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terça-feira, 27 de setembro de 2016

Estado da Educação (2015) - Conselho Nacional de Educação

A publicação Estado da Educação 2015 surge na continuidade dos relatórios anuais que o Conselho Nacional de Educação publica desde 2010.

À semelhança das edições anteriores, o Estado da Educação 2015 apresenta indicadores de referência do sistema educativo que permitem caracterizar a rede escolar, a população escolar e a oferta educativa e formativa, o corpo docente, a avaliação e os resultados escolares e o financiamento público da educação, dos diferentes níveis e modalidades de ensino.

O relatório conta igualmente com a introdução, assinada pelo Presidente do Conselho Nacional de Educação, Professor David Justino, e termina com três artigos de investigação.


Estado da Educação - 2015

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Education At A Glance 2013

Foi publicado hoje o relatório anual da OCDE.

“Education At A Glance 2013” refere que os professores portugueses são dos que mais tempo passam a dar aulas.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

O relatório do FMI (Tradução Portuguesa)


Finalmente uma tradução do relatório do FMI!
Graças à tradução coletiva promovida pelo Aventar, aqui fica o "primeiro rascunho":


Segundo os promotores da tradução:

Apresentamos um primeiro rascunho da tradução em português do documento Repensando o estado – opções selectivas de reforma da despesa, vulgo Relatório do FMI (Clique para descarregar em formato pdf)

Foi utilizada a seguinte metodologia:

  • O texto original foi dividido em parágrafos numerados e publicados às 11h 43 de 11-01-2013
  • Solicitaram-se voluntários para a tradução, parágrafo a parágrafo do texto.
  • Colaboraram: Bruno Rego, Carla Alexandra Neves Simões, Carolina, Elisabete Figueiredo, Fausto Simões, Isabel G , Joana Lopes , João Bernardino , Jorge F , Jorge F, Leitor Costumeiro, Leonor, Manuel Marques, Marilia Costa, Marisa M., Miguel Conceição, Miguel Conceição, Miguel Conceição, NG, Noémia Pinto, Nuno Rumo, Paisano, Pedro Barbosa, Pedro Figueiredo, Renato Rodrigues, Rosa Alves , Rosa Melo, Sandra Guerreiro, Sarah Adamopoulos , Sónia Ariana Dias, Sunisbliss, Susana Fernandes , sxp030, tiago lemos Peixoto, Vasco Macedo (e provavelmente outros, a quem pedimos desculpa)
a quem deixamos os nossos agradecimentos por esta lição de cidadania, patente na disponibilidade de tantos para, num prazo curto e com uma surpreendente qualidade geral, traduzir o presente documento. Trata-se de uma acção de participação cívica inédita em Portugal, que reflecte de forma eloquente a vontade dos portugueses em participar na vida do País e nos grandes debates que este relatório encerra.

O texto será agora sujeito a uma revisão técnica, mais morosa, razão pela qual se trata de um documento ainda em construção, com naturais incoerências, mas que desde já publicamos.

Fica aberto a críticas e sugestões que podem ser enviadas para traducao.fmi@gmail.com.

Pensamos que dentro de uma semana será publicada a sua versão final, e enviada aos autores e ao Governo com um pedido de validação. Desta forma, o voluntariado terá poupado ao Estado o custo da tradução. É pouco, mas foi uma ajuda.

É a segunda vez que tomamos uma iniciativa deste género. Já assim foi com o Memorando assinado com a troika.

Não inventámos a roda, embora este método de tradução pública colaborativa seja, tanto quanto sabemos, utilizado pela primeira vez em Portugal. É também para isto que os blogs servem. Vamos trabalhar numa ferramenta que, utilizando a mesma metodologia, lime as arestas e possa estar preparada para os próximos episódios.

Escusa quem mande de tentar que as grandes discussões públicas em Portugal se façam com documentos em estrangeiro. Aprendemos como ultrapassar esse obstáculo, a trote. Bem vindos ao século XXI.

domingo, 13 de janeiro de 2013

Economia (e) Política

Um dos fatos relevantes da semana foi a divulgação do Estudo encomendado pelo Governo ao FMI, sobre a Reforma do Estado (o título original do estudo é “Rethinking the State – Selected Expenditure Reform Options”).

O estudo auto qualifica-se como sendo “técnico” e não se dirigindo, em princípio, a outros destinatários que não aquele que o solicitou (o Governo). Assim, a primeira interrogação que, com propriedade, podemos colocar, prende-se, precisamente, com a razão de ser e o momento da sua divulgação, via imprensa. Será preparar psicologicamente o caminho para a tomada de decisões políticas que reflitam as opções (ou algumas delas) avançadas pelo FMI? Será que o Governo quer, no fundo e de alguma forma, desresponsabilizar-se, política e parcialmente, das medidas que poderá eventualmente adotar, aconchegando-se, um pouco, nas costas do FMI?

Mesmo com as dúvidas e reservas de quem não teve a oportunidade de se debruçar, com cuidado e refletidamente, sobre as 76 páginas do relatório, há algumas notas que merecem realce: o carácter iminentemente académico do texto apresentado, a desconsideração do impacto e do contexto político e sociológico das soluções sugeridas e a exclusiva focalização no Estado português, sem contar com a sua interação com o exterior. Ou seja, aparentemente, o estudo desenvolve e pressupõe uma análise isolada e estática de Portugal, assemelhando-se a um exercício centrado numa abstração: Portugal, a economia e o Estado portugueses, são uma ilha fechada e impermeável aos efeitos do mundo em mudança, nomeadamente, da Europa em que se integra. Ora, não se pode criticar o estudo por isso mesmo. Pelo menos, não se pode criticar muito! Há, naturalmente, uma preocupação da parte dos técnicos que assinam o trabalho, em não se imiscuírem em questões políticas de governação e em fornecerem apenas respostas ditas “técnicas”. Se algumas opções apresentadas parecem brutais e, realisticamente, de difícil concretização sem porem o que resta do país de “pernas para o ar”, o facto é que o FMI cumpre o seu papel. Curiosamente, no que tange à reflexão sobre o Estado, o estudo começa (e, salvo erro, fica-se por aí) por invocar clássicos como Musgrave e Buchanan, defensores de perspetivas, respetivamente, “intervencionistas” e “não intervencionistas” na economia, para nos dizer que a solução estará, algures, a meio caminho.

Dito isto, o que será porventura perigoso e criticável não é tanto o exercício apresentado pelo FMI, no seu papel de mero consultor independente, mas sim a eventual tentativa de o absolutizar, acriticamente e sem compreender que a economia é essencialmente política. Isso sim, é a responsabilidade primeira do Governo e a ela não pode fugir, sob pena de desistir da tarefa da governação.

Fonte: Blasfémias

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

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