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segunda-feira, 21 de maio de 2018

Farto dos serviços Google? 4 alternativas ao Google Fotos

O Google Fotos é um dos melhores e mais completos serviços de armazenamento de fotografias que existe atualmente. Oferece armazenamento ilimitado, edita fotos de forma automática e cria animações de forma automática, tem inteligência artificial que interpreta e cataloga as suas fotos, tem um editor integrado… entre muitas outras funcionalidades que o colocam no topo.
Mas há sempre quem procure alternativas e hoje damos-lhe a conhecer algumas.




Shoebox

Este serviço de armazenamento e organização de fotografias é ilimitado e além de permitir uma sincronização de fotos do smartphone, através de apps dedicadas para Android e iOS, ainda dispõe de uma aplicação para Windows e Mac, dando ao utilizador a vantagem de ter no PC todas as fotos captadas, sem ter que recorrer ao browser.


Tal como no Google Fotos, o serviço gratuito irá redimensionar as fotos, neste caso para 10 MP, a maior limitação é mesmo no upload de vídeo, que só permite backup de 15 minutos de vídeo em FullHD, a versão paga já não terá esta limitação.

Shoebox


Ever

Ever é um serviço bastante semelhante ao Shoebox que, além de ter aplicações disponíveis para Android e iOS, ainda tem para Mac e Windows. Além do utilizador ter todas as fotografias dos smartphones sincronizadas, ainda pode adicionar aquelas fotografias antigas, guardadas no disco do computador sem qualquer organização e aceder-lhes através do smartphone.


A vertente social e de partilha nas redes também está muito presente neste serviço. Depois, as fotografias são automaticamente catalogadas por tema ou localização, também cria imagens animadas como o Google Fotos e permite ao utilizador criar os seus próprios álbuns e animações.

Associado a este serviço, a Ever ainda comercializa álbuns digitais, para que possa materializar as suas fotografias.

Ever

Cluster

O grande destaque do Cluster vai para a partilha de álbuns privados com a família e amigos de uma forma mais controlada, sem que terceiros possam aceder às fotografias ou adicionar imagens.


É quase como uma rede social privada onde vai criar os seus grupos e partilhar as fotografias de forma direcionada. O serviço está disponível para Android e iOS e também através do browser.

Cluster


Slidebox

Organize your photos with a swipe! É este o slogan do serviço, onde a organização surge como palavra de ordem. Com um deslizar de dedo ou um toque no ecrã, o utilizador vai conseguir colocar rapidamente as suas fotos por álbuns diferentes e eliminar as que não quer guardar.


Além do armazenamento das imagens, esta app permite de forma rápida, comparar fotos, aquelas que se tiram em vários ângulos para depois escolher a melhor, e guardar as que interessam. Em caso de engano também é possível retroceder a ação.

Está disponível para Android e iOS.

Slidebox

domingo, 25 de setembro de 2016

Dropbox: Uma ferramenta sempre útil!

Hoje em dia, muitos de nós, passam grande parte do tempo a saltar entre máquinas.

No trabalho têm um equipamento, em casa têm outro e por vezes ainda acrescentamos um portátil e/ou um smartphone, um tablet ao rol de desktops que utilizamos!


Não é fácil gerir os conteúdos comuns em cada uma das máquinas.
Eu pessoalmente já tive imensas dificuldades em encontrar o ficheiro mais actualizado na pen, disco externo ou nos próprios computadores!

Já há alguns anos, descobri esta maravilhosa ferramenta que passei a utilizar e não abandonei nunca mais! Deixei de ter esses problemas e muitos outros, como por exemplo, virus nas pens, que deixei completamente de utilizar, etc.

Na minha opinião, trata-se de uma ferramenta essencial, sem a qual não conseguiria passar!

Perguntamos então, mas como isso é feito?

O Dropbox é um programa que usa o conceito de Computação nas Nuvens (cloud computing), que é um modelo de computação em que os dados, ficheiros e aplicações residem em servidores físicos ou virtuais, acessíveis por meio de uma rede em qualquer dispositivo compatível. No caso do Dropbox o disco virtual oferece 2GB de espaço e também tem a opção de upgrade podendo esse espaço ser obtido, pagando, ou então fazendo convites.

O ideal seria termos quem fizesse essa gestão por nós, isto é, termos online um serviço que esteja obcecado pelo nosso trabalho, que grave tudo e seja uma cópia fiel de uma determinada área de trabalho local.

O Dropbox é a solução. Não só entre várias máquinas como também entre vários sistemas operativos.

Hoje com mais de cinco anos de experiência, já não consigo ter uma máquina sem esta pérola!

O Dropbox é um sistema multi-plataforma (funciona em Windows, Linux, Mac OS, Android, iOS e Windows Phone) e com ele você pode resolver todos estes problemas.

Mas como funciona isso na prática?

Esta cópia temporal permite que os ficheiros mesmo que sejam apagados sejam recuperados alguns dias depois, se necessário; o Dropbox guarda essas alterações para que possa recuperar algo se for apagado por engano.
Mas onde ficam guardados os meus ficheiros?


Sim é um pergunta importante, pois quem aposta neste tipo de serviço pretende estabilidade, segurança e fiabilidade, mas todos esses requisitos foram acautelados pela equipa do Dropbox. Todos os ficheiros existentes nos servidores Dropbox são enviados por SSL, encriptados com AES-256 e guardados nos seus servidores.

Mas vamos a um exemplo prático e real:


Eu tenho na minha Escola o meu computador onde instalei o Dropbox. Em casa no meu portátil tenho o mesmo serviço instalado e o mesmo acontece no meu servidor. Sempre que preciso de ter à mão algum documento, palavra-passe ou ficheiro que seja necessário sempre que estou frente a um computador, arrasto-o para dentro da pasta Documents que existe dentro da pasta Dropbox.

Logo que me ligo, o serviço Dropbox sincroniza-se com o servidor do Dropbox e transfere para as pastas existentes no computador o que existe de novo na conta, assim posso de imediato ter acesso ao documento que arrastei na escola para dentro da tal pasta.

Caso esteja nalgum lugar e precise de algo que está na minha conta Dropbox e tenha um PC à mão, entro no serviço online, com o meu username e password e com isso acesso ao documento em qualquer ponto do planeta, desde que tenha um computador com acesso à net.

Posso também partilhar imagens, fotografias, ficheiros de áudio e de qualquer outro tipo através da pasta Public, que me atribui uma link público para partilhar com o mundo.

Para começar vá ao site do


e registe-se.

Após estar registado faça o download da aplicação Dropbox. Esta aplicação colocará na sua máquina uma pasta normal. Dentro desta, serão criadas outras todas farão a ponte entre as máquinas e tudo o que lá colocar será sincronizado. Primeiro passa pelo serviço que criará uma cópia temporal e quando uma outra máquina se sincronizar, receberá os ficheiros que deixou na primeira máquina.


Deixo aqui uma publicação que o(a) ajudará nos primeiros passos com a sua Dropbox:



Primeiros passos com a Dropbox

Nos próximos dias publicarei mais algumas dicas importantes, que ajudarão a tirar melhor partido das funcionalidades da Dropbox.


quarta-feira, 8 de maio de 2013

Abelhas.pt – O único serviço cloud ilimitado e gratuito

Os serviços Cloud assumem-se cada vez mais como a alternativa moderna de partilha, de armazenamento seguro, “eterno”, para manter guardados dados importantes, serviços que o utilizador empresarial ou doméstico tem cada vez mais como fidedignos.

Existem de facto cada vez mais serviços nacionais que fazem uma concorrência eficaz com os serviços, populares, internacionais. O Abelhas.pt poderá ser um desses produtos.


O que é o Abelhas?

Fomos pesquisar sobre este serviço e registamos a nossa conta no Abelhas.pt. Este serviço de partilha de ficheiros foi lançado em Portugal em 2012. Apesar de ter as funcionalidades de uma cloud, apresenta ainda a possibilidade de partilha de ficheiros entre os utilizadores do site, tal como uma comunidade em colmeia, daí, provavelmente o nome do serviço. É um sistema simples, totalmente português e com uma plataforma que promete muito.

Registo no serviço

O registo é normalíssimo, são pedidos o nome de utilizador, mail, palavra-passe e a confirmação que chegará ao mail. Também poderá ser feito o login recorrendo às credenciais do Facebook. A partir daí o acesso está feito e o produto pronto a usar.


Características da conta

Com a criação de conta, os utilizadores têm acesso a uploads sem qualquer limite de espaço e podem organizar os ficheiros em pastas partilhadas ou privadas, só acessíveis após a introdução de uma password. O site permite também o download ilimitado de ficheiros a partir de outros utilizadores.


Janela de upload de ficheiros

Este serviço não tem os mais avançados dos recursos, isto comparado com outros serviços que conhecemos, dentro do leque Cloud, mas a base é extraordinariamente interessante, pois permite, por exemplo, personalizar a conta, a partilha e o armazenamento online de todo o tipo de ficheiros sem limites de transferência. Isto dá liberdade ao utilizador para fazer praticamente tudo cá dentro, é um hosting com liberdade total.


Velocidade de upload e download


Mas este serviço é muito interessante. Pode ser, por exemplo, usado para cada um de nós guardar a nossa biblioteca de música legal e poder usufruir dela em qualquer lugar. Podemos ter no abelhas.pt gigas de música online e com as fantásticas velocidade de streaming conseguir ter a minha audioteca no smartphone sem necessitar de um cliente dedicado.

As velocidades de upload e download são também de registar, que apesar de dependerem dos serviços que contratamos ao nosso operador, a verdade é que o serviço demonstra ter grande disponibilidade e performance. Para os serviços ditos de referências, este não está nada mal.


Clientes para dispositivos móveis e outras plataformas

Isso o serviço não tem, é uma verdade. O Abelhas.pt não tem clientes para smartphones, para nenhuma plataforma móvel. Segundo informações do responsável, estão em desenvolvimento aplicações para as mais relevantes plataformas móveis, assim como para Mac OS X.

Actualmente o Abelhas.pt conta só com um cliente para Windows, a Box (iremos dissecar mais à frente), software que pode ser descarregado no site e que permite fazer a ponte com o serviço online.


Em resumo…

Continuaremos a estar atentos a este serviço. Não é todos os dias que nos é disponibilizado um serviço gratuito, onde podemos alojar música, vídeos, documentos e todo o tipo de ficheiros de forma gratuita. O serviço promete, pelo que andamos a indagar esta plataforma nacional é a única que dá acesso a um espaço ilimitado de armazenamento do forma gratuita.

O site conta já com mais de 12.000 utilizadores registados, 400.000 downloads efectuados e mais de 3000 GB de ficheiros disponíveis. Este serviço é ideal para utilizadores intensivos de internet e de media digital que precisem de libertar espaço no disco, partilhar ficheiros com outros utilizadores ou aceder aos seus ficheiros a partir de várias localizações.

Fonte: Pplware

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

O novo serviço Mega do DotCom é seguro?

O mais recente projecto do DotCom, o serviço de partilha de ficheiros Mega, já está online mas teve um início atribulado. O site do Mega não conseguiu dar resposta a todas as visitas naquele dia e depois surgiram algumas dúvidas acerca de segurança deste sistema.


Quase um ano após o famoso site Megaupload ter sido fechado por ordem judicial, o seu criador lançou um novo serviço que diz ser melhor que o anterior e que é superior à concorrência.

Para mostrar o seu novo serviço Mega, DotCom organizou um grande evento de lançamento com bailarinas, música e direito a transmissão online. Mas as coisas não correram tão bem pois DotCom subestimou um bocado os acessos e o sistema Mega viveu períodos difíceis nas horas iniciais, não devido ao sistema de partilha em si mas devido à parte dos novos registos de utilizador e de todo o processo inicial para a escolha da password, uma peça super importante neste novo sistema. Calcula-se que só no primeiro dia tenham sido registados cerca de 1 milhão de utilizadores e que cerca de outras 200 mil contas não foram registadas naquele dia por falta de resposta do servidor.


Após as primeiras horas levantaram-se algumas questões de segurança e foram apontadas algumas falhas na implementação do novo sistema. Uma das falhas apontadas é o facto de não ser possível recuperar uma password perdida ou mudar a password (coisas que geralmente podemos fazer em qualquer outro site onde temos contas pessoais). Outra falha apontada é o facto desta password ser fulcral para o algoritmo utilizado para cifrar a informação trocada entre o servidor e o utilizador.

No dia seguinte ao lançamento, DotCom pediu desculpas pela má resposta do sistema nas primeiras horas e mais tarde lançou um desafio online: quem conseguir quebrar a segurança do sistema recebe um prémio.
DotCom também informou que irá lançar brevemente os serviços Megabox orientado para o mundo música e o serviço Megavideo para o vídeo.


Mas expliquemos um pouco o que é o serviço Mega e como é que funciona.

O serviço Mega é um serviço de storage e de partilha de ficheiros online. Baseia-se um pouco no conceito de Cloud pois os utilizadores fazem tudo pelo site e o servidor encarrega-se de fazer parte do processamento da informação. Cada utilizador pode guardar gratuitamente até 50GB de informação online ou pode pagar uma mensalidade (entre $13 a $40) para poder guardar entre 500GB a 4TB de informação.

O serviço Mega não precisa que o utilizador instale qualquer aplicação adicional no seu computador. Os browsers de hoje em dia já são suficientemente potentes para correr grandes quantidades de javascript sem qualquer problema, portanto o sistema Mega usa e abusa desta linguagem para efectuar o processo de cifrar a informação a enviar e para decifrar o processo da informação a receber. O algoritmo de cifra é bem conhecido (e assim é que deve ser!) e a sua implementação ficou a cargo da comunidade Open-Source. Com este sistema, o serviço Mega pode funcionar em todos os sistemas operativos e em todas as arquitecturas sem qualquer esforço adicional. Mais uma vantagem da filosofia Cloud.

O algoritmo de cifra é o AES com uma chave de 128 bits aliado a um sistema RSA de chaves públicas e privadas com 2048 bits. No meio disto tudo existe uma chave (que é a password do utilizador) que é muito importante pois é a partir dela que irão ser originadas todos os componentes necessários para um algoritmo de cifra funcionar. Durante o processo de aquisição desta chave mestra, o sistema Mega também informa que recolheu dados sobre a posição do rato e sobre algumas teclas impressas desde que o utilizador acedeu ao site. Estes dados serão utilizados durante o processo de criação de números aleatórios pois também eles desempenham um papel importante em todo o processo de obter boas chaves públicas e privadas. Depois de obtida a chave mestra, é apenas guardado o Hash dela no servidor (ou seja, os administradores do sistema não sabem a password assim tão facilmente).


Quanto à informação essa fica toda guardada no servidor (guarda em duplicado mas a cópia não ocupa espaço na conta do utilizador) mas fica cifrada. Depois podem dar um link aos vossos amigos e dar a chave pública para que eles possam tirar documentos ou ficheiros que estão na vossa nuvem. Atenção que os movimentos e a informação não é totalmente anónima.

Tudo isto parece ser muito robusto e cheio de segurança mas o calcanhar de Aquiles do sistema Mega foi identificado logo desde muito cedo. É o utilizador. Ou melhor, indirectamente é o utilizador porque da maneira como o sistema está arquitectado, a maior fatia da responsabilidade vai cair no utilizador pois se a sua password for capturada toda a gente tem acesso à sua informação e pode partilhar em nome dele. Houve já quem provasse que com técnicas de cross-site scripting é possível aceder à conta de um utilizador utilizando sessões antigas que geralmente são guardadas pelos browsers. Num sistema de burla mais avançado, é possível mascarar o site Mega com um outro site idêntico, que continua a servir os mesmos ficheiros (que são de facto os ficheiros que o utilizador tem) mas que começa a pedir ao utilizador para inserir mais informação, como a sua conta do Facebook ou de outras redes sociais, ou até mesmo códigos PayPal.

Atenção que não estamos a dizer que só o sistema Mega é que sofre deste mal, muitos outros sites têm algumas falhas de segurança, mas pelo menos os outros sites têm a possibilidade de destruir a password antiga do utilizador e obrigar este a inserir uma nova. No sistema Mega tal não é possível pois todos os dados seriam perdidos uma vez que os ficheiros se encontram também cifrados no servidor.


O serviço Mega, conforme o conhecemos hoje, é tal e qual o serviço disponibilizado pelo DropBox, pelo Google Drive ou pelo SkyDrive da Microsoft. As duas maiores diferenças está no sistema de cifra utilizado e na maior quantidade gratuita de espaço na nuvem. Mas verdade seja dita, o serviço do DotCom está a ter muito mais aderência do que os outros serviços e irá causar certamente mossa neste negócio. Pode ser que dê um abanão aos

E agora pergunto aos leitores, utilizadores do sistema Mega, qual é a sensação de segurança que têm e se este problema do reset (ou da recuperação) da password é realmente grave e causa-vos diferença?

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Deite fora o seu velho Fax!



Para quem ainda pretenda enviar ou receber vários fax, este link pode ser útil.
Existem algumas funcionalidades gratuitas (pouco, mas é melhor do que nada!
O melhor mesmo é que não necessita de um aparelho de fax para receber ou enviar fax.
Apenas necessita do e-mail.
O serviço está integrado com o Google Drive.

Saiba mais aqui:

https://www.hellofax.com/

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Office 2013 Web Apps no SkyDrive

Desde o lançamento da versão Customer Preview da versão 2013 do Office que a Microsoft tem continuado a desenvolver este produto em várias frentes. Para além da óbvia versão para desktops, houve também a aplicação de trabalhos na sua integração com o SkyDrive e com a versão web desta suite de produtividade.

A Microsoft aposta muito nesta frente e pretende tornar a versão Web deste software numa alternativa quase tão completa como a versão que podemos usar nos nossos computadores.

Depois de muito trabalho e de desenvolvimentos feitos com base nas opiniões do utilizadores, a Microsoft anunciou a chegada da versão final das WebApps do Office 2013 ao SkyDrive.

A chegada da versão final das WebApps do Office 2013 ao SkyDrive vem culminar um processo de desenvolvimento que envolveu mais de 750.000 colaboradores que desde Junho deste ano iniciaram os testes iniciais e que contribuíram de forma decisiva para a evolução e para a correcção de erros e problemas desta versão.

Para além dos desenvolvimentos feitos para acompanhar as correcções necessárias e detectadas pelos utilizadores, os programadores que desenvolveram as WebApps do Office 2013 aprimoraram ainda esta versão para a versão final do IE10, Windows 8 e iOS 6.

Toda esta informação foi apresentada no blog do Office Web Apps num artigo que dava a conhecer à Internet esta nova versão e todas as suas capacidades.

Para além da melhoria geral que foi alvo, as WebApps permitem também uma melhor gestão dos documentos e a edição colaborativa destes. Vários utilizadores a editar e introduzir texto e alterações no mesmo documento sem quaisquer problemas e sempre de forma controlada e com uma gestão facilitada.


Algumas das melhorias incidiram directamente sobre as capacidades de edição de documentos, a nível da formatação e da introdução de texto, que foi alargada para dispositivos com capacidade de toque.

As aplicações disponíveis, o Word, o Excel, o PowerPoint e o OneNote, foram todas alvo de mudanças a nível dos menus, para que estes se aproximem mais do que serão os da versão Desktop e assim minimizar a mudança e a adaptação por parte dos utilizadores.

Funcionalidades como a recolha de dados através de surveys, a visualização de gráficos com alta qualidade e em 3D ou o embeber de documentos em páginas web são também já possíveis e resultam do esforço aplicado na criação destas ferramentas.

Grande parte destas funcionalidades, e o que permite a utilização em praticamente qualquer tipo de dispositivo, e a sua construção na íntegra em HTML 5. Foi graças a esta alteração que agora podemos ter, por exemplo vídeos e audio no PowerPoint ou a pesquisa por texto manuscrito no OneNote.


Todas estas novidades estão já ao alcance de todos e podem ser experimentadas no SkyDrive. Basta que acedam e comecem a criar novos documentos ou a editar os que tiverem já presentes.

Desde as suas versões iniciais que esta suite sempre prometeu muito e sempre esteve à altura do que se pretendia. Com estas novidades volta a dar um salto e atinge mais um excelente patamar de maturação.

O investimento que a Microsoft tem estado a fazer nas suas plataformas web, através da melhoria da sua suite de produtividade e da disponibilização da versão web do Outlook, começam a colocar estas ferramentas como uma alternativa viável a outras propostas existentes pela Internet e também elas totalmente integradas e a partilhar recursos entre si.

Avaliem as potencialidades da nova versão das WebApps do Office e vejam se ainda ponderam a manutenção noutras plataformas… Acedam via SkyDrive e descubram todo o seu potencial!

Fonte: Pplware

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Conheça o Google Play Music


Conheci este serviço, em Maio, através do Pplware e tenho vindo a ficar cada vez mais maravilhado com o seu uso. Daí que tenha decidido fazer aqui a sua divulgação.

Em resumo, este serviço permite alojar a nossa música na cloud e poder aceder-lhe a partir de qualquer lado a qualquer momento.


Mas… infelizmente a Google decidiu que apenas o iria disponibilizar, inicialmente, para os Estados Unidos da América.

Face a esta contrariedade, verifiquei que era possível contornar esta situação...Como funciona?

O funcionamento é bastante simples e parecido ao Dropbox, mas desta vez destinado exclusivamente à música.


Ao instalar o Music Manager no computador, disponível para PC ou Mac, e indicando-lhe o caminho (pasta) para o repositório de música, ele trata de fazer o upload e organizar tudo por intérpretes, álbuns ou géneros, agregando-lhe a respectiva foto desde que exista toda essa informação. Dependerá, claro, da organização que já tiver no seu repositório local.

Quando o upload terminar, poderá apagar as músicas da pasta, não se refletindo isso nas músicas armazenadas, ou seja, não precisa de ter toda a sua coleção de música naquela pasta. Quando quiser carregar mais músicas é só copiá-las para a respetiva pasta, esperar que seja feito o upload e... apagar (para não ter tanto espaço ocupado no disco do seu computador).

Feito isso, toda a música estará agora acessível e poderá ser reproduzida a partir de um browser.

Poderão também ser criadas várias listas de reprodução, manualmente (drag&drop de álbum ou música), automaticamente (segundo alguns critérios) ou “Instant Mixes” que cria uma lista de reprodução rápida onde se vão adicionando músicas à medida que vão sendo ouvidas. 

Todas as listas de reprodução serão sincronizadas, instantaneamente, com todos os dispositivos. Existem outras opções como reprodução aleatória, repetição e Thumbs Up/Down para votação na música, útil à criação de listas de reprodução automáticas.

Claro que o Android não poderia ser deixado de fora! Está disponível para todos os smartphones e tablets, com o sistema operativo Android 2.2+, a aplicação Music. Nesta aplicação é possível fazer tudo o que descrevi acima para o browser e, adicionalmente, tem a opção “Disponível off-line” que permite descarregar intérpretes ou álbuns completos para o dispositivo móvel, via Wi-Fi ou 3G.


Quais as características do serviço?

Ao contrário da maioria dos serviços de alojamento, que têm o limite definido em espaço, este serviço da Google inova e permite 20.000 ficheiros de música! É isso mesmo, vinte mil, independentemente do seu tamanho e taxa de bits. Considerando uma média de 10MB por cada música, poder-se-á contar com cerca de 200GB de espaço na cloud só para música!!

Para já sabe-se apenas que o serviço continua a ser gratuito, por isso… é de aproveitar! 
Mas eu sou português, bem português, e estou a desfrutar deste serviço! No final do artigo vamos explicar como pode aderir a este serviço e utilizá-lo em Portugal ou noutro país fora dos Estados Unidos.

Quanto a formatos suportados, podem ser enviados ficheiros áudio nos formatos MP3, AAC, WMA e FLAC. É sabido também que os ficheiros no formato FLAC serão recodificados para MP3 @ 320kbps.
Aspecto da interface

Após ter aderido ao serviço, fiz upload de um album de um grupo que tinha no meu computador e começei a experimentar e analisar imediatamente o serviço.

Todas as interfaces são bastante simples e intuitivas, como seria de esperar.


No browser:



No smartphone (Android):






Está restringido aos EUA?
Oficialmente sim, mas vamos explicar como utilizá-lo em pleno, de forma bastante simples, embora oficialmente, soube há pouco, vai estar disponível na Europa, no dia 13 de Novembro.
Boas notícias, portanto!




Configurar a proxy

Para conseguir aderir ao serviço, pesquisei e encontrei um proxy interessante para utilizar nas configurações de rede do browser.

Quando se fala em segurança, a utilização de uma proxy desconhecida torna-se bastante delicada pois está a servir de ponte para toda a nossa informação que lá circula, podendo o caso tornar-se crítico quando essa informação não é encriptada. A proxy a que cheguei funciona na perfeição mas nunca há certezas se é ou não 100% segura.

Esta proxy servirá apenas para ativar o serviço Google Music na conta Google.
Por isso, de forma a ter acesso permanente a estas funcionalidades, recomendo a configuração da proxy num browser não utilizado regularmente.

No meu caso, como sou utilizador do Google Chrome, configurei a proxy no Mozilla Firefox (outro dos browsers que utilizo, bastando abri-lo sempre que quiser comprar conteúdos disponíveis no Google Play dos EUA (incluindo os gratuitos).

De resto, para utilizar normalmente o serviço Google Music não é necessária qualquer proxy.

Todos os browsers permitem configurar as definições de rede. Basta ir às devidas opções e colocar a seguinte informação:



Endereço / Servidor Proxy: 108.3.215.174 

Porta: 80



O caminho para essa opção é:
No Google Chrome:
Botão Personalizar; Opções; Definições avançadas; Na secção Rede clicar em Alterar definições de proxy…; Definições de LAN; Marcar a opção :Utilizar um servidor proxy para a rede… e preencher de acordo com a caixa de texto acima.

No Internet Explorer:
Botão Ferramentas; Opções da Internet; Separador Ligações &; Definições de LAN&; Marcar a opção Utilizar um servidor proxy para a rede… e preencher de acordo com a caixa de texto acima.

No Mozilla Firefox:

Menu Firefox; Opçõest; Avançado; Separador Rede; Na secção Ligação clicar emDefinições…; Marcar Configuração manual de proxy…; Preencher de acordo com a caixa de texto acima e marcar a opção Usar o mesmo proxy para todos os protocolos.

No Opera:

Menu Opera; Configurações; Preferências; Separador Avançadas; Rede; Servidores Proxy…; Marcar HTTP, preencher de acordo com a caixa de texto acima e marcar a opção Usar o mesmo proxy para todos os protocolos.

Como já referi, recomendo esta configuração num browser diferente do usado regularmente, apenas por uma questão de comodidade. Notem ainda que existem muitas outras proxys que podem ser usadas, bastando fazer uma pesquisa para encontrar alternativa, inclusivamente utilizando aplicações para o efeito.


Alternativamente poderá utilizar o serviço Hotspot Shield cujos servidores se encontram localizados nos EUA. A sua utilização é bastante simples pois, uma vez instalado, basta utilizar o ícone na tray (ao pé do relógio) para ligar/desligar a utilização dessa “proxy”. Este serviço aparenta ser bastante seguro e não são conhecidos quaisquer problemas na sua utilização.

Activação do serviço Google Music na conta Google

A partir de agora, uma vez que estamos “oficialmente em território americano”, o processo é normalíssimo. Basta abrir o endereço https://music.google.com/ e concordar com os Termos do Serviço, clicando em Agree.


O serviço está activo e pode agora ser utilizado em qualquer local sem que, para isso, seja necessária uma proxy.

O próximo passo é a instalação da ferramenta Google Music Manager que possibilita o envio da nossa biblioteca de música para os servidores da Google, até um máximo de 20.000 músicas!


Utilização do Google Music no Android
Após o evento da apresentação do Google Music, a aplicação Music para Android sofreu uma actualização, integrando-se agora com a Loja online onde ficam imediatamente disponíveis as músicas adquiridas (quer sejam pagas ou gratuitas). A aplicação continua disponível apenas para os EUA, via Google Play, mas o Prof-Folio disponibiliza-a na caixa de download abaixo.



De seguida pode fazer o download de ambas as aplicações na caixa abaixo.
Google Music v4.0.9

Gratuito | 4.77MB
 Download




Add-ons para o Google Music

A interface de utilização Google Music no computador é o browser. Para melhor interagir com ele, estão disponíveis várias extensões para o Google Chrome e Mozilla Firefox. Pessoalmente, como utilizador do Google Chrome utilizo as extensões Better Music Beta (com botão e pop-up) e RC for Grooveshark & Google Music para controlar a reprodução com atalhos de teclado.

No entanto, listo algumas extensões para que possa experimentar. Caso conheça outras, não hesite em sugerir nos comentários.

Extensões Google Chrome:

Better Music Beta for Google Music – adiciona um botão que permite interagir com o Google Music sem ter de abrir o respectivo separador. Mostra um balão aquando da mudança de música.

Music Plus for Google Music – parecida com a anterior e, além disso, modifica o site Google Music onde adiciona informação acerca do intérprete (no topo da página), proveniente do portal Last.fm. Inclui ainda atalhos de teclado para controlar a reprodução.

Google Music Applet – parecida com as anteriores mas mais simples e pobre em funcionaliades.

RC for Grooveshark™ & Google Music™ – controlo da reprodução do Google Music com recurso a atalhos de teclado configuráveis.

Aproveitem até ao dia 13 de Novembro, data do lançamento do serviço na Europa. A partir daí, vai ser desnecessário contornar a situação, pois vamos ter o serviço em todo o seu esplendor!



Adaptado de: Pplware

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Minus – Serviço de Partilha

A web está cheia de bons serviços e todos os dias aparecem um sem número de novas opções. Minus é um serviço muito interessante. Permite que tenhamos na cloud um local de alojamento onde podemos colocar todo o tipo de ficheiros, arrastando e largando do nosso computador para a página do serviço no browser e decidir se queremos partilhar esse conteúdo com o mundo ou manter apenas para uso privado.

Mas não se fica por aqui, há muitas novidades neste serviço gratuito que irá gostar de saber.

 

O conceito é simples. Podermos ter um espaço de 10GB gratuito, enviar ficheiros até 2GB lá para dentro e poder partilhar, através de um short link, o ficheiro no Twitter, Facebook ou deixar que a nossa conta tenha seguidores, como se fosse uma rede social de armazenamento de conteúdos na cloud.
Veja o video:


Tudo isto é acompanhado de aplicações de apoio para os vários SO's (Windows, MacOs e Umbutu) e para os sistemas "mobile" (Android e iOS).

Experimente, pois é fantástico!



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