sábado, 22 de janeiro de 2022

Ensaio: Vinte anos de euro: A História explica!


O Euro começou a circular em Portugal há 20 anos e o seu aniversário foi quase ignorado pela generalidade da imprensa portuguesa e europeia. A moeda única impôs um colete de forças monetário e orçamental aos Estados mais pobres que a ela aderiram. Depois da euforia inicial, da crise e da austeridade, porque desapareceu o Euro do debate público?

Acriação do Euro como unidade de conta europeia data de 1999, mas foi há vinte anos que, com pompa e cirscunstância, as moedas e notas começaram a circular. Curiosamente, os vinte anos da moeda única foram quase ignorados pela generalidade da imprensa europeia. O caso é ainda mais estranho em Portugal, um dos países mais afectados pela crise do euro, com eleições legislativas a 30 de janeiro, onde as questões económicas são normalmante parte do debate.

A ausência de discussão sobre o euro é, aliás, sintoma de uma quase ausência das questões europeias nestas eleições. O debate político ignora os limites impostos por Bruxelas e Frankfurt, o que resulta num necessário empobrecimento. A análise das possibilidades de país que queremos não pode deixar de lado o papel histórico do euro na sociedade portuguesa e os caminhos que, a partir dele, se desenham no futuro próximo.

VINTE ANOS DE ESTAGNAÇÃO

Num recente debate eleitoral, António Costa, quando confrontado com a estagnação da economia portuguesa nos últimos vinte anos, respondeu: “a história explica”. António Costa tem razão, embora se tenha poupado a elaborar esta hipótese genérica. A história da integração monetária é central para entender a estagnação da economia portuguesa nos últimos vinte anos, mas para isso temos que recuar não vinte, mas trinta anos, aquando da assinatura do Tratado de Maastricht em 1992. Este tratado estabeleceu o roteiro para a União Monetária Europeia (UEM).

O tratado estabeleceu um conjunto de critérios para adesão à moeda única. Os critérios obrigavam à convergência de taxas de juro nominal entre os países aderentes (o preço da moeda), partindo do pressuposto que tal só podia acontecer se esses mesmos países tivessem taxas de inflação igualmente parecidas, um défice abaixo dos 3% do Produto Interno Bruto (PIB) e uma dívida pública abaixo dos 60% do PIB. Se taxas de inflação e juro convergentes são condições razoáveis para a criação de uma moeda única, a introdução de limites à política orçamental de cada país obedecia à visão equivocada na teoria económica, de uma relação directa entre política orçamental e inflação (e, logo, de taxas de juro reais).

De uma penada, os Estados abdicavam dos instrumentos de política monetária – taxa de câmbio e taxa de juro – e sujeitavam-se a uma política orçamental muito restritiva. Isto num contexto de mercado único europeu, estabelecido precisamente em 1992, onde em nome da livre concorrência europeia, tradicionais instrumentos de política industrial, como taxas alfandegárias ou a contratação pública nacional preferencial, estavam proibidos.

Estavam assim criadas as condições para um espaço económico europeu liberalizado, com novos e extensos mercados, sem custos de transação nas trocas comerciais e com interferência mínima do Estado nacional.

Naturalmente, este novo espaço económico europeu não era igual para todos. Economias altamente industrializadas e sofisticadas na sua produção competiam agora diretamente com economias mais atrasadas, sem instrumentos de proteção ou promoção preferencial, como a portuguesa. Face a este problema, a União Europeia prometia mecanismos de compensação, na forma dos fundos de coesão social e regional, que promoveriam a infra-estruturação e qualificação das economias mais atrasadas, permitindo-lhes a prazo competir com algumas das economias mais avançadas do mundo.

Não surpreende o sucesso político inicial do euro, sobretudo nos países que mais perderam com ele. A integração monetária prometia a pertença ao “pelotão da frente” europeu. Com a modernização infra-estrutural do país financiada pelos fundos europeus, a moeda única simbolizava a antecipação do progresso do país face ao resto da Europa Ocidental. Ademais, a prova estava nos factos. O caminho para euro, sobretudo na segunda metade dos anos noventa, foi um período de forte crescimento económico e quase pleno-emprego.

Com a liberalização dos mercados financeiros e a segurança que a UEM dava ao capital internacional, a recém-privatizada banca portuguesa conseguia endividar-se nos mercados europeus, financiando as famílias na compra de casa própria e o sector da construção civil, produzindo um boom neste sector, que serviu de locomotiva para o crescimento económico recorde de então. Isto, com taxas de juro historicamente baixas, graças aos critérios de convergência da UEM.

A euforia dos anos noventa não foi para toda a gente. Com uma taxa de câmbio fixa, sobrevalorizada, e uma taxa de inflação nacional superior à prevalecente no resto da União Europeia, os sectores de atividade expostos à concorrência internacional, entre eles a indústria, foram perdendo capacidade de competir com os seus congéneres nos mercados nacional e internacional. Regiões, como o Vale do Ave ou a cintura industrial de Lisboa, foram condenadas a um longo processo de desindustrialização e o país, como um todo, a défices externos crescentes, acumulados traduzidos numa dívida externa ignorada como problema económico, dado o assegurado acesso ao financiamento bancário europeu.

A lua-de-mel portuguesa com a UEM acabou, por coincidência, no momento em que, finalmente, as notas e moedas de Euro começaram a circular. A recessão internacional de 2001 colocou o orçamento português fora das regras do Pacto de Estabilidade e Crescimento (acordo que tinha complementado os critérios de Maastricht, no final da década de noventa), obrigando a um progressivo corte do investimento público, tendo caído de 5% do PIB, em 2001 para pouco mais de 3%, em 2007.

Esta quebra naturalmente conduziu a uma equivalente quebra do investimento privado, sobretudo no sector da construção e imobiliário, agora condenado a um longo período de estagnação, que só não se traduziu em crise dado o contínuo acesso ao endividamento, nacional e internacional, que o euro possibilitava. A crise financeira de 2008-09 veio por fim à bóia do endividamento que permitia colocar à tona a economia portuguesa.

CRISE DO EURO

Os problemas estruturais da economia portuguesa e da restante periferia europeia provocados pela adesão ao euro tornaram-se salientes em 2011. Depois do momento “keynesiano”, em 2009-10, de aumento da despesa pública como forma combater os efeitos da estrondosa crise financeira em Wall Street, os mercados financeiros internacionais começaram a desconfiar da capacidade de pagamento dos países sobreendividados de uma zona euro sem orçamento próprio redistributivo relevante e sem um banco central que assegurasse o financiamento dos Estados no combate à crise.

As atenções viraram-se para os países mais frágeis, do Sul da Europa, com um endividamento externo acumulado (público e privado) extraordinário, agora impedidos de se refinanciar nos mercados financeiros.

Neste cenário, embora a banca tenha beneficado do crédito do Banco Central Europeu para não “esbarrar no muro”, como um então banqueiro português qualificava a situação, os Estados não beneficiaram da mesma generosidade. O diagnóstico dominante da crise eximia a UEM, na sua arquitectura, de qualquer responsabilidade. O problema do endividamento externo teria sido provocado pela irresponsabilidade salarial e por uma intervenção excesssiva do Estados periféricos na economia, que não permitia aos mercados equilibrarem-se face a choques como o da crise de 2008-09. Isto com uma boa pitada de xenofobia, dirigida aos irresponsáveis povos do Sul que trabalhariam pouco e mal.

A par da austeridade orçamental, cortar salários, promover a reforma laboral e reduzir apoios sociais seriam a única forma de promover a necessária desvalorização interna e, assim, aumentar da competitividade externa. Esta foi, pois, uma oportunidade para, ao abrigo de acordos condicionais para empréstimos oficiais, sujeitar as economias periféricas a um programa de liberalização de mercados, privatização e austeridade, para o qual a UE não tinha antes qualquer legitimidade.

A execução dos programas foi, no curto-prazo, um sucesso político, mas um desastre económico e social para os países que o empreenderam. A quebra na procura condenou os países do Sul a uma pronunciada contração da actividade económica, com aumento brutal do desemprego e da pobreza. O efeito financeiro de curto de prazo foi, pois, um aumento do endividamento destes países em percentagem do PIB, abrindo a possibilidade do não pagamento da dívida e consequente saída do euro. Combinado com um aumento demasiado precoce das taxas de juro para toda a Zona Euro, toda a União Europeia caiu em nova recessão em 2012. A viabilidade do Euro parecia em risco, com os mercados financeiros a apostarem crescentemente na saída de um ou mais países.

Se a instabilidade económica e social do Sul da Europa foi ignorada pela UE, o mesmo não aconteceu com a instabilidade financeira. O BCE empreendeu um programa de empréstimos de longo-prazo a taxas de juro perto do zero à banca europeia. A medida mostrou-se insuficiente. A crise tinha mostrado que a moeda era única, mas os bancos nacionais, estavam dependentes de cada Estado de origem nos seus resgates e aumentos de capital. A periclitante situação financeira de ínumeros Estados continuava, assim, a colocar em risco a estabilidade financeira de toda UEM.

Com Estados periféricos disciplinados pelos programas de ajustamento e governos de direita comprometidos com esses mesmos programas, de Mariano Rajoy, na Espanha a Passos Coelho, em Portugal, passando por Antonis Samaras na Grécia, o então presidente do BCE, Mario Draghi, prometeu que tudo faria para salvar o Euro, implicitamente assumindo que não deixaria nenhum Estado falir. O BCE comprometia-se a fazer o que até então afirmava ser proibido pelos seus estatutos: comprar dívida soberana de forma a baixar as taxas de juro desta. Com a notável excepção da Grécia, as taxas de juro começaram a convergir e a implosão financeira do euro foi evitada.

Portugal foi um dos grandes beneficiários do anúncio do BCE, com as taxas de juro da dívida soberana a 10 anos a cair de um máximo de mais de 10%, em 2012, para quase zero, em 2014, permitindo então a “saída limpa” do programa da troika e um custo descendente da dívida, essencial para o virar de página da austeridade anunciado pelo novo governo em 2015.

Com os riscos sistémicos afastados, países politicamente recalcitrantes, como a Grécia, em 2015, sofreram o efeito contrário desta nova assumpção de poder do BCE, que, no seguimento do voto “não” a mais um pacote de austeridade do povo grego, cortou os seus empréstimos à banca, chegando mesmo a bloquear o acesso dos cidadãos gregos às notas e moedas de euro, forçando assim à capitulação do Governo grego de então, impreparado para qualquer ruptura.

NOVA PÁGINA?

O fim da crise do Euro, com os mercados financeiros pacificados e os Estados alinhados com Bruxelas, permitiu a Portugal uma surpreendente, ainda que tépida, recuperação económica. Por um lado, a queda dos custos do serviço da dívida e a sua reestruturação em curso (hoje o Banco de Portugal é o grande detentor de dívida pública portuguesa) permitiram uma “folga” orçamental para a reposição de salários e pensões, sem violar as regras financeiras de Bruxelas.

Por outro lado, a recuperação da economia europeia promoveu um boom turístico nos países do Sul e o afluxo de capital estrangeiro ao imobiliário nacional, em busca de rentabilidade, num ambiente de abundante liquidez a baixas taxas de juro. Uma nova bolha imobiliária serviu, mais uma vez, de motor do crescimento e do emprego. Portugal apresenta, hoje, uma economia dependente de sectores onde o potencial de inovação e crescimento da produtividade é diminuto, assente na competitividade preço, ou seja dependente de baixos salários.

Com a reposição de rendimentos pela via orçamental, a variável de ajustamento face às imposições da Comissão Europeia, passou a ser o investimento público, reduzido a um peso no PIB nunca antes visto, atingindo um recorde mínimo de 1,6% do PIB em 2016, reflectido em serviços públicos em acelerada degradação. No entanto, face a uma queda abrupta do desemprego, as novas vulnerabilidades, públicas e privadas, estruturais da economia portuguesa passam ao lado do debate público. A crise do Euro é já uma memória longínqua.

Esta percepção agravou-se com a crise pandémica. Com os confinamentos a afectarem inicialmente toda a actividade económica europeia de forma razoavelmente simétrica, a ação da União Europeia foi pronta e eficaz. Ao abrigo da pandemia, o BCE reforçou as suas compras de dívida pública nos mercados, prevenindo qualquer especulação financeira, acalmando os mercados financeiros. Por outro lado, novas instituições, nascidas da crise de 2009, como a Autoridade Bancária Europeia, permitiram aos Estados e bancos a concessão de moratórias e garantias de crédito a empresas e famílias que preveniram, pelo menos no curto prazo, nova onda de crédito mal-parado.

Finalmente, as regras orçamentais foram momentaneamente abandonadas, permitindo aumento dos gastos públicos e, pela primeira vez, a UE decidiu endividar-se nos mercados e distribuir fundos pelos Estados-membros na forma dos programas de recuperação e resiliência. A ação financeira imediata da UE serviu de elemento estabilizador da economia europeia.

As reações dos diferentes Estados europeus não foram, todavia, simétricas. A resposta orçamental dos países do Sul, como Portugal e Espanha, países particularmente afectados pela pandemia no seu modelo de crescimento económico dependente do turismo, foi bem mais modesta do que as do Norte da Europa. O medo das violações das regras europeias e o trauma dos memorandos de entendimento é real e justificada. A aposta nestes países fez-se entre o adiamento dos efeitos da crise, usando moratórias e garantias de crédito, e a esperança que os Planos de Recuperação e Resiliência (PRR) consigam alavancar a recuperação económica. Ora, o PRR equivale a aproxidamente de 8% do PIB nacional, a ser gasto ao longo de sete anos, num aumento evidente do investimento público, mas que não cobre o aumento de despesa pública forçada pela pandemia em 2020 e 2021.

Mais preocupante para Portugal é o recente aumento da inflação na zona Euro para 5% no final de 2021, provocada por rupturas nas cadeias logísticas internacionais e uma recuperação assimétrica em muitos países europeus. Ainda que Portugal tenha uma taxa de inflação bem abaixo da média europeia (2,7%), a pressão política para que o BCE reverta a sua política monetária expansionista por parte da Alemanha (inflação de 6%) já se faz sentir.

Mesmo com promessas de não aumento das taxas de juro directoras por parte do BCE, a redução do seu programa de compras de dívida soberana já se faz sentir no aumento da taxa de juro da dívida pública. Qualquer eventual aumento da taxa de juro no zona euro é, do ponto de vista real (descontado da inflação), mais prejudicial para a economia portuguesa, quando comparada com a alemã. Um cenário agravado pelo sobrendividamento privado e público que subsiste.

A pressão financeira far-se-á sentir. Mais uma vez, a política monetária única é a receita para a divergência europeia.

CLUB MED DA UE?

Aquando da crise do euro, vários foram os autores que convocavam a comparação com o malfadado padrão-ouro do início do século XX, quando a convertibilidade das moedas em ouro estava assegurada a um preço (câmbio) fixo. Tal como o padrão-ouro, o euro é, de facto, uma moeda que institui um regime de câmbio fixos entre os estados-membros, instituído de forma a facilitar os fluxos financeiros e comerciais internacionais.

O euro também mostra parecenças com o padrão-ouro no mecanismo de ajustamento para eventuais desequilíbrios financeiros e/ou comerciais, a deflação de preços. Face à impossibilidade de desvalorização cambial, que torne exportações mais baratas e importações mais caras, a única forma de ajustamento possível é a queda dos preços, nomedamente dos salários, reduzindo a procura e aumentando o peso da dívida externa em relação ao produto de cada país.

No caso do padrão-ouro, a espiral recessiva criada por este mecanismo gerou a sua implosão aquando da Grande Depressão de 1929. O mesmo foi anunciado para o euro. O euro estaria destinado a implodir pelas suas próprias contradições, sendo a ação política ativa desnecessária. Não aconteceu.

A história do euro nos últimos dez anos mostra a vantagem de uma moeda fiduciária que, ao contrário do ouro, pode ser criada do nada. É isso que acontece com os empréstimos do BCE à banca e as suas compras de dívida. Tal mecanismo permite fornecer livremente liquidez ao sistema financeiro e controlar a taxas de juros, o que preveniu, até agora, a desagregação de área monetária em divergência. No entanto, a demonstrada flexibilidade do euro e da sua gestão tem um custo: com a garantia do financiamento público e privado, o mecanismo deflacionário de ajustamento deixa de ser automáticamente criado por escassez de moeda.

O mecanismo deflacionário passa a ter de ser politicamente determinado, através das reformas laborais, garantindo que trabalhadores aceitam piores salários e condições de trabalho em contexto de crise, e dos limites à despesa pública, determinados por regras mais ou menos discricionárias, impedindo o contrabalanço da despesa pública. Não surpreende, pois, que estas sejam a linhas vermelhas que nenhum governo europeu ultrapassa. No caso português, a recusa de reverter a reforma laboral aprovada pela troika foi central para a queda do Governo.

Ainda que adiados pela euforia do imobiliário e fluxos de capital estrangeiro em busca de rendibilidade, os problemas estruturais do euro para as economias periféricas mantêm-se. Uma moeda sobrevalorizada (desvalorizada para os países exportadores do Norte) é sempre uma barreira à modernização produtiva de um país. O esforço inicial de investimento em qualquer área produtiva, com maior potencial de inovação e ganhos de produtividade, vai enfrentar sempre maiores custos em relação a quem já está estabelecido no mercado.

Ora, se acrescentarmos a impossibilidade de os Estados, além da política cambial, usarem a política comercial, orçamental e monetária, o desígnio nacional do desenvolvimento produtivo e enfretamento das alterações climáticas fica nas mãos do financiamento europeu de infra-estruturas e qualificação. Um modelo já testado e claramente falhado. Portugal arrisca-se a ser o “Club Med” da União Europeia, uma estância turística estagnada onde se pode explorar uma mão-de-obra qualificada e barata.

O euro deixou de ser tema político em Portugal. É fácil entender porquê. Por um lado, temos a já mostrada flexibilidade deste arranjo monetário. Por outro lado, a bandeira da saída do euro envolve uma ruptura política, com necessários custos no curto-prazo, num tema complexo e num contexto de debate público dominado pelo europeísmo pueril.

No entanto, como este texto procurou demonstrar, a dimensão política da gestão do euro tornou-se mais saliente nos últimos dez anos. Qualquer programa político consequente que trate de direitos laborais, investimento nos serviços públicos e, sobretudo, que elabore um verdadeiro um modelo de desenvolvimento para debelar o atraso nacional e o desafio climático esbarrará nas restrições colocadas pelo euro. Na atual conjuntura, os nossos partidos conseguem evitar discutir o euro, mas o seu retorno ao debate será inevitável, mais cedo do que tarde.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

A Ciência do Prof-Folio: Desafios da Ciência em 2022

James Webb Telescope

Em ciência, para cada questão respondida, abrem-se logo outras que pedem resposta. Entramos no ano de 2022 com várias questões por responder. E temos esperança de que, se não forem respondidas neste ano, sê-lo-ão nos seguintes. O sábio português Garcia da Orta afirmou, no século XVI, que «o que não sabemos hoje, amanhã saberemos».

Algumas descobertas são inesperadas. Mas outras são o resultado de cuidadosos planeamentos e prolongados esforços. Ofereço aqui uma lista de desafios da ciência nos quais, pelo que está planeado, haverá avanços a curto prazo. Privilegiei as descobertas da Física ou relacionadas e dentro destas, por serem mais mediáticas, as que têm a ver com o espaço. Mas a biomedicina é um vasto campo onde vai continuar a haver progressos tremendos.

A NASA vai encher-nos de notícias. O telescópio espacial James Webb, da NASA e da ESA, o maior de sempre, começará a enviar as suas imagens do Universo em Junho próximo. O telescópio, que já abriu completamente, está em rota para a sua posição em órbita solar. Será descoberta a luz das primeiras estrelas e serão descobertos novos exoplanetas, com boa probabilidade alguns deles parecidos com a Terra. Em 24 de Setembro, culminará a missão da NASA Double Asteroide Redirecion Test: uma sonda foi planeada para embater num pequeno asteróide, para nos ensinar sobre a possibilidade de desviar um asteróide da sua trajectória, se acaso viermos a descobrir um a aproximar-se perigosamente da Terra. A NASA vai ainda, em breve, testar um novo foguetão, o Space Launch System, que colocará num voo a nave Oríon, não tripulada, preparando o regresso de astronautas na Lua a partir de 2025. Embora seja mais tecnologia que ciência, os operadores privados americanos continuarão a desenvolver as suas actividades no espaço, como a SpaceX de Elon Musk, que testará o seu novo foguetão Starship.

Em Setembro partirá para Marte a missão europeia ExoMars 2022, da ESA, em colaboração com a Rússia, que colocará um rover a Marte, baptizado de Rosalind Franklin, em honra da pioneira da bioquímica, que vai fazer companhia ao americano Preseverance (com o helicóptero Ingenuity) e ao chinês Zhurong. O objectivo é detectar vida passada em Marte.

Na astrofísica, grande novidade será a entrada em funcionamento, no Chile, do Observatório Vera Rubin, que vai «varrer» o espaço como nunca antes foi feito. Por outro lado, depois de uma pausa para melhorias, a colaboração LIGO - Virgo entre os Estados Unidos e a Europa, para detectar ondas gravitacionais retomou recentemente a actividade: o seu fim é registar novas colisões de buracos negros ou estrelas de neutrões. Para além do James Webb, haverá mais novidades sobre exoplanetas. Acaba de ser anunciado um com a forma de uma bola de râguebi. Há cada vez mais evidências de luas de exoplanetas. E há indícios de planetas fora da nossa galáxia, que aguardam confirmação.

No CERN, na Suíça, o Large Hadron Collider, depois de três anos de paragem técnica e de um atraso causado pela pandemia, voltará, a partir de Maio, a operar, a maior energia. Para além de mais medidas da partícula de Higgs, os físicos de partículas procuram novas partículas. Uma grande descoberta seria a detecção de algo que pudesse explicar a matéria negra, um misterioso constituinte do Universo. Existem várias experiências específicas para procura de matéria negra e, em Maio, haverá no Dubai uma conferência internacional sobre o tema.

Mas há muito mais ciência para além do espaço e das partículas. Dou apenas alguns exemplos:

  • Não sabemos bem o futuro da COVID-19, mas sabemos que as vacinas foram um enorme êxito. Alguns especialistas esperam que a pandemia se transforme em endemia, com um número baixo de vítimas. Deve haver melhorias nas vacinas e nos antivirais. É muito provável que as novas vacinas, baseadas na genómica, encontrem outras áreas de aplicação.

  • Neste ano sairá o 6.º relatório do IPCC, o Painel Internacional para as Mudanças Climáticas, que são o maior desafio da Humanidade nas próximas décadas. As conclusões da COP26 em Glasgow poderiam ter sido mais assertivas, mas segue-se a COP27, que terá lugar no Egipto em Novembro de 2022. Os avanços em energias alternativas continuam.

  • A descoberta do ano de 2021, segundo a revista Science, foi um trabalho sobre os modos de enrolamento de proteínas realizada por um poderoso sistema de inteligência artificial (IA), que abre a porta ao fabrico de novos fármacos. A IA estará cada vez mais não só na ciência como nas nossas vidas e cada vez mais vai será necessária a consideração de aspectos éticos.

  • Na área da computação quântica, tem sido reclamada a «supremacia quântica», o ponto em que os computadores quânticos ultrapassam os convencionais. Várias empresas, como a IBM e a Google, estão a competir nesse domínio. Mas há também avanços chineses, um país que já ultrapassou os Estados Unidos em número de artigos científicos. Haverá em Julho próximo uma conferência internacional sobre computação quântica em Lisboa.

Curiosidades (I): Fotografias a preto e branco que adquirem cor


As 35 fotografias são a preto e branco. Contudo, se as tocarmos com o dedo, adquirem as suas cores naturais. Maravilha da tecnologia japonesa!

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quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

O Livro da Semana: é Hora de Mudarmos de Via - as Lições do Coronavírus - Edgar Morin


Amor, poesia, sabedoria

A cabeça bem-feita

O caminho da esperança

Ciência com consciência

Como viver em tempo de crise?

Conhecimento, ignorância, mistério

Cultura e barbárie europeias

Edwige, a inseparável

Filhos do céu

Meu caminho

Meus demônios

Minha Paris, minha memória

O mundo moderno e a questão judaica

A religação dos saberes

Rumo ao abismo?

A via

segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

A opinião do Prof-Folio: Portugal forma professores para caixas de supermercados

Celso Monteiro

O rejuvenescimento da classe docente já era preocupante muito antes de a pandemia começar. Pensar nele a médio-prazo é adiar a resolução de um problema que tem de ser resolvido “ontem”.

“O pior cego é o que não quer ver”, felizmente que a língua portuguesa possui expressões completamente elucidativas das ações funestas com as quais nos deparamos diariamente.

O problema do rejuvenescimento da classe docente já era, muito antes da pandemia começar, um problema preocupante. Como outros vários assuntos, a pandemia apenas veio trazer à luz aquilo para que os mais atentos já tinham tentado alertar mas, como já é costume, foram ignorados, silenciados ou até mesmo “comprados”.

Quando se fala apenas de um cenário de falta de docentes a partir do ano-letivo de 2023/2024, demonstra-se uma completa falta de noção da realidade atual. Os estudos feitos pelo Ministério da Educação acerca do que poderá acontecer à classe docente do país saltam um ponto talvez dos mais importantes, e esse ponto passa por perceber a razão pela qual os jovens já não têm interesse na área do ensino.

Como é apresentado na legenda de uma notícia Jornal Público do dia 5 de Janeiro de 2022 “O número de estudantes inscritos em cursos superiores de Educação caiu cerca de 70% desde o início do século.”, sendo que este acontecimento é justificado da forma mais simples e vaga possível: “A profissão não é atractiva para os jovens. Enquanto assim for, não vamos resolver o problema”.

Para entender esta tendência alarmante temos de olhar atentamente para a forma como os professores, ou jovens formados para esta área, são apresentados ao mundo do trabalho.

Olhando para as condições financeiras que um jovem professor aufere talvez se encontrem justificações mais do que suficientes para entender o porquê de se perder o interesse. Com salários baixíssimos, sem qualquer respeito por uma das mais importantes profissões do nosso país, uma profissão que vai muito além do horário que cada um recebe, em que se perdem horas da vida pessoal em troca de absolutamente nada, onde, ao contrário do que é apresentado publicamente, o salário da maior parte dos professores não chega aos 1300 euros brutos por mês, antes dos descontos, em que as suas carreiras estão congeladas e, apesar das inúmeras formações que são obrigados a fazer, nada muda. Com este panorama, e mesmo não sendo de todo justo ou apelativo, muitos jovens ainda tentam sair para este mercado de trabalho, precisando de estudar cerca de dezassete anos, com todos os custos inerentes a isso, para no fim acabarem a trabalhar em caixas de supermercado, não querendo menosprezar esta categoria profissional. Mas, para quem estuda e investe o seu tempo e dinheiro durante duas gerações é desmotivador. Para além disto, um professor ao longo da sua carreira vê-se obrigado a mudar de habitação uma vez por ano, fazer quilómetros e quilómetros para dar aulas, sem qualquer apoio estatal, causando para além dos gastos financeiros um enorme desgaste físico e mental, altamente prejudicial para o exercício da sua profissão com todo o rigor e paixão, sempre tendo em sua mente a automotivação e a motivação dos seus alunos.

Que consequências isto traz ao país? Primeiramente um aumento de emigração jovem para países onde o trabalho como professor é devidamente respeitado. Se pegarmos, por exemplo, num país como a Escócia, um professor em início de carreira recebe cerca de 6522,5 £, que convertidos para euros dá cerca de 7802 euros, bastante diferente do que acontece no nosso país. Mesmo atendendo ao nosso baixo custo de vida, a discrepância é muito grande. Para acrescentar a este já grave problema, podemos falar dos milhares de alunos que ficam com o percurso escolar condicionado por não existirem professores. No presente ano letivo estima-se que cerca de 10 mil alunos ficaram sem aulas devido à ausência de professores. Sendo isto números simpáticos face à crua realidade, e sendo que a sociedade humana funciona em sistema de bola-de-neve, este caso não é indiferente. Falta de professores conduz a alunos mal preparados, que por sua vez conduz a menos professores e cada vez menos docentes bem preparados. O resultado final deste processo só pode ser catastrófico.

Pensar neste problema a médio-prazo, como é proposto pelo Ministério da Educação, é adiar a resolução de um problema que tem de ser resolvido “ontem”. É permitir que a situação ainda piore mais, que os professores ainda tenham menos condições e que os jovens tenham cada vez menos futuro.

Olhar para Portugal e falar de evolução financeira e social sem dar à educação o valor que ela realmente merece é no mínimo irónico e surreal.

De forma a terminar, deixar apenas um apontamento: já decorreram alguns debates televisivos entre os candidatos para as legislativas do próximo dia 30 de Janeiro de 2022 e é assustador como em aproximadamente 6 horas de debate televisivo a educação foi falada apenas menos de um um minuto. Sendo crítico temos de retirar destes números que o futuro das jovens gerações e dos estudantes não interessa nada aos políticos de hoje e se assim for o futuro mostra-se negro.

“É na educação dos filhos que se revelam as virtudes dos pais.”
                                                                               Coelho Neto

Fonte: Observador

domingo, 16 de janeiro de 2022

Histórias da minha aldeia (I) - Recordando o Ti'Horácio


A Aldeia acordou, na manhã fria de 16 de Janeiro de 2007, a escutar o “dobrar” dos sinos que anunciavam mais uma morte. A notícia espalha-se tão rapidamente como o som triste dos sinos da minha Aldeia. Morreu o Ti'Horácio, empregado do bar da Casa do Povo. Era assim que muita gente o conhecia. Da minha casa olho o povoado com a altaneira torre da igreja e lembro um belíssimo poema de António Correia de Oliveira:

Quantas vezes há no sino,
Quantas vozes desiguais,
Desde que toca o baptismo
Até que dobra a sinais.

Coração, és como o sino
Na igreja do sentimento:
Ora bates de tristeza,
Ora de contentamento.

Se queres saber do meu peito,
Seu coração ouve um dia,
Que pelo tocar do sino
Conhece-se a freguesia.

Sino, coração da aldeia…
Coração, sino da gente:
Um a sentir, quando bate;
Outro a bater, quando sente.

A “Ponte”, onde tantas vezes deixámos fluir os nossos mais íntimos desejos e sonhos e “afogámos” as mágoas e tristezas nas águas, ora mansas ora tumultuosas, que sob ela passam, é também o ponto de passagem para uma viagem sem regresso (a última) para os que nos vão deixando para sempre. É por ela que fazemos a derradeira viagem entre o aquém e o d’além da ponte. Todos faremos um dia esse caminho, sem regresso, para irmos repousar à sombra da eterna cruz.

Como escreveu Marguerite Yourcenar - “ninguém ainda sabe se tudo apenas vive para morrer, ou se morre para renascer”.

Recordo o Ti Horácio com quem convivi durante mais de 30 anos.

Viviam-se os primeiros anos da revolução de Abril e as ruas da Aldeia voltaram a animar-se com o regresso dos seus filhos que viviam além-mar, em África. Com ele e outros, fiquei a conhecer um pouco da “outra África”, que não a da guerra, das lágrimas derramadas pelas mães na grandiosa procissão em honra de Nossa Sra. de Fátima (com o habitual sermão do Padre Leal), dos aerogramas, das madrinhas de guerra, mas que “por obrigação” cantávamos em hinos fascistas/nacionalistas, de “devoção à Pátria”, nas fileiras da Mocidade Portuguesa,organização juvenil do Estado Novo.

Compreendi a nostalgia dos que traziam Angola e Moçambique no coração. A muitos ouvi então dizer: "vim sem nada, só com a roupa que tinha no corpo".

Falava-me, por vezes, dum império idílico e dos tempos idos, mas felizes, que tinha passado em Angola.

Soube adaptar-se a uma nova vida, numa Terra que afinal sempre foi a sua.

Remexo no baú das recordações e não resisto contar como foi a chegada do Horácio, a Angola.

No porto de Luanda esperava-o o Nuno Vaz, também já desaparecido. Contou-me, várias vezes, que, logo após o desembarque, encontraram uma moeda (uma quinhenta) caída no chão, e de pronto o Nuno mandou o Horácio apanhá-la, ao que ele lhe responde prontamente: ainda agora cheguei e já queres que comece a trabalhar?!!! Disse-me que jamais voltou a encontrar uma outra. Ao retornar, agarrou as oportunidades de trabalho que lhe surgiram. Foi motorista de táxi e transporte público. Nas horas livres, arroteou as terras de família já invadidas por giestas e urzes, donde retirava parte do sustento para a sua família. Reformou-se, entretanto, e perante a magreza da pensão arranjou trabalho no Bar da Casa do Povo e condutor da carrinha do Centro Social. Na Casa do Povo soube merecer a amizade de muitas gerações de jovens, que choraram a sua morte tão prematura. Respeitou sempre as diferenças e foi respeitado por isso.

Norteou a vida pelos mais nobres valores, onde destaco a humildade e honestidade. Partiu cedo. Que a sua alma esteja em paz.

César Craveiro, Presidente da União de Freguesias de Casegas e Ourondo
(texto publicado com a devida autorização do autor)

sábado, 15 de janeiro de 2022

A Opinião do Prof-Folio: Temos mesmo deputados a mais?

Pedro Pereira

O que Portugal precisa não é de menos deputados ou de uma redução significativa da sua remuneração. Portugal precisa de um conjunto de reformas do sistema eleitoral e do funcionamento do Parlamento.

Um dos mais frequentes talking points de populistas, sobretudo à direita, é o aparente excessivo número de parlamentares, numa manobra frequente de ataque à representatividade democrática que vem já do século XX.

Temos mesmo deputados a mais? Making long story short: não.

Em Portugal, este populismo já tinha vindo a ser carregado por um político, supostamente não radical, Rui Rio, que encontrou agora um compagnon de route para ajudar nessa demanda, a redução do número de deputados.

Esta é, sem surpresa, uma das principais bandeiras do partido populista CHEGA! e um argumento precoce da sua principal (e única) figura mediática. Em abril de 2019, assisti a um debate com representantes de vários partidos a propósito das eleições ao Parlamento Europeu do mesmo ano, no auditório da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra. Nesse debate, o representante da coligação Basta! era — quem diria? — André Ventura.

Numa das suas participações, Ventura debitou várias das ladainhas populistas que o caracterizam nos últimos anos e que dominaram a sua projeção política desde a formação do seu partido, entre elas, a necessidade premente da exclusividade obrigatória para os deputados à Assembleia da República (o que não veio a cumprir) e a urgente redução do número de parlamentares, argumentando que Portugal teria um excesso de deputados na sua assembleia legislativa. Mas será mesmo assim?

Número de deputados nacionais/milhão de habitantes (2015); Fonte: Jakubmarian.com

Tendo em conta apenas o panorama nacional, fica imediatamente a ideia de que Portugal não tem um excesso de deputados por habitante em relação ao panorama europeu (UE e não-UE), na medida em que a média dos países no mapa acima ronda os 51 parlamentares por milhão de habitantes, mais do dobro do rácio português. Tendo em conta apenas os países da UE (incluindo o Reino Unido, membro da UE à data de 2015), o rácio mantém-se acima do nacional com uma média de 38,9 deputados por milhão de habitantes — 77% superior ao português.

Contudo, a discrepância entre os países da UE é ainda maior quando se tem em conta a existência de assembleias legislativas regionais — uma figura da orgânica do Estado, que em Portugal só tem representação pelas Assembleias Legislativas das Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores.

“Portanto… é fazer as contas.”

Em parlamentos de âmbito nacional (se dupla câmara, os números são a soma de ambos os ramos das assembleias legislativas), os números absolutos de parlamentares são:

Alemanha 709 | Áustria 244 | Bélgica 210 | Bulgária 240 | Chipre 56 | Croácia 151 | Dinamarca 179 | Eslováquia 150 | Eslovénia 130 | Espanha 615 | Estónia 101 | Finlândia 200 | França 925 | Grécia 300 | Hungria 199 | Irlanda 220 | Itália 951 | Letónia 100 | Lituânia 141 | Luxemburgo 60 | Malta 67 | Países Baixos 225 | Polónia 560 | Portugal 230 | Reino Unido 1442 | República Checa 281 | Roménia 466 |Suécia 349

A nível regional, temos (entre parêntesis o número de assembleias legislativas regionais):

Alemanha 1868 (16) | Áustria 440 (9) | Bélgica 288 (3) | Espanha 1208 (17) | França 1022 (10) | Itália 896 (20) | Países Baixos 570 (12) | Portugal 57 (2) |Reino Unido 279 (3). Os restantes não têm estruturas legislativas a nível regional.

Fazendo a soma das assembleias legislativas nacionais e locais, o número total de representantes (e população) é:

Alemanha 2577 (83,3M) | Áustria 684 (8,9M) | Bélgica 498 (11,5M) | Bulgária 240 (7M) | Chipre 56 (1,2M) | Croácia 151 (4,1M) | Dinamarca 179 (5,8M) | Eslováquia 150 (5,5M) | Eslovénia 130 (2,1M) | Espanha 615 (46,9M) | Estónia 101 (1,3M) | Finlândia 200 (5,5M) | França 925 (67M) | Grécia 300 (10,7) | Hungria 199 (9,8M) | Irlanda 220 (4,9M) | Itália 951 (60,4M) | Letónia 100 (1,9M) | Lituânia 141 (2,8M) | Luxemburgo 60 (0,61M) | Malta 67 (0,51M) | Países Baixos 225 (17,3M) | Polónia 560 (38M) | Portugal 230 (10,2M) | Reino Unido 1442 (66,7M) | República Checa 281 (10,7M) | Roménia 466 (19,4) | Suécia 349 (10,2M)

Por último, o rácio final de deputados (nacionais e regionais) por cada milhão de habitantes é de:

Alemanha 30,9 | Áustria 76,9 | Bélgica 43,3 | Bulgária 34,3 | Chipre 46,7 | Croácia 36,8 | Dinamarca 30,9 | Eslováquia 27,3 | Eslovénia 61,9 | Espanha 13,1 | Estónia 77,7 | Finlândia 36,4 | França 13,8 | Grécia 28,0 | Hungria 20,3 | Irlanda 44,9 | Itália 15,7 | Letónia 52,6 | Lituânia 50,4| Luxemburgo 98,4 | Malta 131,4 | Países Baixos 13,0 | Polónia 14,7 | Portugal 22,5 | Reino Unido 21,6 | República Checa 26,3 | Roménia 24,0 | Suécia 34,2

Rácio total médio da UE: 43,3 deputados/milhão de habitantes (92,4% acima do rácio português)

Tendo em conta que existe uma evolução mais ou menos reprodutível de redução da representatividade com o aumento da população de determinado país (resultado da impossibilidade de manter um rácio fixo aplicável para países com 1 ou 80 milhões de habitantes), é expectável que Portugal tenha rácios superiores a países como Espanha, ou França, e inferior aos de Malta, ou Irlanda. Contudo, se feita a comparação direta com países de população similar (9–11 milhões de habitantes), Portugal continua a ter um aparente défice relativo de representatividade parlamentar, ficando apenas atrás da Hungria (que não tem órgãos legislativos regionais).

Áustria 76,9 | Bélgica 43,3 | Grécia 28,0 | Hungria 20,3 | Portugal 22,5 |República Checa 26,3 | Suécia 34,2

A democracia é um sistema imperfeito, mas é o melhor que a Humanidade já criou para gerir a sociedade de forma justa, representativa e com responsabilização popular dos agentes políticos — mas tem um custo. Deveria, ainda assim, ser um preço aceite pela sociedade, na medida em que as alternativas serão sempre mais dispendiosas em custos, representatividade, justiça social e liberdades. E é essa a razão pela qual é tão atrativa a dois grupos políticos: partidos big-tent e partidos/movimentos populistas e anti-democráticos.

No primeiro caso — PSD em Portugal —, porque reduzem a importância de partidos minoritários, já castigados pelos círculos eleitorais com método d´Hondt e sem qualquer círculo nacional de compensação, inflacionando a sua representação parlamentar em relação ao voto popular.

No segundo caso — o CHEGA! em Portugal —, porque são fenómenos políticos de hit and run, na medida em que capitalizam o descontentamento geral e o desinteresse na política tradicional em momento de crise económica e/ou social, atingindo expressões significativas do voto abstencionista e de protesto. Contudo, tão rapidamente escalam como colapsam, particularmente em movimentos unipessoais. Daí que sejam adeptos da redução da representatividade, que lhes permite eleger uma percentagem desproporcionada de deputados em relação ao voto popular, protegendo-se do colapso eleitoral de médio prazo.

A redução de 230 para 180 deputados geraria uma putativa poupança de despesa da Assembleia da República a rondar os dois a três milhões de euros, perfeitamente residual no Orçamento do Estado. Partidos como o CHEGA! ou o PSD querem, assim, sem qualquer reforma no formato do sistema eleitoral, vender a representatividade de regiões de baixa densidade e partidos minoritários por dois milhões de euros. Em Portugal, este é o custo da democracia. Portugueses de territórios menos povoados (em especial do interior) teriam ainda menos voz e menos pluralismo como resultado desta panaceia defendida por Rui Rio e André Ventura.

O que Portugal precisa não é de menos deputados ou de uma redução significativa da sua remuneração — o que teoricamente cria mais incentivos à corrupção, menor produtividade e maior absentismo parlamentar. Precisa, antes, de um conjunto de reformas do sistema eleitoral e do funcionamento da Assembleia da República, de forma a melhorar a representatividade do voto popular e do território na composição da Assembleia da República e a aumentar a responsabilização de cada parlamentar:
Círculo eleitoral nacional de compensação (como defendido pela Iniciativa Liberal na sua proposta de reforma do sistema eleitoral), permitindo o ajuste das deformações introduzidas pelos círculos eleitorais regionais e método d´Hondt, que penalizam dois grupos: distritos de baixa densidade populacional (muito território para gestão e baixa população para ser representada na AR) e partidos minoritários. Algo que até já existe em Portugal, na eleição legislativa regional dos Açores;
Estudar a instituição de formas alternativas de organização e distribuição do mapa eleitoral, nomeadamente pela constituição de círculos eleitorais mais equitativos em área e população (usando, por exemplo, o sistema NUTIII ou um novo) e círculos uninominais — aumentando a proximidade entre eleitores e eleitos;
Alteração do Regimento da Assembleia da República, de forma a penalizar absentismo parlamentar, melhorar o escrutínio das faltas por trabalho político e representação externa, audição regular e pública das despesas dos gabinetes e grupos parlamentares com assessorias;
Promoção do estatuto de exclusividade, com compensação financeira adequada, de forma a torná-lo atrativo a deputados com rendimentos prévios superiores;

Em Portugal não temos deputados a mais. Temos, sim, um divórcio entre os eleitos e os eleitores, plasmado nas taxas de abstenção superiores a 50%, no crescente número de votos brancos e nulos e um geral desinteresse pela política, levando a uma radicalização do voto abstencionista/de protesto e nas faixas etárias mais jovens. As decisões que tomamos hoje moldarão a democracia portuguesa na qual os jovens de hoje viverão. Também eles têm de fazer parte da discussão. Venha ela. E, claro, venha também a coragem para reformar.

Fonte: Observador

quinta-feira, 13 de janeiro de 2022

Crónicas (4) - José Manuel Pinto Sousa - Escola, abstenção e vacinação


Deu por ele a pensar na forma como todos, sim todos, gostam tanto do seu umbigo. Venham de lá os mais altruístas ou outros capazes de beneficência sem entraves para nos depararmos com o vírus que nos mina a existência e aí é que são elas. A vacina é minha e não a dou a ninguém. Se a queres tens de pagar, diz o dono da patente pouco se importando com muita gente.

Felizmente para nós, pertencemos ao grupo de países que têm capacidade para comprar milhões de vacinas. Contudo, há no mundo biliões de seres humanos que não têm acesso a esse bem, hoje de primeira necessidade. Será que os governantes mundiais, nem aqui conseguem criar um pacto de ajuda aos mais necessitados?

Tanta gente que morre. Já não bastava a pobreza extrema, a fome e a degradação dos termos de troca, entre outros múltiplos aspetos, para acrescentar esta problemática que contribui para o aparecimento de novas variantes enquanto a vacinação não se estender aos carentes e esquecidos, aqueles que são tratados como o lixo da humanidade.

Vai daí, poder ser vacinado e não o querer, apesar de legítimo, encaminha as mais nobres almas para uma ação de incredibilidade perante a negação. Daqui à obrigatoriedade da inoculação vai um pequeno passo. Na Europa a pandemia vai de vento em popa e o pico ainda não foi atingido.

Por cá e antes de 1974 havia remédio santo. O fascismo impunha, obrigava e tudo se acabava. Imagino o que seria, um polícia em cada esquina. A verdade é que ainda hoje, em democracia, andamos como carneirinhos ao sabor das demandas de quem diz que sabe mas a realidade é bem diferente. As incongruências falam mais alto. Gritam e ninguém as ouve.

Recuemos. Naquele tempo a escola é que era. Na altura em que rapazes e raparigas não se misturavam. Recordar a primeira turma mista é um exercício de nostalgia impagável. Hoje há quem defenda uma nova separação, seria o regresso ao passado. É que elas e eles têm processos de aprendizagem diferentes, dizem. Nunca avançou a teoria, caiu de madura a ditadura.

Entretanto, nestes idos de sessenta, no recreio dos rapazes jogava-se futebol transformado numa espécie de brutebol aos chutos a uma garrafa de óleo cheia de terra barrenta com pequenas pedras que faziam doer os joelhos se por acaso os moços se espalhassem ao comprido. Hoje nada é assim e os putos nem a cambalhota conseguem dar. O que dizer?

Até para entrar nas salas de aula, dois a dois, em fila para bater os pés num tapete de ripas de madeira e ali se quedarem uns bons quilos daquele barro avermelhado. Se te atrasavas à chamada ainda eras brindado com umas pancadinhas nas orelhas, batidas vindas daquela cana da Índia que o professor escondia atrás da porta. Só de vê-la arrepiava. Era isso e o tratamento à base de palmadas de régua fria, de madeira escura, batida pelo tempo, guardadora de todos os ais desde o passado longínquo até ao presente, tantos foram os anos que serviu esse propósito. Calças coçadas nas coxas depois de muito se esfregarem as mãos antes de cada sessão de correção de ditados. Cada erro, cada palmatoada. De palmatória. Mas, mau mesmo era a temível "menina dos cinco olhos". Uma régua composta por um cabo comprido que entrava num pedaço de madeira redondo e grosso. Depois apresentava cinco buraquinhos, os olhos da menina, por onde era expelido o ar depois de comprimida contra as mãozitas dos petizes. Entre os seis e os dez anos de idade, todos os putos portugueses antes do 25 de Abril passaram por esse crivo de educação ancestral, capaz de fazer trabalhar o mais preguiçoso dos seres.
Não se incomodem que hoje não somos apologistas desta educação de arrancar dores, suspiros e ai que me dói tanto. É o amor que faz falta. Mas cuidado! A educação, o civismo, o culto do esforço para alcançar resultados positivos, a aceção de uma personalidade construída, cimentada e transmitida com carisma, faz toda a diferença. O lápis azul não. Esse não!

Também a escola terá de se adaptar aos novos tempos e já leva anos de atraso. A escola a tempo inteiro é uma falácia. A escola prisão, a escola que os adultos querem e precisam para ilibarem responsabilidades na educação dos discentes, filhos, enteados ou parentes, é aquela que os miúdos não querem e a sociedade não se reinventa. Agradecem os patrões, evidentemente. Mão de obra a tempo inteiro, a tinta no tinteiro e a carteira com pouco dinheiro. Venha agora a semana dos quatro dias. Isso sim.

Tudo desarticulado, senhores. E os professores que fazem de tudo, os teóricos aplaudem e quem bem pensa deveria dizer chega, dispenso, quero fazer a minha profissão e não uma amálgama de saberes, unidos com cola de farinha feita, e os outros de costas direitas.
 
E as vacinas? Retomemos. Somos dos melhores do mundo e não estamos a aproveitar esta bondade, sapiência e organização de todos os que se vacinam e são cumpridores. Noventa por cento de inoculados e a dose de reforço em andamento de cruzeiro para andarmos cheios de medo. E já se fala da quarta dose. Afirme-se a endemia, já basta de mordomias.

Ai as eleições. E os confinados? Na altura de decidir, o presidente marcou, está marcado. De entre os argumentos apresentados, nem um a pensar na pandemia. Preocupação bastante apenas para tomar posição equidistante aos interesses políticos em jogo. Agora é que são elas. Tudo somado e um magote de contradições que ninguém percebe nem querem perceber. E os pobres do mundo sem vacinas e a beneficência é só para testar a paciência. Que vida.

Venha de lá mais um ato de democracia coxa com abstenção a atingir valores nunca antes vistos. Procure-se outro almirante, pode ser que se resolva o caso de rompante. E a escola é coxa, a democracia coaxa e a farmácia relaxa.

Ninguém aprende, é chalaça e a vida entre paredes um mar de lama sem vislumbre de temperança.
Urge atuar de imediato. O povo é manso e o político dá de barato. Tristeza. Pobreza. Mar de sonhos desfeitos e nunca mais seremos perfeitos.

Fonte: Facebook

domingo, 9 de janeiro de 2022

Conheça 7 alternativas ao Google Forms para construir os seus questionários


Embora seja a opção comummente adotada, quando o objetivo é a elaboração de um questionário, o Google Forms não é a única opção disponível. Pela Internet, muitas são as plataformas que permitem criar, da forma que melhor aprouver ao utilizador, séries de questões.

Hoje damos-lhe a conhecer 7 alternativas ao Google Forms.

Cansado do Google Forms? Construa os seus questionários nestas alternativas.

O Google Forms é uma ferramenta incrivelmente popular, pela possibilidade de criação de questionários de forma ilimitada, a facilidade de construção, a acessibilidade em dispositivos móveis e a possibilidade de extração dos dados de forma rápida e simples.

Contudo, esta não é a única opção disponível na Internet. Como mundo de coisas que é, esta reúne muitas outras, mais sofisticadas, e que poderão representar uma melhor alternativa para o objetivo do seu questionário. Damos-lhe a conhecer 7.


1 – WuFoo

Nesta plataforma, o utilizador poderá construir questionários profissionais de forma fácil, pois garante uma usabilidade intuitiva. Além das centenas de modelos que disponibiliza, permite, por exemplo, incorporar outras aplicações, possui opções de pagamento integradas e os inquiridos podem carregar documentos.

Embora seja uma excelente escolha, sendo utilizada por várias empresas de renome, se o utilizador não quiser ficar limitado pelo plano gratuito, terá de garantir um upgrade pago.

WuFoo


2 – Typeform

Esta plataforma acredita que os questionários não precisam de ser aborrecidos e monocromáticos. Nesse sentido, garante a possibilidade de os personalizar com cores, vídeos e imagens. Mais do que isso, os utilizadores consideram que é de fácil utilização e que possui visuais muito apelativos.

Se pretender utilizar o Typeform poderá fazê-lo de forma gratuita, mas possui também a opção de upgrade.

Typeform


3 – LimeSurvey

Contrariamente às anteriores, esta plataforma é especialmente dirigida para o setor empresarial e educacional. Assim sendo, poderá ser uma opção quando o objetivo é a elaboração de questionários a ser enviados para clientes, estudos de mercado, ou estudos que têm em vista uma investigação.

Embora possa utilizar a plataforma gratuitamente, existe uma versão paga que poderá valer a pena, dependendo do objetivo.

LimeSurvey


4 – Jotform

Esta pode ser uma opção acerca da qual já deve ter ouvido falar. O JorForm dispõe de várias ferramentas, por forma a melhorar a experiência do utilizador aquando da composição de um questionário. Assim como outros, o utilizador pode personalizar todo o questionário, considerando que a própria plataforma prioriza a estética. Além disso, disponibiliza uma ferramenta de análise de dados, oferecendo grande detalhe relativamente às respostas.

Apesar de ser uma plataforma com potencial para excelentes questionários, o utilizador poderá levar algum tempo de aprendizagem para a dominar completamente.

Jotform


5 – FormLets

Esta é outra plataforma user-friendly, garantindo uma grande biblioteca de modelos de questionário pré-concebidos. Assim como no WuFoo, os inquiridos poderão carregar ficheiros e a plataforma pode ser facilmente associado a um processo de pagamento.

Esta plataforma é totalmente gratuita e, neste plano, garante respostas ilimitadas, designs com várias páginas, entre outras regalias.

FormLets


6 – FormCrafts

O FormCrafts conseguiu adaptar as suas ferramentas às necessidades dos utilizadores e, portanto, é uma das plataformas sobre a qual já deve ter ouvido falar, tal é a sua popularidade pelo mundo. Além de garantir uma grande variedade de modelos, adaptados a várias necessidades, permite construir questionários com várias páginas.

Infelizmente, a versão gratuita limita o número de respostas, de pagamentos possíveis através do questionário, e de outros elementos que poderão ser importantes.

FormCrafts


7 – FormAssembly

Esta plataforma é utilizada por empresas como a Lenovo, a Panasonic e até a Amazon. Afinal, é uma opção sofisticada e, conforme assume, direcionado para o setor empresarial. Os formulários podem conter centenas de itens, e podem integrar-se com múltiplas plataformas.

Mais uma vez, se não estiver disposto a pagar por ferramentas possivelmente essenciais, esta não será uma opção para si. Caso esteja, poderá ter na FormAssembly uma boa aliada.

FormAssembly


Assim como acontece com outras plataformas, estas que lhe mostramos hoje poderão ser uma alternativa ao Google Forms, dependendo do objetivo da sua recolha de dados, das pessoas que pretende inquirir e do valor que está, ou não, disposto a pagar.

De facto, o Forms é uma excelente opção. No entanto, se quiser construir um questionário diferente, já conhece opções à oferta da Google.

Fonte: Pplware

terça-feira, 4 de janeiro de 2022

Legislação de Dezembro 2021


Portaria n.º 279/2021-Diário da República n.º 233/2021, Série I de 2021-12-02

Planeamento
Nona alteração ao Regulamento Específico do Domínio do Capital Humano, aprovado em anexo à Portaria n.º 60-C/2015, de 2 de março.

Despacho n.º 11943-A/2021-Diário da República n.º 233/2021, 1º Suplemento, Série II de 2021-12-02

Finanças - Gabinete do Secretário de Estado Adjunto e dos Assuntos Fiscais
Aprova as tabelas de retenção na fonte sobre rendimentos do trabalho dependente e pensões auferidas por titulares residentes no continente para vigorarem durante o ano de 2022.

Portaria n.º 281-A/2021Diário da República n.º 234/2021, 1º Suplemento, Série I de 2021-12-03

Saúde
Procede à primeira alteração à Portaria n.º 255-A/2021, de 18 de novembro, que estabelece um regime excecional e temporário de comparticipação de testes rápidos de antigénio (TRAg) de uso profissional.

Lei n.º 83/2021Diário da República n.º 235/2021, Série I de 2021-12-06

Assembleia da República
Modifica o regime de teletrabalho, alterando o Código do Trabalho e a Lei n.º 98/2009, de 4 de setembro, que regulamenta o regime de reparação de acidentes de trabalho e de doenças profissionais.

Portaria n.º 282/2021Diário da República n.º 235/2021, Série I de 2021-12-06

Finanças e Trabalho, Solidariedade e Segurança Social
Estabelece o valor das taxas a cobrar pelos procedimentos de certificação de competências pedagógicas dos formadores que desenvolvem a sua atividade no âmbito do Sistema Nacional de Qualificações e de autorização de funcionamento dos respetivos cursos.

Contrato n.º 530/2021 Diário da República n.º 235/2021, Série II de 2021-12-06

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Melgaço
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 531/2021 Diário da República n.º 235/2021, Série II de 2021-12-06

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Mesão Frio
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 532/2021 Diário da República n.º 235/2021, Série II de 2021-12-06

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Miranda do Douro
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 533/2021 Diário da República n.º 235/2021, Série II de 2021-12-06

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Mirandela
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 534/2021 Diário da República n.º 235/2021, Série II de 2021-12-06

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Mogadouro
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 535/2021 Diário da República n.º 235/2021, Série II de 2021-12-06

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Moimenta da Beira
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.
Contrato n.º 536/2021 Diário da República n.º 235/2021, Série II de 2021-12-06

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Monção
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 537/2021 Diário da República n.º 235/2021, Série II de 2021-12-06

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Mondim de Basto
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.
Contrato n.º 538/2021 Diário da República n.º 235/2021, Série II de 2021-12-06

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Montalegre
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Decreto-Lei n.º 109-A/2021-Diário da República n.º 236/2021, 1º Suplemento, Série I de 2021-12-07

Presidência do Conselho de Ministros
Atualiza as remunerações da Administração Pública e aumenta a respetiva base remuneratória.

Decreto-Lei n.º 109-B/2021-Diário da República n.º 236/2021, 1º Suplemento, Série I de 2021-12-07

Presidência do Conselho de Ministros
Aprova a atualização do valor da retribuição mínima mensal garantida e cria uma medida excecional de compensação.

Resolução da Assembleia da República n.º 315/2021-Diário da República n.º 237/2021, Série I de 2021-12-09

Assembleia da República
Recomenda ao Governo que sejam garantidas condições justas no acesso dos docentes à carreira especial de inspeção da Inspeção-Geral da Educação e Ciência.

Contrato n.º 540/2021-Diário da República n.º 237/2021, Série II de 2021-12-09

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Murça
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.
Contrato n.º 541/2021-Diário da República n.º 237/2021, Série II de 2021-12-09

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Paços de Ferreira
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 542/2021 Diário da República n.º 237/2021, Série II de 2021-12-09

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Paredes de Coura
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 543/2021-Diário da República n.º 237/2021, Série II de 2021-12-09

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Penafiel
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 544/2021-Diário da República n.º 237/2021, Série II de 2021-12-09

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Penedono
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 545/2021-Diário da República n.º 237/2021, Série II de 2021-12-09

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Peso da Régua
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 546/2021-Diário da República n.º 237/2021, Série II de 2021-12-09

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Ponte da Barca
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 547/2021-Diário da República n.º 237/2021, Série II de 2021-12-09

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Ponte de Lima
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 548/2021-Diário da República n.º 237/2021, Série II de 2021-12-09

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município do Porto
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Resolução do Conselho de Ministros n.º 163/2021-Diário da República n.º 238/2021, Série I de 2021-12-10

Presidência do Conselho de Ministros
Autoriza a Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I. P., a realizar a despesa inerente ao procedimento de candidatura à atribuição ou renovação do estatuto de laboratório associado.

Resolução do Conselho de Ministros n.º 164/2021-Diário da República n.º 238/2021, Série I de 2021-12-10

Presidência do Conselho de Ministros
Autoriza a despesa relativa ao contrato de empreitada da construção do novo edifício para fins científicos e tecnológicos de atividade física, desporto e saúde.

Resolução do Conselho de Ministros n.º 167/2021-Diário da República n.º 238/2021, Série I de 2021-12-10

Presidência do Conselho de Ministros
Procede à reprogramação da despesa necessária à execução dos Programas de Preparação Olímpica e Paralímpica para Tóquio 2020.

Despacho n.º 12055/2021-Diário da República n.º 238/2021, Série II de 2021-12-10

Educação - Gabinete do Secretário de Estado Adjunto e da Educação
Altera os calendários de adoção, avaliação e certificação de manuais escolares a que se refere o anexo i ao Despacho n.º 4947-B/2019, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 94, de 16 de maio de 2019, na sua redação atual.

Declaração de Retificação n.º 41/2021-Diário da República n.º 239/2021, Série I de 2021-12-13

Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral
Retifica o Decreto-Lei n.º 104/2021, de 27 de novembro, que altera as medidas no âmbito da pandemia da doença COVID-19.

Despacho n.º 12089/2021-Diário da República n.º 239/2021, Série II de 2021-12-13

Finanças e Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Gabinetes do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e do Secretário de Estado Adjunto e dos Assuntos Fiscais
Designa o fiscal único do Instituto Politécnico de Tomar.

Despacho n.º 12097/2021-Diário da República n.º 239/2021, Série II de 2021-12-13

Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e Ambiente e Ação Climática - Gabinetes do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e do Secretário de Estado da Conservação da Natureza, das Florestas e do Ordenamento do Território
Determina a composição da comissão de cogestão do Parque Natural da Ria Formosa.

Despacho n.º 12098/2021-Diário da República n.º 239/2021, Série II de 2021-12-13

Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e Ambiente e Ação Climática - Gabinetes do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e do Secretário de Estado da Conservação da Natureza, das Florestas e do Ordenamento do Território
Determina a composição da comissão de cogestão da Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António.

Despacho n.º 12123-M/2021-Diário da República n.º 239/2021, 2º Suplemento, Série II de 2021-12-13

Gabinetes do Secretário de Estado Adjunto e da Educação e da Secretária de Estado da Educação
Altera o Despacho n.º 6726-A/2021, de 7 de julho, que aprova os calendários, para o ano letivo de 2021-2022, dos estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, bem como dos estabelecimentos particulares de ensino especial.

Decreto-Lei n.º 111/2021-Diário da República n.º 240/2021, Série I de 2021-12-14

Presidência do Conselho de Ministros
Cria as bolsas para a realização de trabalhos de criação artística ou para a formação artística.

Decreto-Lei n.º 112/2021-Diário da República n.º 240/2021, Série I de 2021-12-14

Presidência do Conselho de Ministros
Aprova o regime de concursos internos de promoção a categorias intermédias e de topo das carreiras docentes do ensino superior e da carreira de investigação científica.

Despacho n.º 12144-A/2021 Diário da República n.º 240/2021, 1º Suplemento, Série II de 2021-12-14

Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Gabinete do Ministro
Homologa a eleição do reitor da Universidade do Algarve.

Despacho n.º 12126/2021-Diário da República n.º 240/2021, Série II de 2021-12-14

Gabinetes das Ministras da Modernização do Estado e da Administração Pública e da Coesão Territorial e dos Secretários de Estado Adjunto e da Educação e Adjunto, do Trabalho e da Formação Profissional
Cria cinco Centros Qualifica AP, com vocação territorial, dando resposta às necessidades de qualificação de trabalhadores da administração central e local.

Lei n.º 88/2021-Diário da República n.º 241/2021, Série I de 2021-12-15

Assembleia da República
Regime transitório de obrigatoriedade do uso de máscara em espaços públicos.

Portaria n.º 301/2021-Diário da República n.º 241/2021, Série I de 2021-12-15

Finanças e Trabalho, Solidariedade e Segurança Social
Procede à atualização de pensões para 2022.

Portaria n.º 302/2021-Diário da República n.º 241/2021, Série I de 2021-12-15

Educação
Aprova os princípios orientadores da conceção, operacionalização e avaliação das aprendizagens do currículo próprio da Escola Portuguesa de Macau.

Declaração de Retificação n.º 869/2021-Diário da República n.º 242/2021, Série II de 2021-12-16

Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Direção-Geral do Ensino Superior
Retifica o Aviso n.º 21796/2021, de 19 de novembro.

Portaria n.º 306/2021-Diário da República n.º 243/2021, Série I de 2021-12-17

Educação
Procede à primeira alteração à Portaria n.º 181/2019, de 11 de junho, que define os termos e as condições em que as escolas, no âmbito da autonomia e flexibilidade curricular, podem implementar uma gestão superior a 25 % das matrizes curriculares-base das ofertas educativas e formativas dos ensinos básico e secundário, com vista ao desenvolvimento de planos de inovação.

Despacho n.º 12302/2021-Diário da República n.º 243/2021, Série II de 2021-12-17

Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Gabinete do Ministro
Designa membro do conselho estratégico do Centro Académico Clínico das Beiras.

Portaria n.º 311-A/2021-Diário da República n.º 244/2021, 1º Suplemento, Série I de 2021-12-20

Finanças, Planeamento e Ciência, Tecnologia e Ensino Superior
Estabelece as condições específicas de financiamento dos empréstimos ao Estado no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência destinados a investimentos relativos ao alojamento de estudantes do ensino superior.

Decreto n.º 28/2021-Diário da República n.º 245/2021, Série I de 2021-12-21

Presidência do Conselho de Ministros
Aprova o Acordo entre a República Portuguesa e o Principado de Andorra Relativo à Cooperação nos Domínios da Cultura, Educação, Turismo e e-Government, assinado em Lisboa, em 22 de junho de 2021.

Portaria n.º 312/2021-Diário da República n.º 245/2021, Série I de 2021-12-21

Educação
Aprova, em anexo, a lista de substâncias e métodos proibidos a partir de 1 de janeiro de 2022.

Despacho n.º 12418/2021-Diário da República n.º 245/2021, Série II de 2021-12-21

Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Gabinete do Ministro
Define os objetivos do Programa de Eficiência de Recursos na Administração Pública (ECO.AP 2030) na área governativa da ciência, tecnologia e ensino superior.

Contrato n.º 556/2021-Diário da República n.º 245/2021, Série II de 2021-12-21

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de São João da Pesqueira
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 557/2021-Diário da República n.º 245/2021, Série II de 2021-12-21

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Sernancelhe
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 558/2021-Diário da República n.º 245/2021, Série II de 2021-12-21

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Tarouca
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 559/2021-Diário da República n.º 245/2021, Série II de 2021-12-21

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Terras de Bouro
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 560/2021-Diário da República n.º 245/2021, Série II de 2021-12-21

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Torre de Moncorvo
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 561/2021-Diário da República n.º 245/2021, Série II de 2021-12-21

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município da Trofa
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 562/2021-Diário da República n.º 245/2021, Série II de 2021-12-21

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Vale de Cambra
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 563/2021-Diário da República n.º 245/2021, Série II de 2021-12-21

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Valença
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 564/2021-Diário da República n.º 245/2021, Série II de 2021-12-21

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Valongo
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 565/2021-Diário da República n.º 245/2021, Série II de 2021-12-21

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Valpaços
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 566/2021-Diário da República n.º 245/2021, Série II de 2021-12-21

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Viana do Castelo
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 567/2021-Diário da República n.º 245/2021, Série II de 2021-12-21

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Vieira do Minho
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Despacho n.º 12483/2021-Diário da República n.º 246/2021, Série II de 2021-12-22

Educação - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares
Delegação de competências na subdiretora-geral dos Estabelecimentos Escolares.

Contrato n.º 572/2021-Diário da República n.º 246/2021, Série II de 2021-12-22

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Santa Marta de Penaguião
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 573/2021-Diário da República n.º 246/2021, Série II de 2021-12-22

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Santo Tirso
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 574/2021-Diário da República n.º 246/2021, Série II de 2021-12-22

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de São João da Madeira
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Decreto-Lei n.º 119-A/2021-Diário da República n.º 246/2021, 1º Suplemento, Série I de 2021-12-22

Presidência do Conselho de Ministros
Altera as medidas no âmbito da pandemia da doença COVID-19.

Resolução da Assembleia da República n.º 353/2021-Diário da República n.º 247/2021, Série I de 2021-12-23

Assembleia da República
Recomenda ao Governo que avalie o impacto da ausência da oferta de ensino secundário em vários concelhos de baixa densidade e promova a igualdade de acesso a ofertas educativas no ensino secundário a todos os jovens.

Despacho n.º 12564-A/2021-Diário da República n.º 247/2021, 1º Suplemento, Série II de 2021-12-23

Presidência do Conselho de Ministros - Gabinete do Primeiro-Ministro
Concede tolerância de ponto aos trabalhadores que exercem funções públicas nos serviços da administração direta do Estado, sejam eles centrais ou desconcentrados, e nos institutos públicos nos dias 24 e 31 de dezembro.

Portaria n.º 801-A/2021-Diário da República n.º 247/2021, 1º Suplemento, Série II de 2021-12-23

Finanças e Educação - Gabinetes do Ministro da Educação e da Secretária de Estado do Orçamento
Autoriza a Parque Escolar, E. P. E., a assumir os encargos plurianuais relativos ao contrato de empreitada de execução das obras da terceira fase da Escola Secundária da Quinta do Marquês, em Oeiras.

Portaria n.º 801-B/2021-Diário da República n.º 247/2021, 1º Suplemento, Série II de 2021-12-23

Finanças e Educação - Gabinetes do Ministro da Educação e da Secretária de Estado do Orçamento
Autoriza a Parque Escolar, E. P. E., a assumir os encargos plurianuais relativos ao contrato de prestação de serviços de gestão, fiscalização e coordenação de segurança em obra da empreitada de execução das obras da terceira fase da Escola Secundária Quinta do Marquês, em Oeiras.

Despacho n.º 12534/2021-Diário da República n.º 247/2021, Série II de 2021-12-23

Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e Educação - Instituto de Gestão Financeira da Educação, I. P.
Altera as unidades de gestão flexíveis dos Estatutos do Instituto de Gestão Financeira da Educação, I. P., e nomeia três dirigentes para exercer cargos de direção intermédia de 2.º grau.

Portaria n.º 799/2021-Diário da República n.º 247/2021, Série II de 2021-12-23

Educação - Gabinete da Secretária de Estado da Educação
Autoriza a Escola Portuguesa de Cabo Verde - Centro de Ensino e da Língua Portuguesa a assumir os encargos relativos ao contrato de empreitada de construção das fases ii, iii e iv daquela Escola.

Acordo n.º 21/2021-Diário da República n.º 247/2021, Série II de 2021-12-23

Educação e Autarquias Locais - Gabinete da Secretária de Estado da Educação e Município de Vouzela
Adenda ao acordo n.º 8/2019 - acordo de colaboração para a requalificação e modernização das instalações da Escola Secundária de Vouzela.

Contrato n.º 575/2021-Diário da República n.º 247/2021, Série II de 2021-12-23

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Vila Pouca de Aguiar
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Portaria n.º 317-A/2021-Diário da República n.º 247/2021, 2º Suplemento, Série I de 2021-12-23

Economia e Transição Digital, Negócios Estrangeiros, Finanças, Defesa Nacional, Administração Interna, Cultura, Educação, Saúde, Ambiente e Ação Climática, Infraestruturas e Habitação, Agricultura e Mar.
Portaria que estabelece as regras quanto à elegibilidade, composição, determinação e atribuição aos gestores públicos, que exerçam funções executivas em empresas públicas do Setor Empresarial do Estado.

Despacho n.º 12591/2021-Diário da República n.º 248/2021, Série II de 2021-12-24

Educação e Trabalho, Solidariedade e Segurança Social - Gabinetes do Ministro da Educação e da Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.
Para o ano letivo de 2020/2021, mantêm-se os valores fixados no Despacho n.º 8595/2017, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 189, de 29 de setembro de 2017, nos exatos termos nele estabelecidos.

Contrato n.º 577/2021-Diário da República n.º 248/2021, Série II de 2021-12-24

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município do Montijo.
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 578/2021-Diário da República n.º 248/2021, Série II de 2021-12-24

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Vila do Conde.
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 579/2021-Diário da República n.º 248/2021, Série II de 2021-12-24

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Vila Flor.
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 580/2021-Diário da República n.º 248/2021, Série II de 2021-12-24

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Vila Nova de Cerveira.
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 581/2021-Diário da República n.º 248/2021, Série II de 2021-12-24

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Vila Nova de Foz Côa.
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 582/2021-Diário da República n.º 248/2021, Série II de 2021-12-24

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Vila Nova de Gaia.
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 583/2021-Diário da República n.º 248/2021, Série II de 2021-12-24

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Vila Real.
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 584/2021-Diário da República n.º 248/2021, Série II de 2021-12-24

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Vila Verde.
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 585/2021-Diário da República n.º 248/2021, Série II de 2021-12-24

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Vimioso.
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 586/2021-Diário da República n.º 248/2021, Série II de 2021-12-24

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Vinhais.
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Contrato n.º 587/2021-Diário da República n.º 248/2021, Série II de 2021-12-24

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município de Vizela.
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Resolução da Assembleia da República n.º 362/2021-Diário da República n.º 249/2021, Série I de 2021-12-27

Assembleia da República
Recomenda ao Governo que incentive e apoie as instituições de ensino superior na implementação de programas de acolhimento e apoio a estudantes refugiados e estudantes em risco ou forçados à deslocação.

Resolução da Assembleia da República n.º 364/2021-Diário da República n.º 249/2021, Série I de 2021-12-27

Assembleia da República
Recomenda ao Governo medidas no âmbito da educação de infância.

Resolução da Assembleia da República n.º 365/2021-Diário da República n.º 249/2021, Série I de 2021-12-27

Assembleia da República
Recomenda ao Governo o reforço urgente do investimento na ciência e na comunidade científica em Portugal.

Despacho n.º 12652/2021-Diário da República n.º 249/2021, Série II de 2021-12-27

Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Gabinete do Ministro
Delegação de competências no presidente da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa no âmbito do procedimento de formação de contrato de empreitada de obras públicas.

Despacho Normativo n.º 28/2021-Diário da República n.º 249/2021, Série II de 2021-12-27

Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Gabinete do Ministro
Homologa as alterações aos Estatutos da Universidade do Algarve.

Contrato n.º 589/2021-Diário da República n.º 249/2021, Série II de 2021-12-27

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município da Póvoa de Varzim
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2018-2019.

Declaração de Retificação n.º 44/2021-Diário da República n.º 250/2021, Série I de 2021-12-28

Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral
Retifica a Portaria n.º 311-A/2021, de 20 de dezembro, que estabelece as condições específicas de financiamento dos empréstimos ao Estado no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência destinados a investimentos relativos ao alojamento de estudantes do ensino superior.

Despacho n.º 12728/2021-Diário da República n.º 250/2021, Série II de 2021-12-28

Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Gabinete do Ministro
Delega competências no reitor da Universidade da Beira Interior.

Regulamento n.º 1027/2021-Diário da República n.º 250/2021, Série II de 2021-12-28

Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Centro Científico e Cultural de Macau, I. P.
Aprova o Regulamento Interno de Organização e Tempo de Trabalho do Centro Científico e Cultural de Macau, I. P..

Despacho (extrato) n.º 12729/2021-Diário da República n.º 250/2021, Série II de 2021-12-28

Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e Educação - Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência
Prorrogação até 31 de dezembro de 2022 do funcionamento da equipa para a monitorização da investigação e desenvolvimento da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência, mantendo-se como chefe da referida equipa a mestre Ana Isabel Magalhães Martins.

Contrato n.º 593/2021-Diário da República n.º 250/2021, Série II de 2021-12-28

Educação e Autarquias Locais - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Município do Montijo
Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2019-2020.

Resolução do Conselho de Ministros n.º 183-A/2021-Diário da República n.º 250/2021, 1º Suplemento, Série I de 2021-12-28

Presidência do Conselho de Ministros
Autoriza a despesa com a aquisição de serviços de realização de testes rápidos de antigénio em estabelecimentos de educação e ensino.

Resolução do Conselho de Ministros n.º 186/2021-Diário da República n.º 251/2021, Série I de 2021-12-29

Presidência do Conselho de Ministros
Aprova o programa de investimento público em investigação e desenvolvimento para 2021-2030.

Portaria n.º 323/2021-Diário da República n.º 251/2021, Série I de 2021-12-29

Ciência, Tecnologia e Ensino Superior
Registo dos Estatutos do ISTEC Porto.

Despacho n.º 12760/2021-Diário da República n.º 251/2021, Série II de 2021-12-29

Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Gabinete do Ministro
Designação do grupo de trabalho técnico para apoiar o processo de fixação de vagas do concurso nacional de acesso ao ensino superior em 2022.

Despacho n.º 12811-D/2021-Diário da República n.º 251/2021, 2º Suplemento, Série II de 2021-12-29

Educação - Gabinete do Ministro
Subdelegação de competências na Secretária de Estado da Educação, Inês Pacheco Ramires Ferreira, com faculdade de subdelegação, para a prática dos atos resultantes da Resolução do Conselho de Ministros n.º 183-A/2021, de 28 de dezembro.

Resolução do Conselho de Ministros n.º 188/2021-Diário da República n.º 252/2021, Série I de 2021-12-30

Presidência do Conselho de Ministros
Altera o Plano Nacional de Implementação de Uma Garantia Jovem.

Resolução do Conselho de Ministros n.º 191/2021-Diário da República n.º 252/2021, Série I de 2021-12-30

Presidência do Conselho de Ministros
Autoriza a realização da despesa no âmbito do Programa de Generalização das Refeições Escolares para o ano letivo de 2021-2022.

Resolução do Conselho de Ministros n.º 194/2021-Diário da República n.º 252/2021, Série I de 2021-12-30

Presidência do Conselho de Ministros
Aprova a despesa associada à adenda referente ao triénio de 2022-2024, no âmbito do contrato-programa celebrado entre o Estado e a Parque Escolar, E. P. E..

Despacho n.º 12818/2021-Diário da República n.º 252/2021, Série II de 2021-12-30

Presidência do Conselho de Ministros, Economia e Transição Digital, Planeamento, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Educação e Trabalho, Solidariedade e Segurança Social - Gabinetes da Ministra de Estado e da Presidência, do Ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, dos Ministros do Planeamento, da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e da Educação e da Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social
Criação da comissão interministerial de coordenação do sistema de educação e de formação profissional no âmbito do Sistema Nacional de Qualificações.

Portaria n.º 827/2021-Diário da República n.º 252/2021, Série II de 2021-12-30

Finanças e Educação - Gabinetes do Ministro da Educação e da Secretária de Estado do Orçamento
Autoriza a Parque Escolar, E. P. E., a assumir os encargos relativos ao contrato de empreitada de substituição de telas de impermeabilização nas coberturas do bloco B da Escola Secundária de Montemor-o-Novo.

Portaria n.º 828/2021-Diário da República n.º 252/2021, Série II de 2021-12-30

Finanças e Educação - Gabinetes do Ministro da Educação e da Secretária de Estado do Orçamento
Autoriza a Parque Escolar, E. P. E., a proceder à reprogramação dos encargos relativos ao contrato de prestação de serviços de gestão, fiscalização e coordenação de segurança em obra para a conclusão da empreitada de execução das obras de modernização da Escola Artística António Arroio, em Lisboa.

Portaria n.º 829/2021-Diário da República n.º 252/2021, Série II de 2021-12-30

Finanças e Educação - Gabinetes do Ministro da Educação e da Secretária de Estado do Orçamento
Autoriza a Parque Escolar, E. P. E., a assumir os encargos relativos ao contrato de empreitada de substituição das redes hidráulicas da Escola Secundária de Amora, no Seixal.

Portaria n.º 830/2021-Diário da República n.º 252/2021, Série II de 2021-12-30

Finanças e Educação - Gabinetes do Ministro da Educação e da Secretária de Estado do Orçamento
Autoriza a Parque Escolar, E. P. E., a proceder à reprogramação dos encargos relativos ao contrato de prestação de serviços de gestão e fiscalização da empreitada de reabilitação da Escola Secundária de Camões, em Lisboa, e coordenação de segurança em obra.

Portaria n.º 831/2021-Diário da República n.º 252/2021, Série II de 2021-12-30

Finanças, Educação e Trabalho, Solidariedade e Segurança Social - Gabinetes da Secretária de Estado do Orçamento e dos Secretários de Estado Adjunto e da Educação e Adjunto, do Trabalho e da Formação Profissional
Autoriza a Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, I. P., a proceder ao reescalonamento dos encargos plurianuais decorrentes do contrato de aquisição de serviços para a realização de estudos de diagnóstico de necessidades de qualificações e competências e atualização do Catálogo Nacional de Qualificações.

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