "ambicioso" chefe da Ana e muito pouco mais. Contem com todas e mais algumas lamechices que já não são novidade para quem leu o primeiro título. Quero dizer que não houve grandes esforços para dar ao leitor algum tipo de novidade mas, pensando bem, seria mesmo necessário esse esforço?
Prós:
- Voltar ao mundo das Cinquenta Sombras
- Algum passado do Grey revelado
- Já só falta um livro
Contras:
- Mais do mesmo
- Ana parece mais mimada e por vezes uma sonsinha
Fonte: Ler Ver Ouvir
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Leituras para Férias... As Cinquenta Sombras de Grey - E. L. James
Livro I
Não podia deixar passar um comentário em branco do livro mais falado do momento, ou seja, o primeiro livro da que diz ser a trilogia mais vendida em todo o mundo: As Cinquenta Sombras de Grey. Dando a conhecer um pouco melhor a sua autora, Erika Leonard James nasceu em meados de 1963 e desde sempre teve o sonho de escrever um livro que agradasse o leitor e que lhe proporcionasse certas sensações. Optou pelo temo do sexo e, até ver, resultou.
Fifty Shades of Grey foi lançado no Reino Unido em Maio de 2011 (versão imprimida, porque meses antes tinha saído a versão digital e-book) e nunca um livro em tão pouco tempo teve uma ascensão tão grande quanto este. Em Portugal saiu em Julho de 2012 e já foi traduzido para 45 línguas diferentes, sendo português uma delas. (1)
Em Agosto, a Amazon (uma das maiores lojas Online, espalhadas em cada canto do mundo) anunciou que vendeu mais cópias de apenas As Cinquenta Sombras de Grey do que a saga toda junta de Harry Potter, o que faz de E L James a escritora que mais vendeu no mundo, ultrapassando J. K. Rowling. (2)
Como já referi, estamos perante o primeiro livro desta trilogia que depressa se tornou quase um bom vírus para quem tem a leitura como um dos passatempos preferidos ou não.
Muito resumidamente (ou não assim tão resumidamente quanto isso), a senhora James trouxe-nos duas personagens principais, a Anastacia Steele, uma jovem estudante a terminar o curso de literatura, bonita e humilde; e o Christian Grey, o também jovem (apesar de mais velho que Anastacia) mas dono de uma multimilionária empresa.
A amiga de Anastacia, a Katherine Agnes mais conhecida por Kate, aspirante a jornalista tinha uma entrevista marcada com o Grey, mas por motivos de saúde não conseguiu. Pediu então a melhor amiga para o fazer que aceitou e foi assim que se conheceram. A partir deste ponto é uma viagem incrível pelos desejos mais escondidos de cada um, vividos pelo homem mais experiente na matéria com uma das mulheres mais inexperientes possíveis.
Vai ser sempre conhecido por ser um livro recheado de sexo, dominação e submização, disciplina e obdiência, sadomismo e masoquismo, descrições puras e nuas... Um livro sem qualquer pudor, e ainda bem.
Em várias críticas que podemos encontrar pela Internet em relação a este livro, em quase todos é intitulado como um romance erótico. Não concordo. No mínimo é um romance pornográfico.
Outra coisa que vemos muito é: "Conquistou o coração das mulheres", "As mulheres voltaram a ler por causa deste livro", "As mulheres...", "As mulheres..." Então e os homens?! Eu sou homem e gostei muito do livro. É como ver pornografia, mas com palavras e alguma estória, sem tirar nem por. Mas acreditem que estamos perante uma espécie de experiência que em mais nenhum livro podemos assistir.
Prós:
Fifty Shades of Grey foi lançado no Reino Unido em Maio de 2011 (versão imprimida, porque meses antes tinha saído a versão digital e-book) e nunca um livro em tão pouco tempo teve uma ascensão tão grande quanto este. Em Portugal saiu em Julho de 2012 e já foi traduzido para 45 línguas diferentes, sendo português uma delas. (1)
Em Agosto, a Amazon (uma das maiores lojas Online, espalhadas em cada canto do mundo) anunciou que vendeu mais cópias de apenas As Cinquenta Sombras de Grey do que a saga toda junta de Harry Potter, o que faz de E L James a escritora que mais vendeu no mundo, ultrapassando J. K. Rowling. (2)
Como já referi, estamos perante o primeiro livro desta trilogia que depressa se tornou quase um bom vírus para quem tem a leitura como um dos passatempos preferidos ou não.
Muito resumidamente (ou não assim tão resumidamente quanto isso), a senhora James trouxe-nos duas personagens principais, a Anastacia Steele, uma jovem estudante a terminar o curso de literatura, bonita e humilde; e o Christian Grey, o também jovem (apesar de mais velho que Anastacia) mas dono de uma multimilionária empresa.
A amiga de Anastacia, a Katherine Agnes mais conhecida por Kate, aspirante a jornalista tinha uma entrevista marcada com o Grey, mas por motivos de saúde não conseguiu. Pediu então a melhor amiga para o fazer que aceitou e foi assim que se conheceram. A partir deste ponto é uma viagem incrível pelos desejos mais escondidos de cada um, vividos pelo homem mais experiente na matéria com uma das mulheres mais inexperientes possíveis.
Vai ser sempre conhecido por ser um livro recheado de sexo, dominação e submização, disciplina e obdiência, sadomismo e masoquismo, descrições puras e nuas... Um livro sem qualquer pudor, e ainda bem.
Em várias críticas que podemos encontrar pela Internet em relação a este livro, em quase todos é intitulado como um romance erótico. Não concordo. No mínimo é um romance pornográfico.
Outra coisa que vemos muito é: "Conquistou o coração das mulheres", "As mulheres voltaram a ler por causa deste livro", "As mulheres...", "As mulheres..." Então e os homens?! Eu sou homem e gostei muito do livro. É como ver pornografia, mas com palavras e alguma estória, sem tirar nem por. Mas acreditem que estamos perante uma espécie de experiência que em mais nenhum livro podemos assistir.
Prós:
- Novidade
- Ao ler o livro, o leitor poderá muitas vezes sentir reacções físicas e externas
- Leitura suave, regular e fluida
- Mesmo com toda a "acção", a estória está presente...
- ...Apesar de um pouco fraquinha
- Certos acontecimentos são um pouco impressionantes e improváveis de se viver na realidade
Fonte: Ler Ver Ouvir
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