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segunda-feira, 29 de julho de 2013

A lógica do privado é o lucro e a lógica do público é o desperdício

O Banda Larga, a propósito,

Não há nenhuma organização que possa viver sem lucro. Desde a família, passando pelas empresas e terminando no estado. Sem lucro não há investimento e sem investimento não há postos de trabalho. O estado converte o lucro em desperdício, este em prejuízo e por sua vez o prejuízo em bancarrota ao fim de algum tempo. 
É claro que há actividades que têm que ser asseguradas pelo estado e por ele prestadas em monopólio. É o caso da Justiça entre outras. E há outras que devem asseguradas pelo estado mas não prestadas só por si. É o caso da educação e da saúde onde a sã e transparente competição permite vários modelos de gestão, comparação de resultados e mudanças em direcção à excelência. De outra forma, em sistema fechado, nada muda. As pessoas e os processos não são avaliadas, não se conhecem os resultados e a decadência espreita. 
O lucro é pois um factor importantíssimo no desenvolvimento e no bem estar das sociedades. Não é qualquer coisa intrinsecamente má que se possa colar a multimilionários esbanjadores ou a esquemas fraudulentos. É o resultado dos esforços de trabalhadores e de patrões que permite pagar salários, taxas e impostos. Sem lucro privado os serviços públicos soçobram. 
Em Portugal lucro é sinónimo de "Porches amarelos" e de iates no mediterrâneo. Nada mais falso!

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

O novo serviço Mega do DotCom é seguro?

O mais recente projecto do DotCom, o serviço de partilha de ficheiros Mega, já está online mas teve um início atribulado. O site do Mega não conseguiu dar resposta a todas as visitas naquele dia e depois surgiram algumas dúvidas acerca de segurança deste sistema.


Quase um ano após o famoso site Megaupload ter sido fechado por ordem judicial, o seu criador lançou um novo serviço que diz ser melhor que o anterior e que é superior à concorrência.

Para mostrar o seu novo serviço Mega, DotCom organizou um grande evento de lançamento com bailarinas, música e direito a transmissão online. Mas as coisas não correram tão bem pois DotCom subestimou um bocado os acessos e o sistema Mega viveu períodos difíceis nas horas iniciais, não devido ao sistema de partilha em si mas devido à parte dos novos registos de utilizador e de todo o processo inicial para a escolha da password, uma peça super importante neste novo sistema. Calcula-se que só no primeiro dia tenham sido registados cerca de 1 milhão de utilizadores e que cerca de outras 200 mil contas não foram registadas naquele dia por falta de resposta do servidor.


Após as primeiras horas levantaram-se algumas questões de segurança e foram apontadas algumas falhas na implementação do novo sistema. Uma das falhas apontadas é o facto de não ser possível recuperar uma password perdida ou mudar a password (coisas que geralmente podemos fazer em qualquer outro site onde temos contas pessoais). Outra falha apontada é o facto desta password ser fulcral para o algoritmo utilizado para cifrar a informação trocada entre o servidor e o utilizador.

No dia seguinte ao lançamento, DotCom pediu desculpas pela má resposta do sistema nas primeiras horas e mais tarde lançou um desafio online: quem conseguir quebrar a segurança do sistema recebe um prémio.
DotCom também informou que irá lançar brevemente os serviços Megabox orientado para o mundo música e o serviço Megavideo para o vídeo.


Mas expliquemos um pouco o que é o serviço Mega e como é que funciona.

O serviço Mega é um serviço de storage e de partilha de ficheiros online. Baseia-se um pouco no conceito de Cloud pois os utilizadores fazem tudo pelo site e o servidor encarrega-se de fazer parte do processamento da informação. Cada utilizador pode guardar gratuitamente até 50GB de informação online ou pode pagar uma mensalidade (entre $13 a $40) para poder guardar entre 500GB a 4TB de informação.

O serviço Mega não precisa que o utilizador instale qualquer aplicação adicional no seu computador. Os browsers de hoje em dia já são suficientemente potentes para correr grandes quantidades de javascript sem qualquer problema, portanto o sistema Mega usa e abusa desta linguagem para efectuar o processo de cifrar a informação a enviar e para decifrar o processo da informação a receber. O algoritmo de cifra é bem conhecido (e assim é que deve ser!) e a sua implementação ficou a cargo da comunidade Open-Source. Com este sistema, o serviço Mega pode funcionar em todos os sistemas operativos e em todas as arquitecturas sem qualquer esforço adicional. Mais uma vantagem da filosofia Cloud.

O algoritmo de cifra é o AES com uma chave de 128 bits aliado a um sistema RSA de chaves públicas e privadas com 2048 bits. No meio disto tudo existe uma chave (que é a password do utilizador) que é muito importante pois é a partir dela que irão ser originadas todos os componentes necessários para um algoritmo de cifra funcionar. Durante o processo de aquisição desta chave mestra, o sistema Mega também informa que recolheu dados sobre a posição do rato e sobre algumas teclas impressas desde que o utilizador acedeu ao site. Estes dados serão utilizados durante o processo de criação de números aleatórios pois também eles desempenham um papel importante em todo o processo de obter boas chaves públicas e privadas. Depois de obtida a chave mestra, é apenas guardado o Hash dela no servidor (ou seja, os administradores do sistema não sabem a password assim tão facilmente).


Quanto à informação essa fica toda guardada no servidor (guarda em duplicado mas a cópia não ocupa espaço na conta do utilizador) mas fica cifrada. Depois podem dar um link aos vossos amigos e dar a chave pública para que eles possam tirar documentos ou ficheiros que estão na vossa nuvem. Atenção que os movimentos e a informação não é totalmente anónima.

Tudo isto parece ser muito robusto e cheio de segurança mas o calcanhar de Aquiles do sistema Mega foi identificado logo desde muito cedo. É o utilizador. Ou melhor, indirectamente é o utilizador porque da maneira como o sistema está arquitectado, a maior fatia da responsabilidade vai cair no utilizador pois se a sua password for capturada toda a gente tem acesso à sua informação e pode partilhar em nome dele. Houve já quem provasse que com técnicas de cross-site scripting é possível aceder à conta de um utilizador utilizando sessões antigas que geralmente são guardadas pelos browsers. Num sistema de burla mais avançado, é possível mascarar o site Mega com um outro site idêntico, que continua a servir os mesmos ficheiros (que são de facto os ficheiros que o utilizador tem) mas que começa a pedir ao utilizador para inserir mais informação, como a sua conta do Facebook ou de outras redes sociais, ou até mesmo códigos PayPal.

Atenção que não estamos a dizer que só o sistema Mega é que sofre deste mal, muitos outros sites têm algumas falhas de segurança, mas pelo menos os outros sites têm a possibilidade de destruir a password antiga do utilizador e obrigar este a inserir uma nova. No sistema Mega tal não é possível pois todos os dados seriam perdidos uma vez que os ficheiros se encontram também cifrados no servidor.


O serviço Mega, conforme o conhecemos hoje, é tal e qual o serviço disponibilizado pelo DropBox, pelo Google Drive ou pelo SkyDrive da Microsoft. As duas maiores diferenças está no sistema de cifra utilizado e na maior quantidade gratuita de espaço na nuvem. Mas verdade seja dita, o serviço do DotCom está a ter muito mais aderência do que os outros serviços e irá causar certamente mossa neste negócio. Pode ser que dê um abanão aos

E agora pergunto aos leitores, utilizadores do sistema Mega, qual é a sensação de segurança que têm e se este problema do reset (ou da recuperação) da password é realmente grave e causa-vos diferença?

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Plataforma que facilita a autopublicação de originais

Foi esta semana apresentada a plataforma digital Escrytos que permite a qualquer falante de língua portuguesa a publicação e venda da uma obra escrita.

A plataforma entrou em funcionamento no dia 11 de Dezembro, disponibilizando gratuitamente um conjunto de serviços e ferramentas que permite a autopublicação.

Paralelamente, o utilizador pode escolher, mas pagando, várias outras ferramentas como revisão de texto ou um parecer editorial, antes da publicação.

Para publicar um "eBook", livro electrónico, através da Escrytos, basta o autor registar-se no site e "seguir as instruções, que lhe facilitarão todos os passos, incluindo a obtenção do ISBN (International Standard Book Number), e a possibilidade de converter o ficheiro 'word' no publicável formato ePuB".

O autor pode ainda "desenhar" a capa, escolhendo a partir de mais de oito mil tipologias apresentadas, ou optando por uma imagem sua.

Todas as ferramentas "são disponibilizadas de forma simples e gratuita, não necessitando saber de informática, basta ler e seguir os passos".

Os autores podem disponibilizar os eBooks a determinado preço ou gratuitamente. O autor receberá 25% do preço final, disse Isaías Teixeira.

A plataforma Escritos disponibiliza também um "conjunto de serviços que podem aprimorar o original, como pedir antecipadamente um parecer editorial, a revisão de texto, a possibilidade de criar um vídeo promocional do livro e um comunicado para a imprensa, disse Isaías Teixeira.

Todos estes "serviços que são uma mais-valia e têm um custo que o utilizador fica a saber na hora", acrescentou, dando como exemplo: "X horas de revisão custam Y, e pode ir-se pedindo conforme o livro evolui, não ultrapassando os 500 euros".

Prevê-se que, "haverá grande procura pelo mundo académico, com a possibilidade de edição de teses de mestrado e doutoramento".

Fonte: Económico

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Vamos conhecer melhor a CloudPT (3)

A estratégia da PT ao lançar a ClouPT foi muito além do simples alojamento de ficheiros na web. Prova disso é a disponibilização quase imediata dos diferentes clientes de acesso a este serviço.

Para além dos clientes de acesso via Desktop, que nos permitem fazer uma gestão mais fina dos conteúdos que pretendemos ter alojados, também os clientes para dispositivos móveis foram também disponibilizados já nesta altura.

A CloudPT está disponível para já apenas para Android e para iOS e dá acesso aos nossos ficheiros. É sobre esses clientes que hoje versa a nossa rúbrica O Mundo é Mobile.


Estes clientes permitem que tenhamos acesso em qualquer lugar com os nossos smartphones ou tablets aos nossos ficheiros, ao mesmo tempo que torna simples o envio de imagens ou outros ficheiros para a cloudPT.

Estão, como é natural, limitados às plataforma onde correm e ao que podem oferecer, mas permitem um acesso rápido e simples aos ficheiros.

O armazenamento dos ficheiros que estão na CloudPT nesses dispositivos apenas é feito com a indicação dos utilizadores. Todos os restantes estão disponíveis e podem ser marcados para sincronização.

As interfaces destes clientes são muito similares entre dos dois sistemas operativos e as funções disponibilizadas também. Após a autenticação e a a adição do dispositivo à lista da cloudPT somos levados para a interface da listagem dos ficheiros.

Podemos visualizar os conteúdos desses ficheiros directamente na aplicação ou sermos consultados sobre qual das presentes em sistema pretendemos usar para o abrir.

Podemos ainda aceder às definições de cada um dos ficheiros onde temos acesso a alguma informação sobre o mesmo. É também aqui que podemos definir se o pretendemos sincronizado com a CloudPT.



Os restantes separadores permitem que vejamos quais os ficheiros que temos guardados na aplicação, o que simplifica esta gestão, sem que estejam misturados com os restantes que a CloudPT tem disponíveis.

Está disponível um separador em que podemos controlar os ficheiros que estão a ser carregados de e para a CloudPT. Todos esses uploads e downloads podem ser acompanhados aqui.

As definições destas aplicações permitem que activemos o carregamento automático de imagens da nossa camera fotográfica e qual a nossa quota actual de espaço livre/ocupado.


A facilidade de acesso que estes clientes permitem dão já um valor acrescido à CloudPT e ao serviço que proporciona. Estão abrangidas as principais plataformas móveis e os desenvolvimentos para as que estão em falta estão em curso.

A CloudPT está para ficar e espera-se que venha a ser um excelente serviço. As indicações dadas até agora assim o provam.

Usável em qualquer lugar e com acesso rápido e simples!

Fonte: Pplware

Vamos conhecer melhor a CloudPT (2)

A noticia do momento em Portugal é o lançamento da CloudPT. Com apenas alguns dias de lançamento este serviço de alojamento de ficheiros da PT está a revelar-se um verdadeiro caso de sucesso e a maioria dos utilizadores está agradada com o que este tem para oferecer.

Para além do acesso via browser, a PT disponibiliza já a maioria dos clientes para os sistemas operativos, quer sejam eles móveis ou de desktop. Depois da disponibilização e apresentação da versão para Mac OS, é chegada a vez da apresentação do cliente para Windows.


O cliente para Windows, à semelhança dos restantes, é a forma de termos acesso à CloudPT sem termos de estar a recorrer ao browser. Podem adicionar ficheiros, simplesmente arrastando-os para a pasta da CloudPT e estes são de imediato sincronizados.

Este cliente para Windows é também a forma de os utilizadores conseguirem fazerem o envio de ficheiros superiores a 350MB, limitação que o browser e os clientes móveis têm.

Depois de descarregada e instalada a versão para Windows, o cliente CloudPT requer que definam um nome para a máquina onde está a ser executado.

Ao avançarem com o processo é aberta uma janela do browser definido no sistema onde devem autorizar o cliente.


Depois dessa autorização é mostrada uma mensagem de sucesso e a CloudPT começa de imediato a sincronizar os vossos ficheiros com o disco local, na pasta indicada por omissão.

Podem nessa janela aceder directamente à vossa pasta CloudPT e começar a adicionar os ficheiros que pretendem ter no cloud.


O acesso à pasta e às definições da CloudPT é feita através do ícone que a aplicação tem na área de notificação do Windows. Aí pode aceder a informação sobre o espaço ocupado, à vossa pasta CloudPT ou à interface Web de gestão do serviço.

Podem também parar ou pausar a sincronização de ficheiros e aceder à definições do cliente Windows da CloudPT.


A gestão dos ficheiros no vosso computador é feita da mesma forma que o fazem com outros quaisquer ficheiros. Basta largar os ficheiros dentro da pasta do serviço e eles são automaticamente sincronizados com a CloudPT.

O processo inverso também acontece e todos os ficheiros que forem adicionados à CloudPT por outros clientes ou pela interface Web são de imediato sincronizados com o vosso computador.



As definições que esta versão do cliente tem são em tudo idênticas às que podemos encontrar na versão Mac OS. São 3 separadores em que podemos mudar as configurações.

No primeiro temos as definições gerais, onde podemos indicar que pretendemos que o cliente arranque no inicio do Windows, se queremos ou não a apresentação dos alertas no desktop ou se pretendem a utilização dos ícones de cor ou preto e branco.

No segundo separador podem terminar a associação deste cliente à vossa conta cloudPT. O último separador permite que alterem a pasta de sincronização no vosso Windows.

Com a disponibilização do cliente para Windows a PT fica apenas com obrigação de colocar acessível a versão Linux. Os trabalhos ainda decorrem e dentro de poucos dias é esperada uma versão.

Cada vez mais, e num curto espaço de tempo a PT disponibilizou um serviço de qualidade com a vantagem de apresentar logo no seu lançamento suporte para a maioria dos sistemas operativos, móveis e de desktop. Esta é mais uma das razões do sucesso que a cloudPT está a ter.

Fonte: Pplware

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Vamos conhecer melhor a CloudPT (1)

A PT apresentou esta semana o seu mais recente produto, virado para todos os utilizadores e seguindo uma tendência cada vez mais vista. O seu serviço CloudPT está a gerar um grande interesse nos utilizadores, não apenas por ser um produto nacional e aberto para todos, mas também pelas suas características que o distingue dos restantes serviços similares que podemos encontrar na Internet.

O facto de atribuir a cada utilizador uma quota de 16GB atrai de imediato e demarca-a das restantes. O Pplware teve já acesso à plataforma CloudPT e mostra o que podem encontrar na sua interface e funcionalidades.


A CloudPT segue os desenvolvimentos dos melhores serviços web ao dar acesso aos utilizadores através das mais variadas plataformas e com clientes específicos para cada uma dessas plataformas.

A gestão central do serviço deverá assentar na interface web do mesmo. Depois de fazerem o login com a vossa conta do Login PT são direccionados para a interface principal do CloudPT.

Nessa interface podem ver todos os ficheiros e pastas que têm alojadas no serviço. Pode gerir de forma simples todos os ficheiros e pastas, partilhar com quem entenderem e gerirem a vossa conta.

A interface é muito limpa e simples, sem que isso signifique que tem funções ou características esquecidas. Tudo está disponível de forma simples, intuitiva e de rápido acesso

O menu lateral esquerdo dá-vos acesso às diferentes zonas do CloudPT e é por aqui que devem alternar entre as diversas funções.

Todos os Ficheiros

Esta zona permite que façam toda a gestão dos ficheiros e pastas presentes no CloudPT. Podem ver os ficheiros sob diversas formas de arrumação e ter acesso aos ficheiros eliminados.

Para cada ficheiro existe a possibilidade de terem acesso a um zona específica de informação e funções. Para além de poderem ter acesso a uma pré-visualização desse ficheiro (se disponível), podem descarregá-lo, renomeá-lo, eliminá-lo ou partilhá-lo publicamente ou directamente nas redes sociais.


Uma funcionalidade que vai ser útil a todos e que a PT disponibiliza desde já é a possibilidade de reverterem ficheiros para versões anteriores. Desta forma fica salvaguardada a garantia de que podem voltar atrás depois de o upload de um ficheiro com problemas ou numa versão não desejada.

O acesso a esta função pode ser feito pelas propriedades do ficheiro. Estes ficheiros de salvaguarda estão também disponíveis na visualização de ficheiros removidos.


A forma de carregar ficheiros no CloudPT é feita de forma simples e rápida. Basta que arrastem os ficheiros ou pastas para a sua interface e estes são e imediato enviados para o serviço. De notar que o browser a ser usado tem de ter suporte para esta função.

Caso prefiram podem sempre usar o método tradicional de envio de ficheiros através do brower. Esta opção está disponível no canto superior direito.


Durante o processo de envio dos ficheiros ou pastas é mostrada uma indicação do estado do processo. Neste podem acompanhar o processo e interrompe-lo a qualquer altura.

Esta janela de indicação pode ser fechada a qualquer altura ou minimizada para posterior consulta.


O CloudPT está preparado para permitir aos utilizadores terem acesso às suas imagens de forma plena, permitindo que estas sejam vistas numa galeria.

Nessa interface podem descarregar cada uma das imagens, partilhá-la ou eliminá-la. Esta galeria é mostrada para cada pasta e é activada na barra de função, na zona de visualização.


Uma das funções que de certeza irá agradar aos utilizadores é a possibilidade de partilharem ficheiros com outros utilizadores ou de forma pública.

Depois de seleccionarem a opção de partilha de um ficheiro devem definir se pretendem a partilha pública e copiar o link gerado. Estão disponíveis de imediato botões de partilha por email e redes sociais.


Uma outra opção de partilha é a de pastas em equipa. Tal como na partilha de ficheiros podem decidir se pretendem uma partilha pública ou por equipas. No último caso devem definir quais os emails dos utilizadores da CloudPT que pretendem adicionar a essa partilha.


Estas são as principais funcionalidades da interface de gestão de ficheiros e pastas do CloudPT. Esta será provavelmente a zona do CloudPT que mais vezes irão usar.
Ver Partilhas

A gestão das partilhas efectuadas tem uma zona específica. Nessa zona podem ver os dois tipos de partilhas disponíveis, as públicas e as em equipa.

Cada uma dessas zonas mostra os ficheiros ou pastas que lhes estão afectos e os utilizadores podem controlar se pretendem que essa partilha seja ou não mantida.


Uma vez eliminada uma partilha o acesso a esses ficheiros ou pasta deixa de ser possível e caso seja gerada uma nova partilha o link será diferente.

Configurações

A zona de configurações do CloudPT permite que os utilizadores tenham acesso aos dados gerais da sua conta CloudPT.

Pode ver o espaço ocupado e livre, o número de convites disponíveis e fazer a gestão dos diferentes dispositivos associados a cada conta, por tipo.

Está ainda disponível o vosso ID CloudPT, passível de ser usado na API disponível e onde podem também eliminar a vossa conta.

Eventos

Por fim está disponível a zona de eventos do CloudPT. Aqui vão poder ter acesso a todos os processos que ocorreram com a vossa conta. Podem ver quais os ficheiros submetidos e quando, quer tenham sido submetidos pela interface Web ou uma das aplicações disponíveis.

Claro que está também disponível informação sobre a criação de pastas, eliminação de ficheiros e pastas e até a autorização de novas aplicações de outros dispositivos.

Este é o centro de registos da CloudPT e é onde podem controlar a vossa utilização.



A CloudPT está lentamente a ser disponibilizado aos utilizadores que solicitaram um convite e que estão ansiosos para o testar e conhecer melhor. Devem apenas aguardar que vos seja enviado esse convite e posteriormente começarem a usar.

É um serviço bem estruturado, com as funcionalidades esperadas e que se distingue da concorrência com algumas características únicas.

Testem e vejam o que ele vos pode trazer de melhoria face aos actuais.

Fonte: Pplware

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