segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Conheça o Google Play Music


Conheci este serviço, em Maio, através do Pplware e tenho vindo a ficar cada vez mais maravilhado com o seu uso. Daí que tenha decidido fazer aqui a sua divulgação.

Em resumo, este serviço permite alojar a nossa música na cloud e poder aceder-lhe a partir de qualquer lado a qualquer momento.


Mas… infelizmente a Google decidiu que apenas o iria disponibilizar, inicialmente, para os Estados Unidos da América.

Face a esta contrariedade, verifiquei que era possível contornar esta situação...Como funciona?

O funcionamento é bastante simples e parecido ao Dropbox, mas desta vez destinado exclusivamente à música.


Ao instalar o Music Manager no computador, disponível para PC ou Mac, e indicando-lhe o caminho (pasta) para o repositório de música, ele trata de fazer o upload e organizar tudo por intérpretes, álbuns ou géneros, agregando-lhe a respectiva foto desde que exista toda essa informação. Dependerá, claro, da organização que já tiver no seu repositório local.

Quando o upload terminar, poderá apagar as músicas da pasta, não se refletindo isso nas músicas armazenadas, ou seja, não precisa de ter toda a sua coleção de música naquela pasta. Quando quiser carregar mais músicas é só copiá-las para a respetiva pasta, esperar que seja feito o upload e... apagar (para não ter tanto espaço ocupado no disco do seu computador).

Feito isso, toda a música estará agora acessível e poderá ser reproduzida a partir de um browser.

Poderão também ser criadas várias listas de reprodução, manualmente (drag&drop de álbum ou música), automaticamente (segundo alguns critérios) ou “Instant Mixes” que cria uma lista de reprodução rápida onde se vão adicionando músicas à medida que vão sendo ouvidas. 

Todas as listas de reprodução serão sincronizadas, instantaneamente, com todos os dispositivos. Existem outras opções como reprodução aleatória, repetição e Thumbs Up/Down para votação na música, útil à criação de listas de reprodução automáticas.

Claro que o Android não poderia ser deixado de fora! Está disponível para todos os smartphones e tablets, com o sistema operativo Android 2.2+, a aplicação Music. Nesta aplicação é possível fazer tudo o que descrevi acima para o browser e, adicionalmente, tem a opção “Disponível off-line” que permite descarregar intérpretes ou álbuns completos para o dispositivo móvel, via Wi-Fi ou 3G.


Quais as características do serviço?

Ao contrário da maioria dos serviços de alojamento, que têm o limite definido em espaço, este serviço da Google inova e permite 20.000 ficheiros de música! É isso mesmo, vinte mil, independentemente do seu tamanho e taxa de bits. Considerando uma média de 10MB por cada música, poder-se-á contar com cerca de 200GB de espaço na cloud só para música!!

Para já sabe-se apenas que o serviço continua a ser gratuito, por isso… é de aproveitar! 
Mas eu sou português, bem português, e estou a desfrutar deste serviço! No final do artigo vamos explicar como pode aderir a este serviço e utilizá-lo em Portugal ou noutro país fora dos Estados Unidos.

Quanto a formatos suportados, podem ser enviados ficheiros áudio nos formatos MP3, AAC, WMA e FLAC. É sabido também que os ficheiros no formato FLAC serão recodificados para MP3 @ 320kbps.
Aspecto da interface

Após ter aderido ao serviço, fiz upload de um album de um grupo que tinha no meu computador e começei a experimentar e analisar imediatamente o serviço.

Todas as interfaces são bastante simples e intuitivas, como seria de esperar.


No browser:



No smartphone (Android):






Está restringido aos EUA?
Oficialmente sim, mas vamos explicar como utilizá-lo em pleno, de forma bastante simples, embora oficialmente, soube há pouco, vai estar disponível na Europa, no dia 13 de Novembro.
Boas notícias, portanto!




Configurar a proxy

Para conseguir aderir ao serviço, pesquisei e encontrei um proxy interessante para utilizar nas configurações de rede do browser.

Quando se fala em segurança, a utilização de uma proxy desconhecida torna-se bastante delicada pois está a servir de ponte para toda a nossa informação que lá circula, podendo o caso tornar-se crítico quando essa informação não é encriptada. A proxy a que cheguei funciona na perfeição mas nunca há certezas se é ou não 100% segura.

Esta proxy servirá apenas para ativar o serviço Google Music na conta Google.
Por isso, de forma a ter acesso permanente a estas funcionalidades, recomendo a configuração da proxy num browser não utilizado regularmente.

No meu caso, como sou utilizador do Google Chrome, configurei a proxy no Mozilla Firefox (outro dos browsers que utilizo, bastando abri-lo sempre que quiser comprar conteúdos disponíveis no Google Play dos EUA (incluindo os gratuitos).

De resto, para utilizar normalmente o serviço Google Music não é necessária qualquer proxy.

Todos os browsers permitem configurar as definições de rede. Basta ir às devidas opções e colocar a seguinte informação:



Endereço / Servidor Proxy: 108.3.215.174 

Porta: 80



O caminho para essa opção é:
No Google Chrome:
Botão PersonalizarOpções; Definições avançadas; Na secção Rede clicar em Alterar definições de proxy…; Definições de LAN; Marcar a opção :Utilizar um servidor proxy para a rede… e preencher de acordo com a caixa de texto acima.

No Internet Explorer:
Botão Ferramentas; Opções da Internet; Separador Ligações &; Definições de LAN&; Marcar a opção Utilizar um servidor proxy para a rede… e preencher de acordo com a caixa de texto acima.

No Mozilla Firefox:

Menu Firefox; Opçõest; Avançado; Separador Rede; Na secção Ligação clicar emDefinições…; Marcar Configuração manual de proxy…; Preencher de acordo com a caixa de texto acima e marcar a opção Usar o mesmo proxy para todos os protocolos.

No Opera:

Menu Opera; Configurações; Preferências; Separador Avançadas; Rede; Servidores Proxy…; Marcar HTTP, preencher de acordo com a caixa de texto acima e marcar a opção Usar o mesmo proxy para todos os protocolos.

Como já referi, recomendo esta configuração num browser diferente do usado regularmente, apenas por uma questão de comodidade. Notem ainda que existem muitas outras proxys que podem ser usadas, bastando fazer uma pesquisa para encontrar alternativa, inclusivamente utilizando aplicações para o efeito.


Alternativamente poderá utilizar o serviço Hotspot Shield cujos servidores se encontram localizados nos EUA. A sua utilização é bastante simples pois, uma vez instalado, basta utilizar o ícone na tray (ao pé do relógio) para ligar/desligar a utilização dessa “proxy”. Este serviço aparenta ser bastante seguro e não são conhecidos quaisquer problemas na sua utilização.

Activação do serviço Google Music na conta Google

A partir de agora, uma vez que estamos “oficialmente em território americano”, o processo é normalíssimo. Basta abrir o endereço https://music.google.com/ e concordar com os Termos do Serviço, clicando em Agree.


O serviço está activo e pode agora ser utilizado em qualquer local sem que, para isso, seja necessária uma proxy.

O próximo passo é a instalação da ferramenta Google Music Manager que possibilita o envio da nossa biblioteca de música para os servidores da Google, até um máximo de 20.000 músicas!


Utilização do Google Music no Android
Após o evento da apresentação do Google Music, a aplicação Music para Android sofreu uma actualização, integrando-se agora com a Loja online onde ficam imediatamente disponíveis as músicas adquiridas (quer sejam pagas ou gratuitas). A aplicação continua disponível apenas para os EUA, via Google Play, mas o Prof-Folio disponibiliza-a na caixa de download abaixo.



De seguida pode fazer o download de ambas as aplicações na caixa abaixo.
Google Music v4.0.9

Gratuito | 4.77MB
 Download




Add-ons para o Google Music

A interface de utilização Google Music no computador é o browser. Para melhor interagir com ele, estão disponíveis várias extensões para o Google Chrome e Mozilla Firefox. Pessoalmente, como utilizador do Google Chrome utilizo as extensões Better Music Beta (com botão e pop-up) e RC for Grooveshark & Google Music para controlar a reprodução com atalhos de teclado.

No entanto, listo algumas extensões para que possa experimentar. Caso conheça outras, não hesite em sugerir nos comentários.

Extensões Google Chrome:

Better Music Beta for Google Music – adiciona um botão que permite interagir com o Google Music sem ter de abrir o respectivo separador. Mostra um balão aquando da mudança de música.

Music Plus for Google Music – parecida com a anterior e, além disso, modifica o site Google Music onde adiciona informação acerca do intérprete (no topo da página), proveniente do portal Last.fm. Inclui ainda atalhos de teclado para controlar a reprodução.

Google Music Applet – parecida com as anteriores mas mais simples e pobre em funcionaliades.

RC for Grooveshark™ & Google Music™ – controlo da reprodução do Google Music com recurso a atalhos de teclado configuráveis.

Aproveitem até ao dia 13 de Novembro, data do lançamento do serviço na Europa. A partir daí, vai ser desnecessário contornar a situação, pois vamos ter o serviço em todo o seu esplendor!



Adaptado de: Pplware

Concurso externo extraordinário (Proposta)


A Proposta de Vinculação Extraordinária de Professores  é conhecida desde há alguns dias.

As condições ou requisitos de admissão ao concurso são (art.º 2.º da proposta):
a) Exercício efetivo de funções docentes num dos 3 últimos anos imediatamente anteriores ao presente procedimento concursal, em resultado da colocação no âmbito dos concursos realizados ao abrigo do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, do Decreto-Lei n.º 20/2006 na redação dada pelo Decreto-Lei n.º 51/2009 de 27 de fevereiro ou do Decreto-Lei n.º 35/2007 de 15 de fevereiro (no ensino público).
b) Ter completado pelo menos 3 600 dias de serviço efetivo em exercício de funções docentes nos estabelecimentos públicos dos ensinos básico e secundário na dependência do Ministério da Educação, em regime de contrato administrativo de provimento, de serviço docente ou contrato de trabalho a termo resolutivo.
c) Possuir os requisitos previstos no artigo 22.º do ECD.
d) Ter obtido avaliação de desempenho não inferior a "Bom" ou "Satisfaz", consoante a legislação ao tempo aplicável, nos anos a que se refere a alínea b).

Depois de a candidatura ser efetuada, os candidatos, por grupo de recrutamento, são ordenados conforme as regras do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, que regula os concursos para seleção e recrutamento do pessoal docente. Nestes termos;
 
Aplicar-se-ão, para ordenação dos candidatos, as regras aí instituídas aos procedimentos de abertura do concurso, candidatura, validação das candidaturas, ordenação, graduação, listas de ordenação, de colocação e de exclusão (conforme previsto no art.º 3.º da proposta) - nosso sublinhado.


Apuramento do custo médio por aluno

Aqui fica o documento do Tribunal de Contas relativamente a esta temática:

sábado, 27 de outubro de 2012

Tarte de Três Chocolates (Bimby)

Ingredientes:

150 g de chocolate negro
150 g de chocolate de leite
150 g de chocolate branco
150 g de açúcar
750 ml. de natas
750 ml. de leite
3 saquetas de cuajada1 pacote de bolacha Maria

Preparação:

Para a base:

Tritura-se as bolachas (um pacote Maria) com 3 pulsações de turbo e 30 seg. a velocidade 9. Junta-se a manteiga em pedaços 60 gr e um bocado de leite e mistura-se 5 minutos a 70º, velocidade 3. Coloca-se numa forma desmoldavel, compactando-a bem sobre toda a sua base. Coloca-se no figorifico para que endureça.

Para as misturas:

Põe-se o chocolate negro, 75 gr. De açúcar,250 ml. Leite, 250 ml. de natas e uma saqueta de cuajada, tudo 7 minutos, 90º, velocidade 5.

Coloca-se sobre a base de bolacha

Põe-se o chocolate com leite (Castanho), 50 gr. Açúcar, 250 ml. De leite, 250 ml. de natas e uma saqueta de cuajada, tudo 7 minutos, 90º, velocidade 5 deita-se sobre a mistura negra

Põe-se o chocolate branco, 250 ml. De leite, 250 ml. de natas e uma saqueta de cuajada, tudo 7 minutos, 90º, velocidade 5.

Deixa-se solidificar sem mover a forma e coloca-se no frigorífico até o dia seguinte.

Fotos mágicas



Autor desconhecido

Código da Vinci Revelado


quinta-feira, 25 de outubro de 2012

A escola moderna é a que ensina que a vida não é só alegria


Desde pelo menos o tempo do ministro da educação Sottomayor Cardia (23 de julho de 1976 a 29 de agosto de 1978) que não se ouvia um ministro dizer isto:
"A escola moderna é onde se aprende, onde se respeitam os professores, é a que tem metas claras de aprendizagem, onde se avalia, onde se ensina os jovens que a vida não é só alegria, a vida é muito trabalho", sustentou Nuno Crato. Fonte: DN 
Nos últimos 38 anos andámos a dizer aos jovens o contrário. E muitos acreditaram que se pode ser bem sucedido na vida sem esforço nem sacrifício.  E os pais deles convenceram-se de que a escola pode ser um elevador social privado de esforço e trabalho. Houve quem acreditasse que, por passe de magia, bastaria passear os livros pela escola durante uns anos, sair com um diploma e ter acesso a um trabalho seguro.

A taxa de desemprego jovem de 30% mostra que assim não é.

Fonte: ProfBlog

Cinema Paraíso: Operação Skyfall

Nesta semana cinematográfica, o destaque vai para a estreia da 23ª aventura do maior "franchise" de filmes de todos os tempos: “007 – Operação Skyfall”.



Desta vez, depois de uma operação em Istambul acabar desastrosamente, James Bond desaparece e as identidades de todos os agentes do MI6 são reveladas na Internet, enquanto M (Judi Dench) torna-se o alvo de uma investigação governamental.



Realizador: Sam Mendes
Argumento: Neal Purvis, Robert Wade
Intérpretes: Daniel Craig, Judi Dench, Javier Bardem, Ralph Fiennes, Albert Finney, Naomie Harris, Tonia Sotiropoulou, Helen McCrory, Bérénice Marlohe, Ben Whishaw, Ola Rapace, Rory Kinnear


IMDB: 8,6 /10 (3 949 votos)



SINOPSE:

Quando a própria agência MI6 é atacada, o regresso de Bond dá a M uma oportunidade de apanhar Raoul Silva, um homem perigoso que afirma ter uma conexão pessoal com os dois.
Todavia, enquanto Bond segue um rastro de Londres até à China Meridional, sua lealdade a M é posta em causa quando ele descobre segredos perturbadores de seu passado.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Prós e Contras


Olhos nos Olhos


22-10-2012



Fonte: TVI Videos

iPad mini


Ontem foi o dia do evento da Apple e a estrela da noite foi o iPad Mini.
Mas será que foi só o formato que mudou? 
Tim Cook explicou-nos tudo.

Apple iPad Mini


O novo iPad Mini é mais pequeno e mais fino do que os iPads de última geração. “É mais fino do que um lápis”, afirmou Tim Cook no evento desta noite. O ecrã não é do tipo Retina Display mas apesar de ser mais pequeno (de 7,9″) mantém a mesma resolução que o iPad 2 (1024×768 pixels) devido aos 35% que ganhou em largura.
Isto é uma muito boa notícia para o pessoal das aplicações pois não terão de desenvolver nada só por causa deste novo dispositivo. Assim de uma só tacada, o iPad Mini tem já 275.000 aplicações! Mas não deixa, talvez, de ser uma afronta para os fãs da Apple que já se habituaram a ecrãs do tipo Retina Display.

Apple iPad Mini

Devido às suas dimensões mais reduzidas, 200 x 135 x 7,2 mm e peso de 308g, é mais fiável segurar o iPad com apenas uma mão. O design esse foi todo pensado de novo, por isso não se trata apenas de um iPad 2 encolhido. Aliás, Cook referiu isso várias vezes.
Quanto a músculo, o novo iPad Mini vem equipado com um processador dual-core A5 a 1GHz (o mesmo que equipa o iPad 2 que foi lançado… há ano e meio), tem Bluetooth 4.0, WiFi, GPS e GLONASS. Alguns modelos têm também ligação 3G e/ou LTE. Existem versões de 16GB, 32G e 64GB.

Apple iPad Mini

A câmara traseira é de 5MP, tem uma objectiva de cinco lentes e uma abertura de f/2.4. Permite fazer filmagens em Full HD e a câmara frontal é de 1,2MP e filma a 720p. É possível fazer focagem automática no objecto que queremos enquanto estamos a filmar, tem estabilizador de imagem e detecção de rostos.
Como não podia deixar de ser, este iPad Mini também já vem com a entrada Lightning, e a bateria dá para 10 horas de utilização!
E quanto é que isto nos irá custar?
Nos EUA as versões só com WiFi custarão $329 (16GB), $429 (32GB) e $529 (64GB). As versões com 3G/LTE custam $459, $559 e $659. Já em Portugal o modelo de 16GB WiFi custará €339 sendo de prever que os restantes modelos WiFi subam para €439 e €539. As versões com 3G/LTE chegarão aos €469, €569 e €669 para os modelos de 16, 32 e 64GB, respectivamente.
As pré-encomendas podem ser feitas a partir do dia 26 de Outubro sendo que o iPad Mini chegará às lojas no dia 2 de Novembro na versão WiFi e duas semanas depois nas versões com 3G/LTE. Estas datas também se aplicam a Portugal e acaba por ser curioso que o iPad Mini, muito provavelmente, vá chegar primeiro ao nosso mercado do que o Nexus 7 (não sabemos bem porquê mas a Apple fez questão de comparar – e muito – o iPad Mini com o modelo do Google durante a apresentação…).

ipad_prices

Agora que foi apresentado, o que acham deste novo tablet da Apple? Dentro do que seria de esperar, melhor ou pior? Tencionam comprar?

Novos produtos da Apple

Na keynote de ontem, foram apresentadas algumas novidades da Apple:

(Para ver informações, clicar no nome de cada uma)









terça-feira, 23 de outubro de 2012

As escutas como instrumento de luta política


de Daniel Oliveira

Pedro Passos Coelho foi escutado "fortuitamente" na investigação do caso Monte Branco. Ao que parece, nada que comprometa o primeiro-ministro foi ali ouvido. Mas os jornais deram conta desta escuta. "É preciso saber o que se passou para essa ilegalidade ter acontecido, quem é responsável por esse segredo de justiça ter sido quebrado", disse Passos Coelho, concluindo: "o jornal parece ter mais informação do que eu". Tem toda a razão. Lamento apenas que muitos dirigentes do PSD e até alguns juristas dessa área não tenham compreendido isso mesmo a quandodas escutas a José Sócrates no caso Face Oculta. E não tenham compreendido a indignação dos que, opondo-se a Sócrates, não embarcaram na campanha.
A facilidade com que "fortuitamente" se apanham conversas com primeiros-ministros indiciam que as escutas, em vez de serem uma forma extrema e absolutamente excepcional de recolha de prova se transformaram numa banal forma de investigar. Escutando tudo e todos, sem especial critério ou cuidado. Mais extraordinário: apesar da banalização de uma forma excepcional de recolher prova os processos continuam quase todos a acabar na gaveta. Mesmo não produzindo quaisquer efeitos, as escutas, ou pelo menos a notícia da sua existência, acabam invariavelmente nas páginas dos jornais. Ou seja, elas não chegam para condenar ninguém, mas chegam para fazer política através de meios policiais.
Sou insuspeito de ter qualquer simpatia por Passos Coelho. Mas fica a minha posição para memória futura: mesmo que alguma vez exista alguma escuta politicamente mais comprometedora para Passos Coelho, não quero saber nada sobre ela. Nem da sua existência, nem do seu conteúdo. A não ser que haja qualquer prova que Passos Coelho, José Sócrates ou qualquer outro político cometeram ilícitos criminais - e mesmo aí só quero saber quando a investigação for pública -, recuso-me a três coisas: a transformar o Ministério Público ou a Polícia Judiciária em atores do confronto político; a permitir que as escutas telefónicas ou violação de correspondência, atos por natureza gravíssimos, se transformem em instrumentos de investigação jornalística, através da utilização de meios policiais; e a substituir o debate político pela judicialização das divergências.
Assim, e ao contrário do que defende Henrique Monteiro , penso que, não havendo indícios criminais, as escutas devem ser destruídas. Não quero saber se Passos Coelho tem ou não receio que as suas conversas sejam públicas. Quero dar-lhe o direito de ter esse receio para eu próprio o ter. Porque todos temos direito a não querer, pelas mais diversas razões, que as nossas conversas sejam públicas. Se ele abdica desse direito estará, na prática, a obrigar os outros, eu incluído, a dispensar o direito à privacidade. Todos os registos de conversas telefónicas, conseguidos através de escutas, que não tenham utilidade numa investigação devem desaparecer. Independentemente da vontade do escutado. Para que não passarmos todos a ter de viver debaixo da chantagem do "quem não deve não teme". Imaginem que, numa conversa deste género, há informações sobre a vida privada do escutado, que não têm qualquer relvância judicial ou política. Perante este hábito de disponibilizar as escutas, que suspeita passa a pesar sobre quem não queira que elas sejam públicas? Que tem alguma coisa a esconder aos cidadãos. Eu não quero viver num País assim.
Não contarão comigo, como comentador, para degradar ainda mais o debate político como, infelizmente, muitos opositores de direita (felizmente a maioria da esquerda ficou fora disso) fizeram no tempo de José Sócrates. Se há gente no governo envolvida em casos de corrupção e favorecimento, investigue-se. Os jornais, através dos meios que têm ao seu dispor, onde as escutas não estão nem podem estar incluídas. A justiça, usando os instrumentos que a lei lhe dá, com as limitações que a lei impõe, e garantindo o sigilo a que o seu trabalho obriga. Se Ministério Público e Polícia Judiciária não conseguem manter segredo das escutas que fazem, então tem de se lhe retirar o poder de as fazer. Poderes excepcionais só se dão a quem demonstra ser merecedor de uma excecional confiança.

Fonte: Arrastão

Os melhores golos da semana...(2)



Fonte: TV Golo

Orgulhos, egos e teimosias empobrecem a Selecção Nacional

Portugal empata com um adversário de terceira categoria e compromete o seu apuramento directo para o Mundial-2014.
A Irlanda do Norte, que não tem um pingo de talento na equipa, consegue articular uma jogada com cabeça, tronco e membros e marca um golo na primeira parte, período durante o qual a Selecção Nacional se ausenta. Porquê?
Ninguém entende. Nem o seleccionador.
Estão reunidas todas as condições: Dragão cheio, um ambiente formidável, uma Selecção acarinhada e em 3.º lugar no ranking da FIFA, um Ronaldo centenário, um seleccionador ‘consensual’ (no ‘sistema’), prémios monetários assegurados e pagos, a estrutura do Euro-2012 intocada e as ‘forças vivas’ do País embrulhadas com a FPF num abraço solidário e estimulante.
Não havia mesmo razões para algo falhar, como às vezes existe.
Chove.
Olha-se para a equipa e o que se vê nela? Ausência de dois jogadores habitualmente titulares: Fábio Coentrão e Raul Meireles.
Um lateral esquerdo, que nem sequer é titular actualmente no Real Madrid e um médio, que nunca foi considerado um dos (três) ‘mosqueteiros’ da Selecção Nacional.
Confirmando uma tese que aqui desenvolvi antes da realização do ‘Europeu’, a Selecção Nacional faz uma boa equipa com o seu ‘onze’ titular disponível; quando entram ‘segundas linhas’ para certos lugares, a Selecção não consegue exibir os mesmos níveis de qualidade.
Quer dizer: não pode ‘chover’ na Selecção Nacional; se lhe faltam algumas unidades, ela ‘constipa-se’, ela desarticula-se, ela ressente-se, ela parece órfã (de qualquer coisa)...
Pieguice? Também um pouco, mas esta Selecção reflecte as assimetrias do nosso futebol: temos um bom grupo de elite, mas começam a escassear os grandes talentos ‘alternativos’...
... E, nestas circunstâncias, não se pode (não se deve) inventar: Miguel Lopes a lateral esquerdo? Rúben Micael a ’10’?
Postiga marcou um golo (um ponto), mas é claramente um ‘fetiche’ de Bento. O ‘fogo’ por Nélson Oliveira, subitamente, apagou-se.
Repito: temos um fora-de-série (ausente nos dois últimos jogos, porquê?), dois-três jogadores ‘plus’ de nível europeu (Nani, Pepe...) e os restantes oscilam de ‘forma’: se estão bem, a Selecção está bem; se estão mal, a Selecção ressente-se. João Pereira, Moutinho, Veloso, não têm estado bem na Selecção, e Nani anda apagado, provavelmente já deveria ter dado o lugar a outro...
Em síntese: facilitámos na Rússia e agora com a Irlanda do Norte. Jogámos estas partidas como se nada estivesse em jogo. E, agora, o costume: máquina de calcular...
Não muda nada. Há, no futebol português, uma tendência suicida que não acaba. O problema maior é que as coisas estão a ficar piores com o tempo, há menos jogadores de qualidade (empobrecimento qualitativo) e aí a FPF tem total responsabilidade: não tratou de salvaguardar o investimento continuado pela base e essa é a herança que Madail deixou. Andaram a condecorá-lo e agora não se queixem.
Um País pequeno não pode desaproveitar jogadores por causa de orgulhos, egos e teimosias. E, nos últimos tempos, os orgulhos, as retaliações, as arrogâncias, os egos e as teimosias têm ganho terreno, com o resultado de empobrecer a Selecção Nacional e o valor do futebol português.


Rui Santos

A Ascensão do Dinheiro




A Ascensão do Dinheiro  é baseado no décimo livro do professor de Harvard, Niall Ferguson , publicado em 2008, onde ele procura explicar a história financeira do mundo, explorando a forma como o nosso complexo sistema financeiro global evoluiu ao longo dos séculos, como o dinheiro moldou o curso das relações humanas e como a mecânica deste sistema económico funciona para criar uma aparente riqueza sem limites.

Legendado em Português.

Esta é uma série em 6 episódios, pode encontrar os links para os episódios seguintes:


Fonte: Aventar

Mário Soares, anos 80... Temos memória curta!


É  esta falta  de seriedade  das nossas elites e seu líderes  que faz o povo honesto (que ainda existe), desacreditar  desta  democracia  e destas gentes, que a tudo se prestam para  satisfação dos seus egos.
Mário Soares, que se arma em autoridade moral, quando era 1º Ministro, falava assim (nesta altura ainda tinha ataques de lucidez):
Em Agosto de 1983, o Governo do Bloco Central PS-PSD, assinou um memorando de entendimento com o Fundo Monetário Internacional. Os impostos subiram, os preços dispararam, a moeda desvalorizou, o crédito acabou, o desemprego e os salários em atraso tornaram-se numa chaga social e havia bolsas de fome por todo o país. O primeiro-ministro era Mário Soares

Ora vejam como o homem que hoje quer rasgar o acordo com a troika defendia os sacrifícios pedidos aos portugueses:

Os problemas económicos em Portugal são fáceis de explicar e a única coisa a fazer é apertar o cinto. (DN, 27 de Maio de 1984)

Não se fazem omoletas sem ovos. Evidentemente teremos de partir alguns. (DN, 01 de Maio de 1984)

Quem vê, do estrangeiro, este esforço e a coragem com que estamos a aplicar as medidas impopulares aprecia e louva o esforço feito por este governo. (JN, 28 de Abril de 1984)

Quando nos reunimos com os macroeconomistas, todos reconhecem com gradações subtis ou simples nuances que a política que está a ser seguida é a necessária para Portugal. 
(JN, 28 de Abril de 1984)

Fomos obrigados a fazer, sem contemplações, o diagnóstico dos nossos males colectivos e a indicar a terapêutica possível.  (RTP, 1 de Junho de 1984)

A terapêutica de choque não é diferente, aliás, da que estão a aplicar outros países da Europa bem mais ricos do que nós. (RTP, 1 de Junho de 1984)

Portugal habituara-se a viver, demasiado tempo, acima dos seus meios e recursos. 
(RTP, 1 de Junho de 1984)

O importante é saber se invertemos ou não a corrida para o abismo em que nos instalámos irresponsavelmente. 
(RTP, 1 de Junho de 1984)

[O desemprego e os salário em atraso], isso é uma questão das empresas e não do Estado. Isso é uma questão que faz parte do livre jogo das empresas e dos trabalhadores. O Estado só deve garantir o subsídio de desemprego. (JN, 28 de Abril de 1984)

O que sucede é que uma empresa quando entra em falência, deve pura e simplesmente falir. Só uma concepção estatal e colectivista da sociedade é que atribui ao Estado essa responsabilidade. 
(JN, 28 de Abril de 1984)

Anunciámos medidas de rigor e dissemos em que consistia a política de austeridade, dura mas necessária, para readquirirmos o controlo da situação financeira, reduzirmos os défices e nos pormos ao abrigo de humilhantes dependências exteriores, sem que o pais caminharia, necessariamente para a bancarrota e o desastre. (RTP, 1 de Junho de 1984)

Pedi que com imaginação e capacidade criadora o Ministério das Finanças criasse um novo tipo de receitas, daí surgiram estes novos impostos. (1ª Página, 6 de Dezembro de 1983)

Posso garantir que não irá faltar aos portugueses nem trabalho nem salários. (DN, 19 de Fevereiro de 1984)

A CGTP concentra-se em reivindicações políticas com menosprezo dos interesses dos trabalhadores que pretende representar.  (RTP, 1 de Junho de1984)

A imprensa portuguesa ainda não se habituou suficientemente à democracia e é completamente irresponsável. Ela dá uma imagem completamente falsa. (Der Spiegel, 21 de Abril de 1984)

Basta circular pelo País e atentar nas inscrições nas paredes. Uma verdadeira agressão quotidiana que é intolerável que não seja punida na lei. Sê-lo-á. (RTP, 31 de Maio de 1984)

A Associação 25 de Abril é qualquer coisa que não devia ser permitida a militares em serviço. (La Republica, 28 de Abril de 1984)

As finanças públicas são como uma manta que, puxada para a cabeça deixa os pés de fora e, puxada para os pés deixa a cabeça descoberta. (Correio da Manhã, 29 de Outubro de 1984...)

Não foi, de facto, com alegria no coração que aceitei ser primeiro-ministro. Não é agradável para a imagem de um politico sê-lo nas condições actuais (JN, 28 de Abril de 1984)

Temos pronta a Lei das Rendas, já depois de submetida a discussão pública, devidamente corrigida. (RTP, 1 de Junho de 1984)

Dentro de seis meses o país vai considerar-me um herói. (DN, 6 de Junho de 1984)


Sem comentários !!!... ou melhor, onde estão os jornalistas portugueses?!

Tempo extra

Programa de 21-10-2012



segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Oceano


Ao gajo que me habituei a ver correr com os pés para fora, ao gajo que vi mandar um dos maiores pontapés de que tenho memória (frente ao Malines, em que resolveste chutar pouco depois do meio-campo e deixaste a trave do Michel Preud’homme a tremer duante algum tempo), ao gajo que levou um velhinho Alvalade, cheio, ao desespero (frente ao Inter, na meia da UEFA Cup, com aqueles falhanços na cara do Zenga), ao gajo que levava o espírito do B.A. para dentro do campo (nem faltava o bigode e os acessos de fúria perante lances menos conseguidos), ao gajo que amava a camisola que vestia, a alguém que soube evoluir e contrariar as suas próprias limitações (tornando algumas delas em virtudes), ao gajo que se tornou num dos mais sui generis marcadores de penaltis de que guardo memória, ao gajo que jogava onde fosse necessário para o bem da equipa (nunca mais me esqueço de ver-te a guarda-redes, nas Antas, ou de terem tentado transformar-te num ala direito), ao gajo que conseguiu ser respeitado por adeptos de cores rivais, ao homem que, hoje, poderá dar lições de Sportinguismo a muito menino que sonha ser craque.
Como tu disseste, ontem, se o clube precisa de ti, tu dizes presente. Foi sempre assim, afinal. Por isso te desejo toda a sorte de mundo. Por isso desejo que, caso algo corra menos bem neste teu novo papel, nós, adeptos, não nos esqueçamos que estarás a fazer o teu melhor e que o pedido de contas deve ser feito a outras pessoas.


A música da nossa vida

Diana Krall - Cry Me A River

Proposta de Orçamento para 2013 - Regime especial de aposentação dos professores do 1º CEB


A proposta de orçamento para 2013 põe fim aos regimes especiais de aposentação. Os professores do 1º CEB ficam, a partir de janeiro de 2013, sujeitos às mesmas regras de aposentação que os outros professores. É um boa notícia. Há 38 anos que um conjunto de governantes fracos e sindicatos irresponsáveis cavam diferenças entre os portugueses. 
O fim dos regimes especiais de aposentação é uma medida que promove a equidade e reduz as diferenças entre os portugueses de primeira, os que acumularam privilégios e direitos que o país não pode pagar, e os portugueses de segunda, todos os outros, os pagantes sem privilégios. E o Tribunal Constitucional de olhos fechados!

A iniquidade do regime especial de aposentação dos professores do 1º CEB foi aqui muitas vezes denunciado quebrando o silêncio dos fracos e dos coniventes.

A situação era escandalosa. Todos conhecem situações destas: professora do 1º CEB, 53 anos de idade, 32 anos de serviço, com direito a reforma por inteiro no valor de 3000 euros mensais brutos. Casos há de professores do 1º CEB, aposentados em 2007 e 2008, com pensões superiores a 3000 euros mensais brutos. Deu-se o caso de alguns usufruírem de suplemento remuneratório de direção executiva. Nesses casos, os afortunados  acumularam a pensão com o referido suplemento. Levaram para casa 3300 euros mensais brutos para todo o sempre, aos 53 anos de idade. Trabalharam e descontaram durante 32 anos e o país vai pagar-lhes uma pensão milionária durante outros 32 anos. Saiu-lhes o euromilhões pelo menos duas vezes.

Só para termos uma ideia da dimensão da desigualdade tenha-se em conta a situação de professores de outros níveis de ensino com o mesmo tempo de serviço e a mesma idade. Para usufruírem da pensão por inteiro são obrigados a trabalhar mais 12 anos do que os afortunados do 1º CEB. Uns puderam aposentar-se com 53 anos de idade e 32 de serviço; os outros só o podem fazer aos 65 anos de idade, em muitos casos, ao fim de 45 anos de serviço. 

Quem acompanha as listas de aposentação que o Diário da República todos os meses publica verifica que as pensões mais altas, superiores a 2500 euros mensais brutos, são quase todas atribuídas a professores do 1º CEB e a educadoras de infância. As mais baixas, em muitos casos inferiores a 2000 euros mensais brutos, são atribuídas aos docentes do 2º e 3º CEB e ensino secundário.

Infelizmente, não é possível reparar as injustiças e desigualdades que ficaram para trás. Mas é bom saber que o Governo lhes põe fim a partir de janeiro de 2013.

Após 38 anos de governos a criarem portugueses de primeira e portugueses de segunda, há finalmente um executivo que mostra vontade de pôr fim ao fosso entre eles.

Fonte: ProfBlog

Andar de Clio e algo mais!


A propósito do tema, muito comentado nestes últimos tempos, deixo aqui este texto, do qual não comprovei a veracidade da sua autoria, mas vale a pena ler!
E também ofendido por ser proprietário de um Clio!
 
MEUS QUERIDOS AMIGOS …
Depois de ouvir o vosso líder parlamentar, numa extraordinária quão breve dissertação sobre os Renault Clio, venho pedir-vos que não gozem comigo, por ter comprado um, às prestações de 290 € por mês e usado.
Não ando de Mercedes, BMW ou Audi, porque, como professor Catedrático do 4º escalão da Universidade de Coimbra, (e Membro das Academias Nacionais da História, das Belas Artes, da Marinha, da Real Academia de Bellas Artes de San Ferando de Espanha e de mais meia dúzia delas, decano da área de Património das Universidades Portuguesas, Comendador da Ordem do Infante D. Henrique, Medalha de Mérito-Classe Ouro de Belas Artes, Medalha de Ouro da Cidade de Coimbra, e com cerca de 200 livros e artigos publicados, 12 com prémios, como o Prémio Gulbenkian), não tenho dinheiro para mais. Percebi, ontem, que é vergonhoso andar de Clio, em Portugal, que isso nos apouca.Só que isso nos diminui aos olhos de quem, na vida, nunca fez nada e nunca trabalhou no duro, e passou a juventude na intriga e a comer, beber e viajar à conta dos partidos políticos, a esperar pacientemente nas Jotas, para chegar a adulto e, de preferência, como o Zorrinho, para entrar para uma loja maçónica e na Assembleia ou num gabinete ministerial. Eu cá, loja, só a mercearia do meu Avô, na Rua do Corvo.
Afinal já percebo porque é que as minhas netas, às vezes, não querem vir ao meu colo: não é por birra, é que têm vergonha por eu ter um Renault Clio.”

Pedro Dias

A música do século XXI


sábado, 20 de outubro de 2012

Biblia e livros proibidos - O segredo dos apóstolos


Carbonara de salsichas (Bimby)



INGREDIENTES

100g queijo parmesão, cortado em pedaços
1500g água
Sal q.b
Azeite q.b.
500g esparguete ou tagliatelli
400g de salsicha fresca s/pele ou salsicha alemã
200g natas
4 gemas de ovo
Raspa de 1 limão
Pimenta q.b.

PREPARAÇÃO

Coloque no copo o queijo e rale 5seg/Vel 9. Retire e reserve.

Coloque no copo a água, 2 c. de sopa de sal e 10g de azeite e aqueça 10 min/Varoma/Vel 1.

Se seguida programe o tempo indicado na embalagem/100º C/Colher inversa/Vel colher e adicione através do bocal da tampa o esparguete. Retire, escorra com a ajuda da Varoma reservando 2 c. de sopa da água de cozedura. Envolva com um fio de azeite e reserve.

No copo limpo coloque 15g de azeite e aqueça 2 min/Varoma/Vel 1.

Adicione a salsicha deixando ficar a gordura no copo.

Coloque no copo as natas, as gemas, a raspa de limão, a pimenta, 50g do queijo ralado e as 2 c. de sopa de água reservada. Misture 10 seg/Vel 5. e programe  2 min/90º/Vel 1. Retire e envolva com o esparguete e a salsicha.

Sirva com queijo ralado reservado.

BOM APETITE!

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